Clínicas de Alcoolismo e Drogas – Tratamento Paulo Afonso, Bahia

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Raimundo Jose Pitanga Rocha
(75) 3281-3007
Av.Apolonio Sales 1059 - S/102
Paulo Afonso, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Petronio Barbosa
(75) 3281-1236
Av Apolonio Sales 1059 - Sala 203
Paulo Afonso, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria H T R Vieira
(71) 3375-2708
Rua João do Peixe 28 - 1
Salvador, Bahia
 
Profisio Lira Fontes
(71) 3248-4535
Avenida Manoel Dias da Silva 936 - 2 s 201 s 202
Salvador, Bahia
 
Clidal Clínica Das Doenças do Aparelho Locomotor
(71) 3351-2888
Avenida Antônio Carlos Magalhães 3259 s 802
Salvador, Bahia
 
Maria Tereza de Lima Silva Lira
(75) 3281-7886
R Otaviano Leandro de Morais 631 - Sala C
Paulo Afonso, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Orto Clínica de Ortopedia Reabilitação e Traumatologia
(71) 3381-1728
Avenida Dom João VI 16
Salvador, Bahia
 
Paulo C N Pinto
(75) 3421-5656
Rua 8 de Dezembro
Alagoinhas, Bahia
 
Núcleo de Terapia Neuro Evolutiva
(71) 3351-2837
Rua Leonor Calmon 265 sl 804
Salvador, Bahia
 
C S o Clínica de Saúde Ocupacional
(71) 3357-1746
Avenida Dom João VI 180
Salvador, Bahia
 
Dados Divulgados por

Clínicas de Alcoolismo e Drogas – Tratamento

Não é errado amar uma pessoa viciada: errado é permitir que ela continue a viciar-se. Há uma maneira afetuosa par que você ajude a uma pessoa que se encontra dominada por um vício, seja ele qual for.
Sempre que existe um problema de vício (toxicomania, alcoolismo, etc.) na família, os membros não viciados evitam encará-lo. Independente do caos que isto esteja ocasionando, muitos se recusam a culpar a droga ou dizem simplesmente: “Se houver problema mais sério, eu tomo providência.” Estas pessoas se apegam a uma esperança de que logo o problema vai acabar, ou acham que o vício se acabará sozinho. Nada disso porém vai acontecer. Não com a maioria dos viciados.
A pessoa viciada não tem forças para enfrentar seu problema sozinha. Necessitará de toda ajuda possível. Sem muita ajuda, com certeza ela fraquejará. Você não precisa esperar que uma pessoa viciada venha suplicar-lhe ajuda. Precisa entender que o viciado, sabe que o é, e de certo modo, procura negar esta verdade, por sentimento de culpa, vergonha ou medo de ver a sua imagem destruída. Muitos insistirão em afirmar que não são dependentes de algum vício. Não espere que um viciado venha até você solicitar algum tipo de ajuda. Você é que tem o dever de ajudá-lo voluntariamente, apoiá-lo e orientá-lo. Para tanto a primeira coisa a ser feita é a INICIATIVA.
A INICIATIVA, não é confrontação. É uma maneira, cuidadosamente ensaiada, de você dizer exatamente à pessoa que ama, como é que o uso da droga ou vício que tem, a está prejudicando. Mas não diga isto a sós com a pessoa viciada, pois o resultado será desprezível. É importante combinar com amigos, membros da família, pessoas que você sabe serem importantes na vida do viciado, tudo quanto irão dizer-lhe. De nada adianta dizer para uma pessoa viciada: “Se você gosta mesmo de nós, pare de viciar-se.” Tal coisa não dará em nada. Você deixará a pessoa constrangida e o efeito será nulo. Ela poderá ficar ressentida e fugir da companhia de todos, recusando-se a colaborar. A melhor maneira de tomar a INICIATIVA, é preparar um programa de ação. Eis os passos da INICIATIVA:

 

1° Todas as pessoas reunidas para falar com o viciado, devem saber o máximo sobre a vida dele, sobretudo sobre os danos que o vício está causando à pessoa.
2°. Devem conhecer de um modo satisfatório os efeitos e conseqüências do vício, para transmitirem isto ao viciado.
3°. Devem falar franca e positivamente ao viciado, dizendo-lhe apenas a verdade, sobre as conseqüências morais, mentais, física e sociais que ele pode estar causando ou causará.
4°. Devem ter em mãos um PLANO DE AÇÃO, um PROGRAMA, para que o viciado possa iniciar imediatamente. Os problemas devem ser abordados de modo enfático, e em seguida serem apresentadas soluções viáveis.
5°. Caso o viciado já esteja numa fase crônica, não relutem em encaminhá-lo para uma clínica de recuperação e assumirem todas as responsabilidades. Para tanto, devem buscar antecipadamente todas as informações acerca da clínica, dos médicos, do custo e período de tratamento. Todas as coisas devem ser anunciadas ao viciado, durante a conversa de INICIATIVA.
6°. Se o caso é muito grave, é importante ter um profissional competente para orientar o grupo de INICIATIVA. Um psicólogo, ou psiquiatra, pode dar sugestões importantes.
7°. Não relutem em comunicar à empresa, escola ou qualquer outra instituição freqüentada pelo viciado, que ele precisará de toda ajuda possível, quer recebendo uma licença para tratamento, ou mesmo férias antecipadas. É muito provável que estas instituições já tenham pensado nisto.
8°. Cada um dos participantes da INICIATIVA deve ler ou falar alguma coisa sobre o vício, sendo que tudo deve ser ensaiado e revisado por um especialista.
9°. Mostrar ao viciado como é que ele fica ou se comporta quando está viciado. As conseqüências que ele traz para si e para as demais pessoas.
10°. Caso a pessoa viciada esteja correndo risco de vida por causa do vício, é bom que lhe sejam tirados a carteira de habilitação e o veículo, bem como deve ser advertido que enquanto não se curar, não terá permissão para guiar automóvel. Tal decisão será tomada para proteger a vida da pessoa viciada e dos demais.

 

A Intervenção

 

Depois da INICIATIVA, o segundo passo a ser tomado é a INTERVENÇÃO. O processo pode ser variado e deve seguir sempre a indicação de especialistas, quando o caso for grave. Como saber se o caso de um viciado já é grave? Basta que peçam a opinião de 5 pessoas conhecidas do viciado. Qualquer pessoa de bom senso saberá identificar o grau de desequilíbrio de um viciado. Caso a maioria determine que o grau é máximo, então o viciado deve ser imediatamente encaminhado a uma clínica de tratamento e reabilitação.
Quando ficar constatado que o vício ainda não atingiu o grau máximo, então pode ser criado um PROGRAMA de reabilitação e encorajamento. O programa deste livro pode servir e ser adaptado para qualquer viciado em grau moderado.
Para cumprir o programa estabelecido neste livro, é necessário que todos que rodeiam a pessoa viciada lhe dêem auxílio, quer ajudando na organização de tabelas, listas, gravações, quer seja participando de atividade recreativas e dialogando com a pessoa que está se reeducando.
Você pode criar um grupo de apoio ao viciado, instituindo prêmios, reuniões e outras atividades que ajudem a preencher o espaço vazio causado pelo afastamento do vício. Lembre-se que a terapia mais conhecida é o trabalho. É importante manter a pessoa reeducada em atividade. Se ela ficar num canto, abandonada e marginalizada, é muito provável que volte ao vício como fuga da realidade, principalmente se ele estiver relacionado com drogas de qualquer espécie.
Ajudar um viciado a reabilitar-se é um tarefa difícil e requer uma grande dose de energia. É necessário desenvolver um verdadeiro sentimento de amor pela pessoa viciada, pois é de amor e carinho que ela mais necessita.
Uma personalidade frágil é sem dúvida a mais fácil de ser enredada pelo vício. Desde cedo é importante dar à criança carinho, apoio e atenção, do contrário esta poderá ser presa fácil dos traficantes, das más companhias e mesmo dos sentimentos de nulidade, comuns em pessoas rejeitadas e menosprezadas. Num livro como este, que visa apenas estabelecer um programa de conscientização e de auto-ajuda, seria por demais inconveniente falar-se de educação familiar, dos meios de preventivos para evitar a viciação prematura de crianças e adolescentes. Qualquer pessoa que tenha amor aos filhos deverá procurar informações específicas em livros, com especialistas e pessoal ilustradas, para adquirirem um modo mais eficaz de lidar com eles, de modo a evitar que se ciciem. O bom exemplo será sempre a principal regra a ser obedecida.