Câncer de Colo do Útero Abaetetuba, Pará

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Maternidade Dr Edilson Souza
(91) 3751-1245
av Pedro Rodrigues, 349, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Elza B Brito
(91) 3751-1892
r Br Do Rio Branco, 1877, Centro
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Clinicardio Clínica de Cardiologia
(91) 3751-2445
tv Pedro Pinheiro Paes, 234, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Consultório Dr Alberto da Silva Araújo Filho
(91) 3751-1145
av Pedro Rodrigues, 424, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Hospital Júlia Seffer
(91) 3751-2727
r Pedro Borges Rêgo, 1306, Santa Rosa
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Hospital Geral Abaetetuba Ltda
(91) 3751-2271
av Dom Pedro II, 1538, Centro
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Silva, Manoel J L
(91) 3751-1917
av Dom Pedro II, 613, Centro
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Clínica São José
(91) 3751-1689
r Siqueira Mendes, 1258, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
CEMA-Centro Médico de Abaetetuba
(91) 3751-1462
tv Pedro Pinheiro Paes, 77, Algodoal
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
José Manoel M Rodrigues Brandão
(91) 3751-2178
r Siqueira Mendes, 1675, Centro
Abaetetuba, Pará

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Câncer de colo do útero

Câncer de colo do útero

Definição
O câncer de colo do útero é o câncer que começa no cérvix, a parte baixa do útero que se abre na parte superior da vagina.
Nomes alternativos
Câncer – cérvix, câncer cervical
Causas, incidência e fatores de risco
Em todo o mundo, o câncer de colo do útero é o terceiro tipo mais comum nas mulheres. Ele é menos comum nos Estados Unidos por causa da realização rotineira de exames de Papanicolaou.
O câncer de colo do útero começa nas células na superfície do colo do útero. Ali existem dois tipos de células: escamosas e colunares. A maioria dos casos de câncer de colo do útero envolve as células escamosas.
Foto: ADAM
Câncer cervicalO desenvolvimento do câncer é geralmente muito lento. Ele começa como uma doença pré-cancerosa chamada de displasia. Essa doença pode ser detectada por um Papanicolau e é completamente tratável. Por esse motivo é muito importante que as mulheres façam exames de Papanicolau periodicamente. Hoje, a maioria das mulheres diagnosticadas com câncer de colo do útero não realizaram exames de Papanicolau periodicamente ou não fizeram acompanhamento após receber resultados anormais.
As alterações pré-cancerosas não detectadas podem se transformar em câncer de colo do útero e se espalhar para a bexiga, intestino, pulmões e fígado. Pode demorar anos até que as alterações pré-cancerosas se transformem em câncer cervical. Os pacientes com câncer cervical (de colo de útero) geralmente não apresentam problemas até o câncer estar avançado e ter se espalhado.
Quase todos os casos de câncer de colo do útero são causados pelo HPV (vírus do papiloma humano). OHPV é um vírus comum transmitido nas relações sexuais. Existem muitos tipos diferentes de HPV. Algumas cepas causam o câncer de colo do útero. Outras cepas podem causar verrugas genitais e existem aquelas que não causam nenhum problema.
Outros possíveis fatores de risco de câncer de colo do útero (cervical):
Praticar sexo muito cedo
Vários parceiros sexuais
Parceiros sexuais que possuem vários parceiros sexuais ou que participam de atividades sexuais de alto risco
Mulheres cujas mães tomaram o DES (dietilestilbestrol) durante a gravidez no início da década de 1960 para evitar um aborto espontâneo
Sistema imunológico enfraquecido
Status econômico baixo (pode não ter condições financeiras de realizar exames de Papanicolau periódicos)
Sintomas
Na maioria das vezes, o câncer de colo do útero em estágio inicial não apresenta sintomas. Possíveis sintomas:
Corrimento vaginal contínuo, que pode ser claro, aquoso, rosado, marrom, apresentar sangue ou ter cheiro ruim
Sangramento vaginal anormal entre as menstruações, após as relações sexuais ou após a menopausa
As menstruações ficam mais intensas e ocorrem por mais tempo que o normal
Qualquer sangramento após a menopausa
Possíveis sintomas do câncer de colo do útero avançado:
Perda de apetite
Perda de peso
Fadiga
Dor pélvica
Dor nas costas
Dor nas pernas
Inchaço em apenas uma das pernas
Sangramento intenso na vagina
Saída de urina ou fezes pela vagina
Fraturas ósseas
Exames e testes
As alterações pré-cancerosas no colo do útero (cérvix) e o câncer de colo do útero não podem ser vistos a olho nu. Exames e ferramentas especiais são necessários para identificar essas condições.
Foto: ADAM
Biopsia cervical (do colo do útero)Os exames de Papanicolaou identificam pré-câncer e câncer, mas não fornecem o diagnóstico final. Se alterações anormais forem identificadas, o colo do útero geralmente é examinado com ampliação de imagem. Isso é chamado de colposcopia. Pedaços do tecido são removidos cirurgicamente (biópsia) durante esse procedimento e enviados a um laboratório para exames.
Em uma biópsia cervical por punção, o colo do útero pode ser tingido com uma solução de iodo para melhorar a visibilidade de anormalidades. Em seguida, são recolhidas amostras dessas áreas de tecido para exame.
Outros testes possíveis:
Curetagem endocervical (CEC) para examinar a abertura do colo do útero
Biópsia em cone
Se a mulher for diagnosticada com câncer de colo do útero (ou cervical), o médico solicitará mais exames para determinar a extensão do câncer. Isso é chamado estadiamento. Possíveis testes:
Tomografia computadorizada
Cistoscopia
Ressonância magnética
Radiografia do tórax
Pielograma intravenoso (PIV)
Tratamento
O tratamento do câncer de colo do útero depende do estágio do câncer, do tamanho e formato do tumor, da idade e do estado de saúde geral da mulher e da sua vontade de ter filhos no futuro. O câncer de colo do útero inicial pode ser curado com remoção ou destruição do tecido canceroso ou pré-canceroso. Existem diversas formas cirúrgicas de fazer isso sem remover o útero ou danificar o colo do útero, para que a mulher ainda possa ter filhos no futuro. Tipos de cirurgia para o câncer de colo do útero inicial:
O LEEP (procedimento de excisão eletrocirúrgica com alça) usa eletricidade para remover o tecido anormal
A crioterapia congela as células anormais
A terapia a laser usa luz para queimar o tecido anormal
A histerectomia (remoção do útero, mas não dos ovários) geralmente não é realizada em um câncer de colo do útero que não se espalhou. Ela pode ser feita em mulheres que já passaram por vários procedimentos LEEP.
Possíveis tratamentos para o câncer de colo do útero mais avançado:
Histerectomia radical que remove o útero e grande parte do tecido ao redor, incluindo os linfonodos internos e a parte superior da vagina.
Exenteraçã o pélvica, um tipo de cirurgia radical na qual todos os órgãos da pélvis, incluindo a bexiga e o reto, são removidos.
A radiação pode ser usada para tratar o câncer que se espalhou além da pélvis ou para um câncer que reincidiu. A radioterapia pode ser interna ou externa.
A radioterapia interna utiliza um implante que contém material radioativo e é colocado dentro da vagina, próximo ao câncer de colo do útero. O implante é removido quando a paciente volta para casa.
A radioterapia externa emite radiação a partir de um grande equipamento para o local do corpo em que o câncer está localizado. É um processo semelhante ao raio X.
A quimioterapia utiliza medicamentos para eliminar o câncer. Alguns dos medicamentos usados na quimioterapia do câncer de colo do útero são 5-FU, cisplatina, carboplatina, ifosfamida, paclitaxel e ciclofosfamida. Algumas vezes, a radioterapia e a quimioterapia são usadas antes ou depois da cirurgia.
Evolução (prognóstico)
Muitos fatores influenciam o resultado de um câncer de colo do útero. São eles:
O tipo de câncer
O estágio da doença
A idade e condição física geral da mulher
As doenças pré-câncer são totalmente curáveis quando acompanhadas e tratadas adequadamente. A chance de uma pessoa estar viva em cinco anos (taxa de sobrevivência de cinco anos) no caso de um câncer que se espalhou para dentro das paredes do colo do útero, mas não para fora da região do colo do útero é de 92%. Entretanto, a taxa de sobrevivência de cinco anos diminui continuamente quando o câncer se espalha para outras regiões do corpo.
Complicações
Alguns tipos de câncer de colo do útero não respondem bem ao tratamento.
O câncer pode voltar (reincidir) após o tratamento.
As mulheres que fizeram tratamento para salvar o útero apresentam alto risco de volta do câncer (reincidência).
A cirurgia e a radiação podem causar problemas nas funções sexual, intestinal e urinária.
Ligando para o médico
Ligue para seu médico se:
For sexualmente ativa e não tiver feito um Papanicolau no último ano
Tiver pelo menos 20 anos e nunca tiver feito um exame pélvico e um Papanicolau
Achar que sua mãe possa ter usado DES quando estava grávida de você
Não tiver feito exames de Papanicolau periódicos (pergunte ao médico sobre a frequência com que se deve realizar esse exame)
Prevenção
Uma nova vacina para prevenir o câncer de colo do útero já está disponível. Em junho de 2006, a FDA (U.S. Food and Drug Administration) aprovou a vacina Gardasil, que previne contra a infecção de dois tipos de HPV responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo do útero. Estudos mostram que a vacina parece evitar o câncer de colo do útero em estágio inicial e as lesões pré-cancerosas. O Gardasil é a primeira vacina aprovada específica para prevenir contra um tipo de câncer.
Praticar sexo seguro (com camisinha) também diminui o risco de contrair HPV e outras doenças sexualmente transmissíveis. A infecção por HPV causa verrugas genitais. Elas podem ser muito difíceis de enxergar ou ter vários centímetros. Se uma mulher achar verrugas nos genitais do seu parceiro, ela deve evitar relação sexual com essa pessoa.
Para diminuir ainda mais o risco de câncer de colo do útero, as mulheres devem limitar a quantidade de parceiros sexuais e evitar parceiros que participam de atividades sexuais de alto risco.
Realizar exames de Papanicolau periodicamente ajuda a detectar as alterações pré-cancerosas que podem ser tratadas antes de se transformarem em um câncer de colo do útero. Os exames de Papanicolau são eficazes em detectar essas alterações, mas eles devem ser feitos com frequência. Exames pélvicos anuais, incluindo o Papanicolau, devem começar a ser feitos quando a mulher se torna sexualmente ativa ou a partir dos 20 anos em mulheres que não são sexualmente ativas. Se alterações anormais forem constatadas, uma colposcopia com biópsia deve ser realizada.
Veja na ferramenta Saúde Delas com que frequência fazer os exames
Se você fuma, pare. O hábito de fumar cigarros está associado a um aumento no risco de câncer de colo do útero.
Referências
Armstrong C. ACIP Releases Recommendations on Quadrivalent Human Papillomavirus Vaccine. Am Fam Physician. May 1, 2007;75(9);1391-1380.
Kahn JA. HPV vaccination for the prevention of cervical intraepithelial neoplasia. N Engl J Med. 2009 Jul 16;361(3):271-8.
Noller KL. Intraepithelial neoplasia of the lower genital tract (cervix, vulva): Etiology, screening, diagnostic techniques, management. In: Katz VL, Lentz GM, Lobo RA, Gershenson DM, eds. Comprehensive Gynecology. 5th ed. Philadelphia, Pa: Mosby Elsevier; 2007:chap 28.
NCCN Clinical Practical Guidelines in Oncology: Cervical cancer. V.1.2010. National Comprehensive Cancer Network, Inc. Available at www.nccn.org. Accessed December 28, 2009.
Atualizado em 28/12/2010, por: Yi-Bin Chen, MD, Leukemia/Bone Marrow Transplant Program, Massachusetts General Hospital. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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