Câncer Esofágico Curitiba, Paraná

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Lucas Darci Segatti
(41) 9228-9178
Av. Iguacu 820
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ivan Jose Paredes Bartolomei
(41) 3077-4792
Rua da Paz 195 - Sala 1B
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aramis Renato Budal Guimaraes
(95) 3132-2245
R Martin Afonso 705
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dalton Fujiwara Chuman
(41) 3262-4488
Rua Madre Leonie 463
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Cristina Hsin Wei Hsu Cleto
(41) 3035-5321
Rua Mendes Leitao 282
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Grau Clinicenter Pinheirinho
413-0168
R Amintas de Barros 990
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
José Marcos
(41) 3345-4477
Rua Guararapes 2208 - Casa
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aracy de Cassia Pucu Costa Pinheiro
(41) 3013-4976
Av Republica Argentina 452 - Sala 1002/1003
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Cristina Singer Wallbach
(41) 3283-1154
Rua Dr. Marcelinoogueira 215 - 5ºAndar Sala 23
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Irilea Cristina S. Settim
382-2153
R. Joao Angelo Cordeiro 770 - Sala 02
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Câncer esofágico

Câncer esofágico

Definição
O câncer esofágico é um tumor maligno do esôfago, o tubo muscular que movimenta o alimento da boca para o estômago.
Nomes alternativos
Câncer – esôfago
Causas, incidência e fatores de risco
O câncer esofágico é relativamente incomum. Ocorre com maior frequência em pessoas com mais de 50 anos. Existem dois tipos principais de câncer esofágico: carcinoma de células escamosas e adenocarcinoma. Esses dois tipos são diferentes quando observados no microscópio.
O câncer esofágico de células escamosas está associado ao fumo e ao consumo de álcool.
O Esôfago de Barrett, uma complicação da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), aumenta significativamente o risco de adenocarcinoma do esôfago.
Outros fatores de risco do adenocarcinoma do esôfago incluem:
Uso de álcool
Obesidade
Nutrição deficiente
Fumo
Sintomas
Movimento no sentido inverso do alimento através do esôfago e possivelmente da boca (regurgitação)
Dor no peito não relacionada ao ato de comer
Dificuldade para deglutir sólidos ou líquidos
Azia
Vômito com sangue
Perda de peso
Exames e testes
Os exames usados para ajudar a diagnosticar o câncer esofágico podem incluir:
Esofagograma
Esofagogastroduodenoscopia (EGD) e biópsia
Ressonância magnética (RM) do peito ou tomografia computadorizada torácica (geralmente usada para ajudar a determinar o estágio da doença)
Tomografia por emissão de pósitrons (pode ser útil para determinar o estágio da doença e se é possível realizar uma cirurgia)
Ultrassom endoscópico (também pode ser usado para determinar o estágio da doença)
O exame de fezes pode mostrar pequenas quantidades (ocultas) de sangue nas fezes.
Tratamento
Quando o câncer esofágico ocorre apenas no esôfago e não se espalha, a cirurgia é o tratamento recomendado. O objetivo da cirurgia é remover o câncer.
Algumas vezes a quimioterapia, a radiação ou uma combinação das duas pode ser usada em vez da cirurgia, ou para facilitar a realização da cirurgia.
Se o paciente não puder tolerar a cirurgia ou se o câncer tiver se espalhado para outros órgãos, poderá ser usada a quimio ou a radioterapia para ajudar a reduzir os sintomas. Isso é chamado de tratamento paliativo. Nesses casos, a doença geralmente não é curável.
Outros tratamentos que podem ser usados para melhorar a capacidade de deglutição de um paciente incluem dilatação endoscópica do esôfago (algumas vezes com colocação de um stent para manter o esôfago dilatado) ou terapia fotodinâmica. Na terapia fotodinâmica, um medicamento especial é injetado no tumor que é, então, exposto à luz. A luz ativa o medicamento que ataca o tumor.
Grupos de apoio
Normalmente, os pacientes podem aliviar a tensão da doença participando de um grupo de apoio de pessoas que compartilham experiências e problemas em comum.
Evolução (prognóstico)
O câncer esofágico é uma doença muito difícil de curar. Se o câncer não tiver se disseminado para fora do esôfago, a cirurgia pode aumentar as chances de sobrevivência.
A radioterapia é usada no lugar da cirurgia em alguns casos em que o câncer não tenha se espalhado para outros órgãos.
Para pacientes com câncer disseminado, a cura geralmente não é possível. O tratamento é recomendado para aliviar os sintomas.
Complicações
Dificuldade para deglutir
Pneumonia
Perda de peso grave resultante de alimentação insuficiente
Disseminação do tumor para outras áreas do corpo
Ligando para seu médico
Ligue para o seu médico se tiver, sem nenhuma causa conhecida, dificuldade para deglutir, se essa condição não melhorar ou se você apresentar outros sintomas de câncer esofágico.
Prevenção
As orientações a seguir podem ajudar a reduzir o risco de câncer esofágico de células escamosas:
Evite fumar
Diminua ou elimine bebidas alcoólicas
Leia também: Correr pode ajudar a parar de fumar
Pessoas com sintomas de refluxo gastroesofágico grave devem procurar assistência médica.
O exame com EGD e a biópsia em pessoas com esôfago de Barrett pode levar à descoberta precoce e à maior chance de sobrevivência. Indivíduos diagnosticados com esôfago de Barrett devem ser examinados regularmente para verificar se há câncer esofágico.
Referências
Orlando RC. Diseases of the esophagus. In: Goldman L, Ausiello D, eds. Cecil Medicine. 23rd ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier;2007:chap 140.
National Cancer Institute. Esophageal Cancer Treatment PDQ. Updated July 2, 2009.
Esophageal Cancer. NCCN Clinical Practice Guidelines in Oncology. National Comprehensive Cancer Network, Inc. 2009. Accessed October 17, 2009.
Atualizado em 31/1/2011, por: David C. Dugdale, III, MD, Professor of Medicine, Division of General Medicine, Department of Medicine, University of Washington School of Medicine; and George F. Longstreth, MD, Department of Gastroenterology, Kaiser Permanente Medical Care Program, San Diego, California. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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