Apneia Obstrutiva do Sono Abaetetuba, Pará

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José Manoel M Rodrigues Brandão
(91) 3751-2178
r Siqueira Mendes, 1675, Centro
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Clínica São José
(91) 3751-1689
r Siqueira Mendes, 1258, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Clinicardio Clínica de Cardiologia
(91) 3751-2445
tv Pedro Pinheiro Paes, 234, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Hospital Geral Abaetetuba Ltda
(91) 3751-2271
av Dom Pedro II, 1538, Centro
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
CEMA-Centro Médico de Abaetetuba
(91) 3751-1462
tv Pedro Pinheiro Paes, 77, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Maternidade Dr Edilson Souza
(91) 3751-1245
av Pedro Rodrigues, 349, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Hospital Júlia Seffer
(91) 3751-2727
r Pedro Borges Rêgo, 1306, Santa Rosa
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Elza B Brito
(91) 3751-1892
r Br Do Rio Branco, 1877, Centro
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Consultório Dr Alberto da Silva Araújo Filho
(91) 3751-1145
av Pedro Rodrigues, 424, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Silva, Manoel J L
(91) 3751-1917
av Dom Pedro II, 613, Centro
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Apneia obstrutiva do sono

Apneia obstrutiva do sono

Definição
A apneia obstrutiva do sono é uma doença em que a pessoa apresenta episódios de respiração interrompida durante o sono.
Este artigo discorre sobre a apneia obstrutiva do sono em adultos.
Consulte também:
Distúrbios do sono
Nomes alternativos
Apneia do sono – obstrutiva; apneia – síndrome da apneia obstrutiva do sono; distúrbio respiratório do sono
Causas, incidência e fatores de risco
Geralmente, os músculos da parte superior da garganta ajudam a manter as vias respiratórias abertas e permitem o fluxo do ar para os pulmões. Embora esses músculos costumem relaxar durante o sono, a faringe permanece aberta o bastante para permitir a passagem do ar.
Foto: ADAM
Apneia obstrutiva do sonoEntretanto, em algumas pessoas, essa região da garganta é mais estreita. Quando os músculos das vias aéreas superiores relaxam durante o sono, pode haver sua oclusão total. Isso impede que o ar chegue aos pulmões.
Podem ocorrer roncos altos e respiração forçada. Durante o sono profundo, a respiração pode ser interrompida por um período (geralmente mais de 10 segundos). Isso é chamado de apneia.
Um episódio de apneia é seguido por uma tentativa súbita de respirar e uma alteração para uma etapa mais leve de sono. O resultado é um sono fragmentado ou interrompido que não é revigorante. Como consequência, as pessoas com apneia do sono sentem-se mais lentas ou sonolentas durante o dia, o que recebe o nome de sonolência excessiva diurna.
Homens idosos e obesos parecem apresentar um risco maior, embora muitas pessoas com apneia obstrutiva do sono não sejam obesas.
Os fatores a seguir também podem aumentar seu risco de apresentar apneia obstrutiva do sono:
Determinados formatos de palato e mandíbula
Tensilas e adenoides grandes em crianças
Pescoço ou clavícula largos
Língua grande
Via respiratória estreita
Obstrução nasal
Obesidade
Ingerir álcool ou usar sedativos antes de dormir pode aumentar a probabilidade de um episódio de apneia.
Sintomas
Normalmente, uma pessoa com apneia obstrutiva do sono não sabe que tem episódios de apneia durante a noite. Seus familiares, principalmente os cônjuges, presenciam os períodos de apneia.
Um paciente com apneia obstrutiva do sono normalmente ronca profundamente logo após adormecer. O ronco continua em ritmo regular por algum tempo, tornando-se cada vez mais alto. Em seguida, é interrompido por um longo período de silêncio durante o qual não há respiração. Essa oclusão é seguida por um urro alto e um suspiro e o ronco recomeça. Esse padrão é repetido com frequência durante toda a noite.
Os principais sintomas costumam estar associados à sonolência excessiva diurna:
Sonolência diurna anormal, inclusive adormecer em momentos inadequados
Acordar cansado pela manhã
Outros sintomas possíveis:
Depressão (possivelmente)
Problemas de memória
Cefaleia diurna
Mudanças de personalidade
Falta de concentração
Sono agitado e irregular
Despertar frequente durante o sono para urinar
Insônia
Outros sintomas que podem ocorrer com essa doença:
Comportamento hiperativo, principalmente em crianças
Inchaço nas pernas (se o caso for grave)
Exames e testes
O médico realizará um exame físico e um histórico médico completos, que envolverá examinar cuidadosamente sua boca, pescoço e garganta. Talvez você precise responder um questionário sobre a sua sonolência diurna, qualidade do sono e hábitos noturnos.
Um estudo do sono (polissonografia) é usado para confirmar a apneia obstrutiva do sono.
Outros exames que podem ser realizados incluem:
Gasometria arterial
Eletrocardiograma (ECG)
Ecocardiograma
Estudos de função da tireoide
Tratamento
O objetivo é manter as vias respiratórias abertas para que a respiração não seja interrompida durante o sono.
As seguintes mudanças no estilo de vida podem aliviar os sintomas da apneia do sono em algumas pessoas:
Evitar a ingestão de álcool e sedativos antes de dormir
Evitar dormir de barriga para cima
Perder peso
Atualmente, o CPAP (máscara para pressão positiva contínua na via aérea) é considerado o tratamento padrão para a apneia obstrutiva do sono na maioria das pessoas. Muitos pacientes não toleram o tratamento com CPAP. Um bom apoio e acompanhamento de um centro de estudos do sono pode, normalmente, ajudar a superar qualquer problema com a utilização do CPAP. Para obter mais informações sobre esse tratamento, consulte: CPAP.
Talvez alguns pacientes precisem usar aparelhos odontológicos na boca durante a noite para manter a mandíbula posicionada mais para frente.
As cirurgias costumam ser a melhor opção em alguns casos. Isso pode envolver:
Uvulopalatofaringoplastia (UPFP): para remover o excesso de tecido na parte posterior da garganta
Cirurgias mais invasivas: para corrigir estruturas anormais da face nos raros casos em que o paciente apresenta apneia do sono grave ou em que o tratamento não tiver ajudado
Traqueostomia: para criar uma abertura na traqueia e contornar as vias respiratórias bloqueadas caso existam problemas anatômicos (raramente realizada)
Cirurgias no nariz ou na cavidade óssea
A cirurgia para remoção de tonsilas e adenoides pode curar a doença em crianças, mas ela parece não ser eficaz na maioria dos adultos.
Evolução (prognóstico)
Com tratamento, os sintomas da apneia do sono devem ser completamente corrigidos.
Complicações
Em razão da sonolência diurna, as pessoas com apneia do sono apresentam um risco maior de:
Acidentes de automóvel por dirigir com sono
Acidentes de trabalho por adormecer no serviço
A apneia obstrutiva do sono não tratada pode conduzir a (ou piorar) uma doença cardiovascular, como:
Pressão alta
Insuficiência cardíaca
AVC
Arritmias cardíacas
Ligando para seu médico
Ligue para o seu médico se:
Você apresentar sonolência excessiva diurna
Você ou sua família notarem sintomas de apneia obstrutiva do sono
Você tiver a doença e os sintomas não melhorarem com o tratamento ou novos sintomas aparecerem
Procure ajuda médica imediata ou ligue para o número de emergência local (como 192) se você apresentar algum dos seguintes sinais de emergência médica:
Perda de consciência
Sonolência extrema
Alucinações
Mudanças de personalidade
Confusão persistente
Prevenção
As crianças com tonsilas e adenoides muito grandes podem desenvolver a apneia do sono ou outros problemas relacionados. Elas devem ser examinadas por um médico para determinar se outros exames são necessários.
Referências
Bradley TD, Floras JS. Obstructive sleep apnoea and its cardiovascular consequences. Lancet. 2009;373:82-93.
Patel NP, Ahmed M, Rosen I. Split-night polysomnography. Chest. 2007;132(5):1664-1671.
Basner RC. Continuous positive airway pressure for obstructive sleep apnea. N Engl J Med. 2007;356(17):1751-1758.
Patil SP, Schneider H, Schwartz AR, Smith PL. Adult obstructive sleep apnea: pathophysiology and diagnosis. Chest. 2007;132(1):325-337.
Darrow DH. Surgery for pediatric sleep apnea. Otolaryngol Clin North Am. 2007;40(4):855-875.
Atualizado em 15/9/2010, por: Denis Hadjiliadis, MD, Assistant Professor of Medicine, Division of Pulmonary, Allergy and Critical Care, University of Pennsylvania, Philadelphia, PA. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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