Anorexia Nervosa Abaetetuba, Pará

Procurando por mais informações sobre Anorexia Nervosa em Abaetetuba? Encontre aqui endereços e telefones de hospitais e médicos em Abaetetuba que podem esclarecer suas dúvidas sobre Anorexia Nervosa. Aproveite para conseguir dicas e mais informações com nossos artigos informativos e conhecer os hospitais e médicos de sua região.

Hospital Santa Rosa
(91) 3751-1394
Rua Joaquim Mendes Contente 1360
Abaetetuba, Pará
 
Hospital São José Ltda
(91) 3721-1348
Avenida Presidente Getúlio Vargas 3506
Castanhal, Pará
 
Hospital de Capuava
(94) 3424-0691
Avenida Belo Horizonte
Redenção, Pará
 
Hospital Divina Providência
(91) 4005-6100
Avenida João Paulo II 71
Marituba, Pará
 
Hospital e Maternidade Santa T
(93) 3523-2212
Avenida Tapajós 1671
Santarém, Pará
 
Hospital Imaculada Conceição
(93) 3522-5025
Tv Sete de Setembro 611
Santarém, Pará
 
Hospital São Francisco
(94) 3331-1197
Avenida Ananias Costa 646
São Geraldo do Araguaia, Pará
 
Climag- Hospital e Maternidade
(94) 3435-1214
Avenida Antônio Marques Ribeiro 900
São Félix do Xingu, Pará
 
Hospital e Maternidade Doutor
(91) 3441-1292
Avenida Barão Rio Branco
Igarapé-Açu, Pará
 
Clínica Acidentados Sta Rita
(93) 3522-2795
Avenida Marechal Rondon 3069
Santarém, Pará
 

Anorexia nervosa

Anorexia nervosa

Definição
A anorexia nervosa é um distúrbio alimentar que envolve a incapacidade de ficar no peso corporal mínimo considerado saudável para a idade e altura da pessoa. Calcule seu IMC (índice de massa corporal) com a ferramenta do iG.
Pessoas com este distúrbio podem ter um medo intenso de ganhar peso, mesmo quando estão abaixo do peso normal. Elas podem usar dietas extremas, exercícios excessivos ou outros métodos para perder peso.
Consulte também:
Bulimia
Causas, incidência e fatores de risco
As causas exatas da anorexia nervosa são desconhecidas. Vários fatores provavelmente estão envolvidos. Genética e hormônios podem desempenhar um papel no seu desenvolvimento. Atitudes sociais que promovem de maneira irreal tipos de corpos magros também podem contribuir.
Cada vez mais, há evidências de que conflitos na família não contribuem para este ou outros distúrbios alimentares. A maioria das organizações de saúde mental deixou de apoiar essa teoria.
Os fatores de risco incluem:
Ser perfeccionista
Sentir aumento na preocupação ou atenção com o peso e a forma
Ter problemas alimentares e digestivos na primeira infância
Ter mãe ou pai com anorexia ou vícios
Ter pais que estejam preocupados com peso e perda de peso
Ter autoimagem negativa ou alto nível de sentimentos negativos em geral
Passar por uma alteração estressante na vida, como um novo emprego ou mudança, ou eventos como estupro ou abuso
A anorexia geralmente começa na adolescência ou na fase adulta jovem. É mais comum em mulheres, mas também pode ser vista em homens. O distúrbio é observado principalmente em mulheres brancas com escolaridade alta e que têm família ou personalidade focadas em objetivos.
Sintomas
Para ser diagnosticada com anorexia, uma pessoa deve:
Ter medo enorme de ganhar peso ou ficar gorda, mesmo quando estão abaixo do peso normal
Recusar-se a manter o peso no que é considerado normal ou aceitável para sua idade e altura (15% ou mais abaixo do peso esperado)
Ter uma imagem corporal muito distorcida, ser muito focada no peso ou na forma corporal, e recusar a admitir ou reconhecer a gravidade da perda de peso
Não ter tido períodos menstruais por três ou mais ciclos (em mulheres)
As pessoas com anorexia podem limitar gravemente a quantidade de comida que ingerem e depois provocar vômitos.
Outros comportamentos incluem:
Cortar a comida em pequenos pedaços ou movê-los no prato em vez de comê-los
Exercitar-se o tempo todo, mesmo quando o tempo está ruim, machucar-se ou manter-se ocupado todo o tempo
Ir ao banheiro imediatamente após as refeições
Recusar-se a comer perto de outras pessoas
Usar comprimidos para urinar (diuréticos), evacuar (enemas e laxantes) ou para reduzir o apetite (comprimidos dietéticos)
Outros sintomas de anorexia podem incluir:
Pele manchada ou amarelada, seca e coberta por pelos finos
Pensamento confuso ou lento, junto com memória ou julgamento deficientes
Depressão
Boca seca
Extrema sensibilidade ao frio (vestir várias camadas de roupas para ficar aquecido)
Perda de resistência dos ossos
Desgaste dos músculos e perda de gordura corporal
Exames e testes
Outras causas de perda de peso ou atrofia muscular devem ser descartadas com exames médicos. Conheça o Guia de Exames do iG.
Exemplos de outras condições que possam causar esses sintomas incluem:
Doença de Addison
Doença celíaca
Doença inflamatória intestinal
Os exames devem ser feitos para ajudar a determinar a causa da perda de peso ou qual dano a perda de peso causou. Vários desses testes serão repetidos ao longo do tempo para monitorar o paciente.
Esses exames podem incluir:
Albumina
Exames de densidade óssea para verificar se há ossos finos (osteoporose)
Hemograma completo
Eletrocardiograma (ECG)
Eletrólitos
Testes de funcionamento dos rins
Testes da função hepática
Proteína total
Testes de funcionamento da tireoide
Urinálise
Tratamento
Foto: ADAM
Pirâmide de alimentosO maior desafio no tratamento da anorexia nervosa é fazer a pessoa reconhecer que tem uma doença. A maioria das pessoas com anorexia nervosa nega que tem um distúrbio alimentar. Em geral, os indivíduos somente começam um tratamento quando a doença está bastante avançada.
Os objetivos do tratamento são, primeiro, recuperar o peso corporal e os hábitos alimentares normais. Um ganho de peso de 0,5 a 1,4 kg por semana é considerado um objetivo seguro.
Vários programas diferentes foram desenvolvidos para tratar da anorexia. Algumas vezes, o ganho de peso é alcançado usando-se programas para alimentação, atividade física menor e maior atividade social, para pacientes internados e externos. Vários pacientes começam com uma permanência curta no hospital para acompanhamento com um programa de tratamento diário.
Os médicos que geralmente estão envolvidos nesses programas incluem profissionais de enfermagem, médicos, um nutricionista e psicólogos.
O tratamento é normalmente muito desafiador e requer trabalho árduo pelos pacientes e suas famílias. É possível que várias terapias sejam tentadas até que o paciente tenha sucesso em superar este distúrbio.
Os pacientes podem desistir dos programas se tiverem expectativas não realistas de serem “curados” somente com a terapia.
Embora uma permanência curta no hospital seja um modo comum de iniciar o tratamento, uma permanência mais longa pode ser necessária se:
A pessoa tiver perdido muito peso, como estar abaixo de 70% do seu peso corporal ideal para sua idade e altura. A subnutrição for grave e colocar a vida em risco, podendo exigir alimentação através de veia ou tubo de alimentação no estômago
A perda de peso continuar apesar do tratamento
Surgirem complicações médicas, como problemas cardíacos, confusão ou desenvolvimento de níveis baixos de potássio
A pessoa tiver depressão grave ou pensar em cometer suicídio
Diferentes tipos de psicoterapias são usados para tratar de pessoas com anorexia:
Terapia comportamental cognitiva individual, terapia de grupo e terapia familiar são todas bem-sucedidas
O objetivo da terapia é mudar os pensamentos ou o comportamento de um paciente para encorajá-lo a comer de maneira mais saudável. Esse tipo de terapia é mais útil para tratamentos de pacientes mais jovens que não tiveram anorexia por muito tempo
Se o paciente for jovem, a terapia pode envolver toda a família. Abordagens mais novas veem a família como parte da solução, em vez da causa do distúrbio alimentar
Grupos de apoio também podem fazer parte do tratamento. Em grupos de apoio, pacientes e familiares se encontram e compartilham aquilo pelo que passam
Medicamentos, como antidepressivos, antipsicóticos e estabilizadores de humor, podem ajudar alguns pacientes anoréxicos quando ministrados como parte de um programa de tratamento completo. Por exemplo: olanzapina, inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs) e antidepressivos. Esses medicamentos podem ajudar a tratar a depressão ou a ansiedade.
Teste: qual o seu grau de ansiedade?
Embora essas drogas possam ajudar, nenhum medicamento foi comprovado para reduzir o desejo de perder peso.
Grupos de apoio
Consulte: Distúrbios alimentares – grupo de apoio
Evolução (prognóstico)
A anorexia nervosa é uma condição médica grave e potencialmente fatal. Em algumas estimativas, ela leva à morte em 10% dos casos. Programas de tratamento experimentados têm uma boa taxa de êxito na recuperação do peso normal, mas é comum a doença retornar.
Mulheres que desenvolvem este distúrbio alimentar em idade precoce têm melhor chance de recuperação completa. No entanto, a maioria das pessoas com anorexia continuará preferindo um peso corporal mais baixo e estará preocupada com alimentos e calorias de uma certa forma. O controle do peso pode ser difícil, e um tratamento prolongado pode ser necessário para ajudar a manutenção de um peso corporal saudável.
Complicações
As complicações podem ser graves. Uma permanência no hospital pode ser necessária.
As complicações podem incluir:
Inchaço
Enfraquecimento dos ossos
Desequilíbrio eletrolítico (como níveis baixos de potássio)
Arritmias cardíacas perigosas
Redução de glóbulos brancos que leva a maior risco de infecção
Desidratação grave
Má nutrição grave
Convulsões devido à perda de líquidos como resultado de diarreia ou vômitos excessivos
Problemas na glândula tireoide, que podem levar à intolerância ao frio e à constipação
Cáries dentárias e queda de dentes
Ligando para o médico
Converse com seu médico se uma pessoa próxima a você estiver:
Excessivamente preocupada com o peso
Exercitando-se em excesso
Restringindo a ingestão de alimento
Gravemente abaixo do peso ideal
Obter ajuda médica precoce pode reduzir a gravidade de um distúrbio alimentar.
Prevenção
Em alguns casos, a prevenção pode não ser possível. Encorajar atitudes saudáveis e realistas em relação ao peso e à dieta podem ajudar. Algumas vezes, a psicoterapia pode ajudar.
Referências
Attia E, Walsh BT. Beahvioral management for anorexia nervosa. N Engl J Med. 2009;360:500-506.
Gowers SG. Management of eating disorders in children and adolescents. Arch Dis Child. 2008;93:331-334.
American Psychiatric Association. Treatment of patients with eating disorders, third edition. American Psychiatric Association. Am J Psychiatry. 2006;163(7 Suppl):4-54.
Bulik CM, Berkman ND, Brownley KA, Sedway JA, Lohr KN. Anorexia nervosa treatment: a systematic review of randomized controlled trials. Int J Eat Disord. 2007;40(4):310-320.
le Grange D, Lock J, Loeb K, Nicholls D. Academy for eating disorders position paper: The role of the family in eating disorders. Int J Eat Disord. 2009;43:1-5.
Fisher Ca, Hetrick SE, Rushford N. Family therapy for anorexia nervosa. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Apr 14; (4):CD004780.
Atualizado em 18/4/2011, por: Fred K. Berger, MD, Addiction and Forensic Psychiatrist, Scripps Memorial Hospital, La Jolla, California. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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