Abuso de Drogas Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul

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Pactore Pastoral de Apoio Com Tox Reencontro
(54) 3452-7507
Rua Marechal Deodoro da Fonseca 263
Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul
 
Gustavo Missiaggia
(54) 3462-2542
Rua Julio de Castilhos 42 - 308
Garibaldi, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Wilson Bridi
(51) 480-1545
R Bento Goncalves 355
Guaiba, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Solange Maria Toffoli
(54) 3452-4677
Rua Jose Mario Monaco 393 - Sala 502
Bento Goncalves, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Projeto Educacao Vida e Saude
(51) 3226-0434
Rua José do Patrocínio 903
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
 
Antonio Carlos Koff
(54) 3452-2108
R Jose Mario Monaco 309
Bento Goncalves, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Silvana Maria Piccoli
(54) 3451-7066
Saldanha Marinho 435 - 801
Bento Goncalves, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Adriano Alves Muller
(54) 3452-6635
R Jose Mario Monaco 349 - Sl. 804
Bento Goncalves, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fonoaudióloga Sintia Schio
(54) 3453-2581
Rua São Paulo 60
Bento Goncalves, Rio Grande do Sul
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
Centro Reabilitacao e Saude
(51) 3662-5788
Avenida Paulo Maciel de Moraes 961 s 1
Santo Antônio da Patrulha, Rio Grande do Sul
 
Dados Divulgados por

Abuso de drogas

Abuso de drogas

Definição
O abuso de drogas é o uso de drogas ilegais ou o uso indevido de medicamentos sob prescrição ou de venda livre.
Consulte também:
Alcoolismo e abuso de álcool
Primeiros socorros em casos de abuso de drogas
Nomes alternativos
Abuso de substâncias; Abuso de drogas ilícitas; Abuso de narcóticos; Abuso de alucinógenos
Informações
MACONHA (também chamada de “erva”, “bagulho”, “baseado”, “beck”, “haxixe”, “cannabis”, “ganja” e “marijuana”)
Cerca de 2 em 5 norte-americanos já fumaram maconha pelo menos uma vez. Cerca de 10% da população fuma regularmente.
A origem da maconha é a planta de cânhamo (Cannabis sativa). Os ingredientes ativos são o THC (delta-9-tetrahidrocanabinol) e outros canabinoides, que são encontrados nas folhas e flores da planta.
O haxixe é uma substância extraída das plantas fêmeas. Ele contém uma quantidade mais alta de THC.
A concentração de substâncias na maconha varia muito, dependendo da forma como ela é preparada.
Os efeitos da maconha podem ser sentidos em alguns segundos ou vários minutos depois da inalação da fumaça (em um cigarro ou cachimbo), ou de 30 a 60 minutos após a ingestão de alimentos que contêm maconha, como os “space cakes”.
Os principais efeitos da maconha são comportamentais, pois a droga atua no sistema nervoso central (SNC). A maconha se tornou popular porque traz sensação de alegria (euforia) e relaxamento, além de aumentar a percepção dos sentidos, como visão, audição e paladar, com doses pequenas a moderadas.
A maioria dos usuários também relata um aumento no apetite (a “larica”).
Também podem ocorrer efeitos indesejáveis, como:
Reações de pânico agudo ou paranoia grave
Imagem corporal alterada
Desorientação
Dificuldade em se distinguir das outras pessoas
Saiba o que fazer em caso de surto psicótico
Outros efeitos colaterais negativos incluem:
Alguns casos de delírio grave, visão ou audição de coisas que não são reais (alucinações) e violência também já foram relatados. Em alguns casos, a maconha é misturada a outras drogas, como o PCP
A maconha causa efeitos específicos que podem reduzir a capacidade de realizar tarefas que requerem muita coordenação (como dirigir). Ela afeta a acuidade visual e prolonga a sensação de tempo. A maconha também diminui a vontade de executar tarefas
A droga pode afetar a aprendizagem, pois reduz a capacidade de concentração e atenção
Outros efeitos da maconha podem incluir:
Inflamação das vias aéreas (bronquial), resultando em estreitamento (broncoconstrição) ou espasmos (broncoespasmos) das vias aéreas
Olhos avermelhados
Aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial
Faringite, sinusite, bronquite e asma, em casos de consumo excessivo
Possíveis efeitos graves no sistema imunológico
Dilatação das vias aéreas (broncodilatação)
Usuários regulares podem sofrer efeitos de abstinência quando interrompem o consumo de maconha. Isso pode incluir:
Agitação
Ansiedade
Insônia
Irritação
Como a substância formada quando o organismo processa a maconha pode ser retida no tecido adiposo do corpo, usuários que fazem consumo excessivo podem apresentar vestígios de maconha em exames de urina até 1 mês depois de terem interrompido o consumo da droga.
Acredita-se que a substância ativa na cannabis apresenta propriedades medicinais, que incluem:
Alívio de dores crônicas e espasticidade
Estímulo do apetite em pacientes com AIDS ou submetidos à quimioterapia
Tratamento de glaucoma
Tratamento da náusea causada pela quimioterapia em pacientes com câncer
O THC foi aprovado para essas finalidades, pelo FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos.
O uso da maconha em si continua causando bastante polêmica. Mais de 13 estados nos EUA têm leis que preveem medidas legais para o uso medicinal da maconha. O governo federal ainda considera a maconha como uma substância controlada ilegal, mesmo para o uso medicinal.
FENILCICLIDINA (PCP, “pó de anjo”)
É difícil calcular o consumo atual de fenilciclidina nos Estados Unidos, porque muitas pessoas não sabem que já consumiram essa substância. Outras substâncias ilegais (como a maconha) podem ser misturadas ao PCP sem que o usuário se dê conta.
O PCP pode ser preparado de forma fácil e barata por qualquer pessoa que tenha algum conhecimento sobre química orgânica. Por esse motivo, é uma droga muito utilizada na indústria das drogas ilegais. É vendido ilegalmente na forma de um pó branco que pode ser dissolvido em qualquer álcool ou em água.
O PCP também pode ser consumido de diferentes maneiras.
A velocidade com que afeta o usuário depende da forma como é consumido:
Quando dissolvido, o PCP pode ser injetado (“pico”) e seus efeitos têm início em questão de segundos
Quando misturado a salsa desidratada, orégano ou folhas de maconha, ele pode ser fumado. Os efeitos começam de 2 a 5 minutos, chegando ao auge 15 a 30 minutos depois
Quando ingerido sob a forma de pílula, ou misturado a alimentos ou bebidas, os efeitos do PCO podem ter início depois de 30 minutos. Os efeitos tendem a chegar ao auge de 2 a 5 horas depois
Diferentes dosagens de PCP causam efeitos diversos:
Baixas concentrações de PCP costumam causar sensação de alegria (euforia) e menos inibição, semelhante aos efeitos do álcool
Doses mais altas causam entorpecimento pelo corpo e alterações na percepção, que podem provocar extrema ansiedade e violência
Altas concentrações podem causar paranoia, ouvir vozes (alucinações auditivas) e psicose, semelhante à esquizofrenia
Doses muito altas, geralmente consumidas via oral, podem causar insuficiência renal aguda, arritmias, rigidez muscular, convulsões e até mesmo morte
Devido às propriedades anestésicas (analgésicas) do PCP, os usuários podem se ferir gravemente sem sentir qualquer dor.
Várias outras drogas recreativas se tornaram populares e disponíveis nos últimos anos:
A cetamina, ou ketamina, uma substância associada ao PCP, normalmente chamada de “special K”
O MDMA, ou “ecstasy” (3,4-metilenodioximetanfetamina)
O y-hidroxibutirato (GHB) e o Rohypnol são conhecidos como “drogas do estupro” ou “boa noite cinderela”
OUTROS ALUCINÓGENOS
Além do PCP, outros alucinógenos comumente usados de forma abusiva incluem o LSD (dietilamida de ácido lisérgico), a psilocibina (cogumelos) e o peiote (um cacto que contém o ingrediente ativo da mescalina).
A maioria dos alucinógenos é usada apenas uma vez ou algumas vezes por ano pelos usuários.
As alucinações relacionadas a essas drogas costumam envolver visões e podem incluir formas ou halos ao redor de luzes. Os usuários que apresentam essas alucinações visuais após consumir drogas geralmente sabem que sua percepção está alterada.
Entre os sinais e sintomas do LSD estão:
Ansiedade
Visão turva
Pupilas dilatadas
Imagens assustadoras de coisas que não são reais (alucinações)
Delírios paranoicos
Tremores
O LSD é um alucinógeno muito forte. Apenas pequenas doses são necessárias para produzir efeitos. Em comparação com o LSD, a psilocibina é 100 a 200 vezes mais fraca e a mescalina (peiote) é cerca de 4.000 vezes mais fraca.
Os alucinógenos podem levar à extrema ansiedade e à falta de realidade no auge da experiência com a droga (“bad trip” ou viagem ruim). Essas experiências podem retornar como “flashbacks” mesmo sem um novo consumo da droga. Normalmente, elas ocorrem durante momentos de estresse acentuado e costumam acontecer com menos frequência e de forma intensa após a interrupção do consumo de drogas.
COCAÍNA
O abuso da cocaína aumentou significativamente no final da década de 1980 e no início da década de 1990. Atualmente, está em declínio. Outros nomes descrevem as diferentes formas da cocaína, como “speed”, “crack”, “coca”, “farinha” e “speedball”.
A cocaína pode ser inalada pelo nariz (“cheirar”)
Ela pode ser dissolvida em água e injetada (via intravenosa)
Quando misturada à heroína para o uso intravenoso, a combinação é chamada de “speedball”
Por meio de um simples procedimento químico, a cocaína pode adquirir uma forma que pode ser fumada, conhecida como pasta base ou crack
Fumar a cocaína produz uma sensação intensa e quase instantânea de prazer (euforia), o que é atraente para os usuários.
Outros efeitos incluem:
Sensação aprimorada de segurança e energia
Menos inibição
Dormência local
Potente estímulo do sistema nervoso central
O aumento no consumo e a dependência da cocaína provavelmente ocorrem porque ela produz um auge muito prazeroso que é bastante breve. Esse fator estimula o usuário a usar a droga com mais frequência ou regularmente de modo a obter os efeitos desejados.
A necessidade de consumir quantidade maiores das drogas para obter o mesmo efeito (tolerância) e a dependência podem ocorrer com o consumo regular da cocaína.
Os usuários regulares podem apresentar:
Depressão
Perda de interesse nos estudos, no trabalho, na família e nos amigos
Perda de memória
Alterações de humor
Problemas para dormir
Isolamento social
Como o consumo excessivo pode causar paranoia, os usuários de cocaína podem se tornar violentos.
ANFETAMINAS
Outros nomes usados para descrever anfetaminas ou metanfetaminas incluem “cristal”, “speed”, “ice” ou “crystal meth”.
Durante as décadas de 1950 e 1960, as anfetaminas eram muitas vezes prescritas para problemas como fadiga, obesidade e depressão moderada. Esse consumo foi interrompido porque as drogas causavam muita dependência e, agora, são consideradas substâncias controladas.
Drogas semelhantes à anfetamina que têm venda livre são consumidas de forma abusiva. Geralmente, essas drogas contêm cafeína e outros estimulantes e são vendidas como supressores de apetite ou medicamentos para manter-se acordado/alerta.
Os sinais e sintomas de estimulantes incluem:
Pupilas dilatadas
Sensação exagerada de bem-estar (euforia)
Batimentos cardíacos rápidos
Inquietação e hiperatividade
Rubor
Distúrbios do sono
Tremores
Perda de peso
INALANTES
O uso de inalantes tornou-se popular entre os adolescentes na década de 1960 que “cheiravam cola”. Desde então, uma vasta gama de inalantes tornou-se popular. O consumo de inalantes costuma envolver adolescentes ou crianças em idade escolar. Grupos de crianças tendem a usar inalantes como uma experiência.
Entre os inalantes comumente usados de forma abusiva estão:
Aerossois de desodorantes ou laquê
Líquidos de limpeza
Gasolina
Líquido corretivo para tinta de máquina de escrever
Cola de sapateiro
Tintas em spray
As substâncias químicas são inseridas em um saco plástico ou embebidos em um pano e, em seguida, inalados. As drogas são absorvidas pelo sistema respiratório e causam um estado de alteração mental que dura de 5 a 15 minutos.
Os efeitos negativos do uso abusivo de inalantes incluem:
Dano cerebral
Convulsões
Danos hepáticos ou renais
Lesões neurais (neuropatia periférica)
Morte súbita
A maioria dos casos de consumo de inalantes ocorre entre adolescentes ou pré-adolescentes que não têm acesso imediato a drogas ilegais ou ao álcool.
OPIÁCEOS, OPIOIDES E NARCÓTICOS
Os opiáceos são derivados da papoula de ópio. Essas drogas incluem a morfina e a codeína. Os opioides são substâncias artificiais que produzem o mesmo efeito da morfina ou da codeína. O termo “narcótico” refere-se a outro tipo de droga.
Os opiáceos e narcóticos são analgésicos potentes que causam torpor (sedação) e, em alguns casos, sensação de euforia.
Essas drogas incluem:
Codeína
Heroína
Hidromorfona (Dilaudid)
Metadona
Meperidina (Demerol)
Ópio
Oxicodona (Percocet ou Oxycontin)
Os sinais e sintomas de narcóticos incluem:
Coma, depressão respiratória resultando em coma, além de morte em doses mais altas
Marcas de agulha na pele se o consumo da droga for intravenoso
Batimentos cardíacos acelerados
Estado de relaxamento ou euforia
Cicatrizes de abscessos na pele se o consumo da droga for intravenoso
Pupilas contraídas
Como a heroína é comumente injetada pelas veias (via intravenosa), esse tipo de consumo envolve questões de saúde sobre o compartilhamento de agulhas contaminadas entre os usuários da droga. As complicações do uso compartilhado de agulhas contaminadas incluem hepatite, infecção do vírus HIV e AIDS.
DEPRESSORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL
Essas substâncias produzem efeitos sedativos e de redução da ansiedade que podem levar à dependência.
Esses tipos de drogas incluem:
Álcool
Barbitúricos (amobarbital, pentobarbital, secobarbital)
Benzodiazepinas (Valium, Ativan, Xanax)
Hidrato de cloral
Paraldeído
Os sinais e sintomas do álcool e de outros depressores incluem:
Redução na capacidade de atenção
Incapacidade de tomar decisões conscientemente
Falta de coordenação
Fala enrolada
LIGUE PARA SEU MÉDICO
Se você estiver preocupado com a possibilidade de estar dependente de algum medicamento sob prescrição
Se você estiver preocupado sobre o possível abuso de drogas da sua parte ou de alguém da família
Se você estiver interessado em obter mais informações sobre o abuso de drogas
Se você estiver buscando tratamento para o abuso de drogas da sua parte ou para alguém da família
Você também pode buscar informações e ajuda de grupos de ajuda que praticam o programa dos 12 passos, como:
Alcoólicos Anônimos (AA)
Narcóticos Anônimos (NA)
Referências
Samet JH. Drug abuse and dependence. In: Goldman L, Ausiello D, eds. Cecil Medicine. 23rd ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier;2007:chap 32.
Atualizado em 20/3/2011, por: David C. Dugdale, III, MD, Professor of Medicine, Division of General Medicine, Department of Medicine, University of Washington School of Medicine. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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