Acidente Vascular Cerebral (AVC) Mossoró, Rio Grande do Norte

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Raimundo Fernandes Junior
(84) 9972-1432
Pç. Cong Estevão Dantas 238
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Cardiologia

Dados Divulgados por
Cárdio Diagnóstico Ltda
(84) 3316-4334
Rua Doutor João Marcelino 429
Mossoró, Rio Grande do Norte
 
Fausto Guilherme Xavier Carlos
843-3173
R Melo Franco 106
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Leonardo Davinci Lima Nogueira
(84) 3317-6212
R. Dionisio Filgueira 117 - (Cl Ginecologi
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Antonio Martins de Carvalho
(20) 4933-2177
R Juvenal Lamartine 102
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Cirurgia Geral

Dados Divulgados por
Unicardio Urgencia Cardiologica Mossoro
(84) 3317-2593
Rua Francisco Bessa 168
Mossoró, Rio Grande do Norte
 
Raimundo Fernandes Junior
(84) 9972-1432
Pç. Cong Estevão Dantas 238
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria do Socorro Araujo Rodrigues
(84) 3317-2046
Rua Duodécimo Rosado 10 - Ed. Medical Center
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jesulei Dias da Cunha
(84) 3317-3889
Rua Juvenal Lamartine 640 - Clínica Sommos
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Cirurgia Geral

Dados Divulgados por
Ermance Fernandes Pinheiro
(84) 3321-2677
Pca Conego Estevam Dantas 238
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Cirurgia Geral

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Definição
Às vezes chamado de “ataque cerebral”, um Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma interrupção do fornecimento de sangue para qualquer parte do cérebro.
Nomes alternativos
Doença cerebrovascular; infarto cerebral; hemorragia cerebral; derrame isquêmico; acidente cerebrovascular; derrame hemorrágico
Causas, incidência e fatores de risco
O AVC acontece quando o fluxo de sangue para uma parte do cérebro é interrompido porque um vaso sanguíneo no cérebro está bloqueado ou se rompe.
Se a circulação do sangue for interrompida por mais do que alguns segundos, o cérebro não consegue obter sangue e oxigênio. As células cerebrais podem morrer, causando danos permanentes.
Foto: ADAM
Acidente Vascular Cerebral (AVC)Existem dois tipos principais de AVC: o isquêmico e o hemorrágico.
AVC ISQUÊMICO
Ocorre quando um vaso sanguíneo que fornece sangue ao cérebro é bloqueado por um coágulo de sangue.
Isso pode ocorrer de duas maneiras:
Um coágulo pode se formar em uma artéria que já está muito estreita. Isso se chama trombo. Se ele bloquear completamente a artéria, é chamado de AVC trombótico
Um coágulo pode se desprender de outro lugar nos vasos sanguíneos do cérebro ou alguma outra parte do corpo e se deslocar até o cérebro para bloquear uma artéria menor. Isso se chama embolia. Ele causa um AVC embólico
AVCs isquêmicos podem resultar de artérias obstruídas, uma condição chamada arteriosclerose. Isso pode afetar as artérias dentro do cérebro ou as artérias no pescoço que levam sangue ao cérebro.
Gordura, colesterol ou outras substâncias se acumulam nas paredes das artérias, formando uma substância pegajosa chamada placa. Ao longo do tempo, a placa aumenta gradualmente. Ela frequentemente dificulta que o sangue flua adequadamente, o que pode levar o sangue a coagular.
AVCs isquêmicos também podem ser causados por coágulos de sangue que se formam no coração ou em outras partes do corpo. Esses coágulos se deslocam com o sangue e podem ficar presos nas pequenas artérias do cérebro. Isso se chama embolia cerebral.
Foto: ADAM
Um derrame que afeta o tronco cerebral é uma ameaça potencial à vida. Essa área do cérebro controla funções como respiração e instrução para o coração baterDeterminadas drogas e condições médicas podem fazer com que o sangue tenha mais tendência a coagular e aumentar o risco de um AVC isquêmico. Uma causa comum de AVC isquêmico em pessoas com menos de 40 anos é a dissecção da carótida ou um rasgo na parte interna da artéria carótida. O rasgo deixa o sangue fluir entre as camadas da artéria carótida. Isso causa um estreitamento da artéria carótida, que não ocorre devido à formação da placa.
Alguns AVCs isquêmicos começam sem qualquer hemorragia, então ocorre uma hemorragia na área afetada.
AVC HEMORRÁGICO
O AVC hemorrágico ocorre quando um vaso sanguíneo em parte do cérebro fica fraco e se rompe, fazendo com que o sangue vaze para o cérebro. Algumas pessoas têm imperfeições nos vasos sanguíneos do cérebro que resultam em mais chances de que isso ocorra. O fluxo de sangue que ocorre depois do vaso sanguíneo se romper, danifica as células do cérebro.
RISCOS DE AVC
A pressão arterial alta é o principal fator de risco para AVCs. Também aumentam o risco de AVC:
Fibrilação atrial
Diabetes
Histórico familiar de AVC
Doença cardíaca
Colesterol alto
Idade avançada
Determinados medicamentos aumentam a probabilidade de ocorrência de coágulos de sangue, e, portanto, as chances de um AVC. Pílulas anticoncepcionais podem aumentar as chances de ocorrência de coágulos de sangue, especialmente em mulheres que fumam e têm mais de 35 anos.
Homens têm mais AVC do que mulheres. No entanto, as mulheres têm um risco maior de AVC durante a gestação e nas semanas imediatamente após a gestação.
O risco de hemorragia no cérebro pode ser intensificado, o qual aumenta a probabilidade de ocorrência de um AVC devido a:
Uso de álcool
Distúrbios hemorrágicos
Uso de cocaína
Lesões na cabeça
Sintomas
Os sintomas de AVC dependem da parte do cérebro que é lesada. Em alguns casos, uma pessoa pode nem mesmo estar ciente de que teve um derrame.
Os sintomas geralmente se desenvolvem repentinamente e sem aviso, ou eles podem ocorrer ocasionalmente por um ou dois dias. Os sintomas geralmente são mais graves quando o AVC ocorre pela primeira vez, mas eles podem ficar piores aos poucos.
Pode ocorrer uma dor de cabeça, especialmente se o AVC for causado por hemorragia no cérebro. A dor de cabeça:
Começa repentinamente e pode ser forte
Ocorre quando você está deitado
Acorda você do sono
Piora quando você muda de posição ou se curva, estica ou tosse
Outros sintomas dependem da gravidade do AVC e de qual parte do cérebro é afetada. Os sintomas podem incluir:
Mudança na agilidade (inclusive sonolência, inconsciência e coma)
Mudanças na audição
Mudanças no paladar
Lentidão
Confusão ou perda de memória
Dificuldade para deglutir
Dificuldade para escrever ou ler
Tontura ou sensação anormal de movimento (vertigem)
Falta de controle sobre a bexiga ou intestinos
Perda de equilíbrio
Perda de coordenação
Fraqueza nos músculos da face, do braço ou da perna (geralmente apenas em um lado)
Dormência ou formigamento em um lado do corpo
Alterações de personalidade, humor ou emocionais
Problemas com visão, inclusive visão reduzida, visão dupla ou perda total da visão
Alterações na sensação do toque e na capacidade de sentir dor, pressão, temperaturas diferentes ou outros estímulos
Dificuldade para falar ou compreender outros que estão falando
Dificuldade para caminhar
Exames e testes
Um exame físico e neurológico completo deve ser realizado. Seu médico irá:
Verificar se há problemas com visão, movimento, sensação, reflexos, compreensão e conversação. Seu médico e enfermeiros repetirão este exame ao longo do tempo para ver se seu AVC está ficando pior ou está melhorando
Auscultar para verificar se há algum som anormal, chamado “bruit”, quando usar um estetoscópio para auscultar as artérias carótidas no pescoço. Um bruit é causado por fluxo de sangue turbulento
Verificar e avaliar sua pressão sanguínea, que pode estar alta
Os testes podem ajudar seu médico a determinar o tipo, o local e a causa do AVC e excluir outros distúrbios que possam ser responsáveis pelos sintomas:
Uma tomografia computadorizada (TC) do cérebro é feita frequentemente logo depois de começarem os sintomas. Uma ressonância magnética (RM) do cérebro pode ser feita em vez disso ou depois
Uma angiografia por ressonância magnética (ARM) ou angiografia por TC pode ser feita para verificar se há vasos sanguíneos anormais no cérebro que podem ter causado o AVC
O ecocardiograma pode ser feito se o AVC foi causado por um coágulo de sangue do coração
O duplex scan de carótidas (um tipo de exame de ultrassom) pode mostrar se o estreitamento das artérias do pescoço (estenose carótida) levou ao AVC
Um angiograma da cabeça pode revelar qual vaso sanguíneo está bloqueado ou sangrando e ajudar seu médico a decidir se a artéria pode ser reaberta usando um tubo fino
Testes de laboratório incluirão um hemograma, tempo de hemorragia e testes de coagulação de sangue (tempo de protrombina ou tempo parcial de tromboplastina). Eles também verificarão o colesterol e o açúcar do seu sangue
O eletrocardiograma (ECG) e o monitoramento do ritmo cardíaco podem ajudar a determinar se um batimento cardíaco irregular (como a fibrilação atrial) causou o AVC
Uma punção lombar (exame de fluido cerebrospinal) também pode ser feita
Tratamento
Um AVC é uma emergência médica. O tratamento imediato pode salvar vidas e reduzir a incapacidade. Procure cuidado médico imediato nos primeiros sinais.
É muito importante para as pessoas que estão tendo sintomas de AVC irem a um hospital o mais rápido possível. Se ele for causado por um coágulo do sangue, um medicamento para dissolver coágulos pode ser administrado.
Na maior parte do tempo, os pacientes devem chegar a um hospital dentro de 3 horas depois que os sintomas começarem. Algumas pessoas podem receber esses medicamentos até 4 a 5 horas depois que os sintomas começam. O tratamento depende da gravidade e causa do AVC.
TRATAMENTO NO HOSPITAL
Os medicamentos que dissolvem coágulos (terapia trombolítica) podem ser usados se o AVC for causado por um coágulo de sangue. Alguns remédios desmancham coágulos de sangue e ajudam a restauram o fluxo sanguíneo para a área lesada. No entanto, nem todos podem receber este tipo de remédio.
Para esses medicamentos funcionarem, a pessoa deve ser examinada e o tratamento deve iniciar em até 3 horas desde que os sintomas começaram pela primeira vez. Uma tomografia computadorizada deve ser feita para ver se o AVC é de um coágulo ou uma hemorragia
Se o AVC for causado por hemorragia em vez de coagulação, os medicamentos que dissolvem coágulos (trombolíticos) podem ocasionar mais hemorragia
Outros tratamentos dependem da causa do AVC:
Os anticoagulantes como heparina ou warfarina podem ser usados para tratar de AVCs devido a coágulos de sangue. Ácido acetilsalicílico ou clopidogrel também podem ser usados
Outros medicamentos podem ser necessários para controlar outros sintomas, inclusive pressão alta. Analgésicos podem ser ministrados para controlar dor de cabeça forte
Em algumas situações, uma equipe especial de AVCs e radiologistas especializados podem conseguir usar angiografia para destacar o vaso sanguíneo obstruído e abri-lo
Em caso de AVC hemorrágico, uma cirurgia é frequentemente necessária para remover o sangue da região ao redor do cérebro e reparar os vasos sanguíneos lesados
A cirurgia na artéria carótida pode ser necessária
Nutrientes e fluidos podem ser necessários, especialmente se a pessoa tiver dificuldade para engolir. Eles podem ser ministrados por uma veia (de modo intravenoso) ou por um tubo de alimentação no estômago (tubo para cirurgia de abertura de conduto no estômago). Dificuldades na deglutição podem ser temporárias ou permanentes. Terapia física, terapia ocupacional, terapia de fala e terapia de deglutição, todas iniciarão no hospital.
TRATAMENTO A LONGO PRAZO
O objetivo do tratamento depois de um AVC é ajudar o paciente a recuperar tantas funções quanto possível e impedir futuros AVCs.
O tempo de recuperação e a necessidade de tratamento a longo prazo diferem de pessoa para pessoa. Problemas em se movimentar, pensar e falar frequentemente melhoram nas semanas a meses depois de um AVC. Muitas pessoas que tiveram o problema ainda continuarão a melhorar nos meses ou anos depois dele.
Evolução (prognóstico)
A perspectiva depende do tipo de AVC, de quanto o tecido cerebral está lesado, de quais funções do corpo foram afetadas e do quão rapidamente o tratamento é recebido. A recuperação pode ocorrer completamente ou pode haver alguma perda permanente de função. Mais da metade das pessoas que têm um AVC são capazes de se mover independentemente em casa.
Se o tratamento com medicamentos que dissolvem coágulos for bem-sucedido, os sintomas de um AVC podem desaparecer completamente. No entanto, os pacientes frequentemente não chegam ao hospital cedo o suficiente para receber esses medicamentos ou há condições médicas complicadas que impedem o seu uso.
Pessoas que têm AVC isquêmico (AVC devido a um coágulo do sangue) têm uma chance melhor de sobreviver do que aquelas que têm um AVC hemorrágico (AVC devido à hemorragia no cérebro).
O risco de um segundo AVC é maior nas primeiras semanas ou meses depois do primeiro e então começa a diminuir com o tempo.
Complicações
Respirar comida no canal de ventilação (aspiração)
Expectativa de vida reduzida
Dificuldade de comunicação
Fraturas
Subnutrição
Convulsividade dos músculos
Perda permanente das funções do cérebro
Perda permanente de movimento ou sensibilidade em uma ou mais partes do corpo
Problemas devido à perda de mobilidade, inclusive contraturas articulares e escaras de decúbito
Capacidade reduzida de agir ou cuidar de si mesmo
Interações sociais reduzidas
Efeitos colaterais de remédios
Ligando para seu serviço de assistência médica
O AVC é uma emergência médica que requer tratamento imediato. Ligue para a emergência local se alguém tiver sintomas do problema.
Prevenção
Para ajudar a evitar um AVC:
Evite comidas gordurosas. Siga uma dieta saudável, com baixo teor de gordura
Não beba mais do que 1 a 2 doses de bebida alcoólica por dia
Exercite-se regularmente: 30 minutos por dia se você não estiver com excesso de peso; 60 – 90 minutos por dia se você estiver com excesso de peso
Meça sua pressão arterial a cada 1 a 2 anos, especialmente se a pressão arterial alta for comum em sua família
Verifique seu colesterol. Se você tiver alto risco de AVC, seu colesterol LDL “ruim” deve estar abaixo de 100 mg/dL. Seu médico pode recomendar que você tente reduzir seu colesterol LDL para 70 mg/dL
Siga as recomendações de tratamento do seu médico se você tiver pressão arterial alta, diabetes, colesterol alto e doença cardíaca
Pare de fumar
A terapia da aspirina (81 mg por dia ou 100 mg a cada dois dias) é recomendada para prevenção de AVCs em todos os homens que têm fatores de risco e em mulheres abaixo de 65 anos que têm risco, desde que os benefícios superem os riscos.
Deve ser considerada para mulheres acima de 65 anos somente se a pressão arterial delas for controlada e o benefício for maior do que o risco de sangramento gastrointestinal e hemorragia cerebral. Pergunte ao seu médico se ácido acetilsalicílico é correta para você.
Seu médico também pode recomendar a terapia com ácido acetilsalicílico ou outro anticoagulante se você tiver tido um ataque isquêmico transitório (TIA) ou AVC no passado, ou se você tiver atualmente:
Insuficiência cardíaca congestiva
Batimento cardíaco irregular (como fibrilação atrial)
Válvula cardíaca mecânica
Outros fatores de risco de AVC
Um tipo de cirurgia chamada endarterectomia carotídea pode ajudar a impedir que novos AVCs ocorram em pessoas com grandes bloqueios em suas artérias do pescoço.
Referências
Latchaw RE, Alberts MJ, Lev MH, Connors JJ, Harbaugh RE, Higashida RT et al. Recommendations for imaging of acute ischemic stroke: a scientific statement from the American Heart Association. Stroke. 2009;40:3646-3678. Epub 2009 Sep 24.
Del Zoppo GJ, Saver JL, Jauch EC, Adams HP Jr: American Heart Association Stroke Council, Expansion of the time window for treatment of acute ischemic stroke with intravenous tissue plasminogen activator: a science advisory from the American Heart Association/American Stroke Association. Stroke. 2009;40:2945-2948. Epub 2009 May 28.
Adams RJ, Albers G, Alberts MJ, Benavente O, Furie K, Goldstein LB, et al. Update to the AHA/ASA recommendations for the prevention of stroke in patients with stroke and transient ischemic attack. Stroke. 2008;39:1647-1652. Epub 2008 Mar 5.
Chung CS, Caplan LR. Stroke and other neurovascular disorders. In: Goetz, CG, eds. Textbook of Clinical Neurology. 3rd ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier; 2007:chap 45.
Atualizado em 15/6/2010, por: Daniel B. Hoch, PhD, MD, Assistant Professor of Neurology, Harvard Medical School, Department of Neurology, Massachusetts General Hospital. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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