Câncer de Bexiga Esteio, Rio Grande do Sul

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Rui Soares Silveira
(51) 473-1528
Ferroviariosdos 119 - 603/604
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marizane Silva Barneche Santos
(51) 3473-0736
Rua dos Ferroviarios 119 - Cj 804
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Comparsi Apes
(51) 3473-3834
Dom Pedro 55
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Leopoldo Amorim
3452-4903
Nossa senhora da conceição 216 (sala 401)
Sapucaia Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Conceicao Macedo
(53) 3222-3160
Rua 15 - de Novembro 607 Salas 15 e 16
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luciano Annerl
(51) 473-0736
Ferroviariosdos 119 - 804
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Luiz Loef
(51) 3473-4508
Presidente Vargas 1774
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Mario Tadeu Lobato Sperb
(51) 473-2415
Rua Dom Pedro 362
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fernanda Etcheverry Almeida Silva
(53) 3225-3862
Quinze Deovembro 771 - 101
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Miguel Luiz Almeida Cunha
(51) 3472-8096
Domingos Martins 111 - Cj. 101
Canoas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Câncer de bexiga

Câncer de bexiga

Definição
O câncer de bexiga é um tumor maligno na bexiga. A bexiga é o órgão localizado no centro do baixo abdome que armazena a urina.
Nomes alternativos
Carcinoma de células transicionais da bexiga; câncer urotelial
Causas, incidência e fatores de risco
Nos Estados Unidos, o câncer de bexiga normalmente começa nas células que revestem a bexiga (células transicionais).
Esses tumores são classificados de acordo com o modo de crescimento:
Os tumores papilares têm uma aparência de verruga e estão conectados a um talo.
Os tumores não papilares (chatos) são muito menos comuns. Entretanto, são mais invasivos e têm um prognóstico pior.
Como em quase todos os tipos de câncer, a causa exata do câncer de bexiga é incerta.
Contudo, vários fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento:
Cigarro. Fumar aumenta o risco de desenvolver câncer de bexiga em até cinco vezes. Até 50% de todos os casos de câncer de bexiga em homens e 30% em mulheres pode ser causado pelo cigarro. As pessoas que param de fumar têm uma diminuição gradual no risco.
Exposição química no trabalho. Cerca de um em cada quatro casos de câncer de bexiga é causado pela exposição a químicos que causam câncer (carcinógenos) no trabalho. Os trabalhadores que lidam com corantes, borracha, alumínio, couro, caminhoneiros e aplicadores de pesticida são os profissionais que correm mais riscos. As arilaminas são as principais substâncias químicas responsáveis. Entretanto, as arilaminas foram reduzidas ou eliminadas em muitos locais de trabalho.
Radiação e quimioterapia. As mulheres que receberam radioterapia para o tratamento de câncer cervical têm um maior risco de desenvolver câncer de células transicionais da bexiga. Algumas pessoas que recebem a droga ciclofosfamida usada na quimioterapia também têm maior risco.
Infecção da bexiga. Uma infecção ou irritação crônica da bexiga pode levar ao desenvolvimento de câncer escamocelular da bexiga. As infecções da bexiga não aumentam o risco de câncer de células transicionais.
Infecção por parasitas. A infecção com o parasita da esquistossomose foi relacionada com o desenvolvimento de câncer da bexiga.
A associação entre adoçantes artificiais e o câncer de bexiga foi estudada e é fraca ou inexistente.
O câncer de bexiga é classificado de acordo com sua agressividade e com base nas diferenças do tecido vesical. Existem várias formas diferentes de classificar tumores. Recentemente, o sistema de estadiamento do tumor, linfonodo e metástase (TNM) se tornou comum.
Esse sistema de estadiamento categoriza os tumores usando a seguinte escala:
Estágio 0 – tumores não invasivos localizados somente no revestimento da bexiga
Estágio I – o tumor atravessa o revestimento da bexiga, mas não atinge a camada muscular da bexiga
Estágio II – o tumor atinge a camada muscular da bexiga
Estágio III – o tumor ultrapassa a camada muscular da bexiga atingindo os tecidos ao redor da bexiga
Estágio IV – o tumor se espalha para os linfonodos vizinhos ou para lugares distantes (metástase)
O câncer de bexiga se espalha estendendo-se aos órgãos vizinhos, incluindo:
Próstata
Reto
Ureteres
Útero
Vagina
Ele também pode se espalhar para linfonodos da pelve ou para outras partes do corpo, como:
Ossos
Fígado
Pulmões
Sintomas
A maioria dos sintomas do câncer de bexiga também pode ocorrer em doenças não cancerosas.
É importante que você seja avaliado se tiver um dos seguintes sintomas:
Sangue na urina
Dor ao urinar
Frequência urinária
Urgência urinária
Outros sintomas que podem ocorrer com essa doença:
Dor abdominal
Anemia
Dor ou sensibilidade nos ossos
Letargia ou fadiga
Incontinência urinária
Perda de peso
Sinais e testes
O médico fará um exame físico, incluindo um exame pélvico e retal.
Foto: ADAM
CistoscopiaOs exames que podem ser feitos abrangem:
Tomografia computadorizada abdominal
Biópsia da bexiga (normalmente realizada durante uma cistoscopia)
Cistoscopia (examinar a parte interior da bexiga com a câmera)
Pielograma intravenoso
Uranálise
Citologia urinária
A cistoscopia é um procedimento que usa um cabo de fibra óptica flexível inserido através da uretra na bexiga urinária. O médico enche a bexiga com água e inspeciona o seu interior.
A imagem vista através do cistoscópio também pode ser vista em um monitor colorido e registrada em fita para avaliação posterior.
Tratamento
A escolha do tratamento depende do estágio do tumor, da gravidade dos sintomas e da presença de outras doenças.
Tratamentos para os estágios 0 e I:
Cirurgia para remover o tumor sem remover o resto da bexiga
Quimioterapia ou imunoterapia diretamente na bexiga
Tratamentos para os estágios II e III:
Cirurgia para remover a bexiga inteira (cistectomia radical)
Cirurgia para remover somente parte da bexiga, seguida de radioterapia e quimioterapia
Quimioterapia para diminuir o tumor antes da cirurgia
Combinação de quimioterapia e radiação (em pacientes que optam por não ser operados ou que não podem ser operados)
A maioria dos pacientes com tumores de estágio IV não pode ser curada e a cirurgia não é adequada. Para esses pacientes, a quimioterapia é frequentemente considerada.
QUIMIOTERAPIA
A quimioterapia pode ser aplicada a pacientes com estágio II e III da doença, tanto antes quanto depois da cirurgia, para prevenir a reincidência do tumor.
A quimioterapia pode ser aplicada como uma só droga ou em diferentes combinações de drogas.
Essas drogas incluem:
Carboplatina
Cisplatina
Ciclofosfamida
Docetaxel
Doxorrubicina
Gencitabina
Ifosfamida
Metotrexato
Paclitaxel
Vimblastina
A combinação de gencitabina e cisplatina é tão eficaz quanto um tratamento mais antigo chamado de metotrexato, vimblastina, doxorrubicina e cisplatina (MVAC), mas tem menos efeitos colaterais. Muitos centros substituíram o MVAC por essa nova combinação. O paclitaxel e a carboplatina são outra combinação eficaz frequentemente utilizada.
Para os primeiros estágios da doença (0 e I), a quimioterapia normalmente é aplicada diretamente na bexiga. Muitos tipos diferentes de quimioterapia podem ser aplicados diretamente na bexiga. São eles:
Doxorrubicina
Mitomicina-C
Tiotepa
Um cateter de Foley pode ser usado para levar o medicamento até a bexiga. Os efeitos colaterais comuns incluem irritação da parede da bexiga e dor ao urinar. Para os estágios mais avançados (II a IV), a quimioterapia é normalmente intravenosa.
IMUNOTERAPIA
O câncer de bexiga é frequentemente tratado por imunoterapia. Neste tratamento, um medicamento faz com que seu próprio sistema imunológico ataque e mate as células tumorais. Geralmente, a imunoterapia para o câncer de bexiga é realizada usando a vacina Bacille Calmette-Guérin (normalmente conhecida como BCG). Ela é levada ao interior da bexiga por meio de um cateter de Foley. Se a BCG não funcionar, os pacientes poderão receber interferon.
Os possíveis efeitos colaterais são:
Micção frequente
Bexiga irritável
Dor ao urinar
Necessidade urgente de urinar
Esses sintomas geralmente melhoram dentro de alguns dias após o tratamento.
Entre os efeitos colaterais raros estão:
Sangue na urina
Calafrios
Coceira
Dor nas articulações
Mal-estar
Náuseas
Raramente, uma infecção similar à tuberculose pode se desenvolver. Isso requer um tratamento com um medicamento antituberculose.
RESSECÇÃO TRANSURETRAL DA BEXIGA (RTUB)
As pessoas com câncer de bexiga de estágio 0 ou I podem ser tratadas com a ressecção transuretral da bexiga (RTUB). Esse procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia geral ou espinhal. Um instrumento cortante é inserido pela uretra para remover o tumor da bexiga.
REMOÇÃO DA BEXIGA
Muitas pessoas com câncer de bexiga de estágio II ou III podem precisar extirpar a bexiga (cistectomia radical). A remoção parcial da bexiga pode ser realizada em alguns pacientes. Normalmente, a remoção parcial da bexiga é seguida de radioterapia e quimioterapia para ajudar a diminuir a probabilidade de reincidência do câncer. Os pacientes que têm a bexiga extirpada recebem quimioterapia depois da cirurgia para diminuir o risco de reincidência.
A cistectomia radical em homens normalmente envolve remover a bexiga, a próstata e a vesícula seminal. Em mulheres, a uretra, o útero e a parede frontal da vagina são removidos juntamente com a bexiga. Muitas vezes, os linfonodos pélvicos também são removidos durante a cirurgia para serem examinados em laboratório.
Geralmente, a cirurgia de desvio urinário (um procedimento cirúrgico para criar um método alternativo para o armazenamento de urina) é feita juntamente com a cistectomia radical. Dois tipos comuns de desvio urinário são um conduto ileal e um reservatório urinário continente.
CONDUTO ILEAL
Um conduto ileal é um pequeno reservatório de urina que é criado a partir de um pequeno segmento do intestino. Os ureteres que drenam a urina dos rins são conectados a uma extremidade do segmento do intestino. A outra extremidade é levada até uma abertura na pele (um estoma). O estoma permite que o paciente drene a urina coletada para fora do reservatório.
As pessoas que têm um conduto ileal precisam usar um dispositivo coletor de urina para fora do corpo o tempo todo.
As possíveis complicações de uma cirurgia de conduto ileal incluem:
Obstrução do intestino
Coágulos sanguíneos
Danos crônicos ao trato urinário superior
Pneumonia
Ruptura da pele ao redor do estoma
Infecção do trato urinário
RESERVATÓRIO URINÁRIO CONTINENTE
Um reservatório urinário continente é um método alternativo de armazenar urina. Um segmento do cólon é removido. Ele é usado a fim de criar uma bolsa interna para armazenar urina.
Foto: ADAM
O trato urinário feminino e o masculino são praticamente iguais. A diferença fica por conta do comprimento da uretra Os pacientes são capazes de introduzir um cateter periodicamente para drenar a urina. Um pequeno estoma é colocado na pele para essa finalidade.
Possíveis complicações incluem:
Coágulos sanguíneos
Obstrução intestinal
Pneumonia
Ruptura da pele ao redor do estoma
Obstrução ureteral
Refluxo ureteral
Infecção do trato urinário
NEOBEXIGA ORTOTÓPICA
Essa cirurgia está se tornando comum em pacientes que sofrem uma cistectomia. Um segmento do intestino é dobrado para formar uma bolsa (uma neobexiga, que significa “nova bexiga”). Em seguida, ele é conectado ao lugar da uretra, onde a urina é normalmente esvaziada pela bexiga.
Esse procedimento permite que os pacientes mantenham algum controle normal da urina. Entretanto, existem complicações (inclusive o vazamento noturno de urina). Normalmente, a micção não é igual a como era antes da cirurgia.
Alguns pacientes podem não ser bons candidatos para este procedimento. Converse sobre as vantagens e desvantagens com seu urologista.

Evolução (prognóstico)
Os pacientes são monitorados rigorosamente para ver se a doença piora, independentemente do tipo de tratamento recebido. O monitoramento pode incluir:
Cintilografia óssea e/ou tomografia computadorizada para verificar a extensão do câncer
Verificar outros sinais de progressão da doença como fadiga, perda de peso, aumento da dor, diminuição da função intestinal e renal e fraqueza
Hemograma completo para monitorar a anemia
Avaliações cistostópicas a cada 3 a 6 meses depois do tratamento
Avaliações citológicas da urina (para as pessoas cuja bexiga não tenha sido removida)
O prognóstico do paciente depende do estágio inicial e da resposta ao tratamento do câncer de bexiga. O resultado para os estágios 0 e I é razoavelmente bom. Embora o risco de reincidência seja alto, a maior parte dos casos de câncer de bexiga que ressurge pode ser removido cirurgicamente.
As taxas de cura para pessoas com tumor de estágio III são abaixo de 50%. Os pacientes com câncer de bexiga de estágio IV raramente são curados.
Complicações
O câncer de bexiga pode se espalhar para os órgãos vizinhos. Ele também pode viajar pelos linfonodos pélvicos e se espalhar para o fígado, os pulmões e os ossos.
As complicações adicionais do câncer de bexiga são:
Anemia
Inchaço dos ureteres (hidronefrose)
Estenose uretral
Incontinência urinária
Ligando para o médico
Consulte seu médico se você tiver sangue na urina ou outros sintomas de câncer de bexiga como:
Micção frequente
Dor ao urinar
Necessidade urgente de urinar
Também entre em contato com seu médico se:
Estiver exposto no trabalho a químicos que podem causar câncer
Fumar
Prevenção
Parar de fumar e eliminar riscos ambientais reduzirão a probabilidade de desenvolver câncer de bexiga.
Referências
Bajorin D. Tumors of the kidney, bladder, ureters, and renal pelvis. In: Goldman L, Ausiello D, eds. Cecil Medicine. 23rd ed. Philadelphia, Pa : Saunders Elsevier; 2007: chap 207.
National Comprehensive Cancer Network. National Comprehensive Cancer Network Clinical Practice Guidelines in Oncology: Bladder Cancer, Including Upper Tract Tumors and Urothelial Carcinoma of the Prostate. 2010. Version 1.2010.
Atualizado em 20/3/2011, por: David C. Dugdale, III, MD, Professor of Medicine, Division of General Medicine, Department of Medicine, University of Washington School of Medicine; Yi-Bin Chen, MD, Leukemia/Bone Marrow Transplant Program, Massachusetts General Hospital. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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