Colite Ulcerativa Curitiba, Paraná

Procurando por mais informações sobre Colite Ulcerativa em Curitiba? Encontre aqui endereços e telefones de hospitais e médicos em Curitiba que podem esclarecer suas dúvidas sobre Colite Ulcerativa. Aproveite para conseguir dicas e mais informações com nossos artigos informativos e conhecer os hospitais e médicos de sua região.

Aramis Renato Budal Guimaraes
(95) 3132-2245
R Martin Afonso 705
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Lucas Darci Segatti
(41) 9228-9178
Av. Iguacu 820
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ivan Jose Paredes Bartolomei
(41) 3077-4792
Rua da Paz 195 - Sala 1B
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aracy de Cassia Pucu Costa Pinheiro
(41) 3013-4976
Av Republica Argentina 452 - Sala 1002/1003
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Benjamin Nogueira Campos Neto
(41) 3283-3044
Rua Alcidio Viana 837 - Edificio Galeno
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Grau Clinicenter Pinheirinho
413-0168
R Amintas de Barros 990
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dalton Fujiwara Chuman
(41) 3262-4488
Rua Madre Leonie 463
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
José Marcos
(41) 3345-4477
Rua Guararapes 2208 - Casa
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Cristina Singer Wallbach
(41) 3283-1154
Rua Dr. Marcelinoogueira 215 - 5ºAndar Sala 23
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Irilea Cristina S. Settim
382-2153
R. Joao Angelo Cordeiro 770 - Sala 02
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Colite ulcerativa

Colite ulcerativa

Definição
Foto: ADAM
Colite ulcerativaA colite ulcerativa é um tipo de doença inflamatória intestinal (DII) que afeta o intestino grosso (cólon) e o reto.
A colite ulcerativa é classificada de acordo com o local:
A proctite envolve apenas o reto
A proctosigmoidite afeta o reto e o cólon sigmoide
A colite esquerda envolve todo o lado esquerdo do intestino grosso
A pancolite inflama todo o cólon
Consulte também: Doença de Crohn
Nomes alternativos
Doença inflamatória intestinal – colite ulcerativa; DII – colite ulcerativa
Causas, incidência e fatores de risco
A causa da colite ulcerativa é desconhecida. Ela pode afetar qualquer faixa etária, embora existam picos nas idades entre 15 e 30 anos e então novamente entre 50 e 70 anos.
A doença geralmente começa na área retal e pode eventualmente se estender por todo o intestino grosso. O inchaço (inflamação) repetido leva ao engrossamento da parede do intestino e reto com tecido cicatricial. A morte do tecido do cólon ou sepse (infecção grave) podem ocorrer no estado grave da doença.
Os sintomas variam em gravidade e podem começar lenta ou repentinamente. Muitos fatores podem levar a ataques, inclusive infecções respiratórias ou estresse físico.
Os fatores de risco incluem um histórico familiar de colite ulcerativa ou ascendência judaica.
Sintomas
Dor abdominal e cãibras que geralmente desaparecem após uma evacuação
Sons abdominais (um som borbulhante ou esguichante proveniente do intestino)
Diarreia, de apenas alguns episódios a muitos durante todo o dia (sangue e muco podem estar presentes)
Febre
Tenesmo (dor retal)
Perda de peso
Entre outros sintomas que podem ocorrer com a colite ulcerativa estão:
Hemorragia gastrointestinal
Dor nas articulações
Náusea e vômitos
Exames e testes
Foto: ADAM
ColonoscopiaA colonoscopia com biópsia geralmente é usada para diagnosticar a colite ulcerativa.
A colonoscopia também é usada para fazer a triagem de pessoas com colite ulcerativa para câncer de cólon. A colite ulcerativa aumenta o risco de câncer de cólon.
Se tiver essa doença, você deverá fazer uma triagem com colonoscopia de 8 a 12 anos depois de ser diagnosticado.
Você deverá fazer uma colonoscopia de acompanhamento a cada 1 a 2 anos.

Outros testes que podem ser feitos para ajudar a diagnosticar esta doença incluem:
Enema de bário
Hemograma completo
Proteína C-reativa (PCR)
Taxa de sedimentação de eritrócitos (ESR)
Tratamento
Os objetivos do tratamento são:
Controlar os ataques agudos
Prevenir ataques repetidos
Ajudar a curar o cólon
A hospitalização é frequentemente necessária para ataques graves. Seu médico pode prescrever corticosteroides para reduzir a inflamação. Você pode receber nutrientes por meio de uma linha intravenosa (IV) (através da veia).
DIETA E NUTRIÇÃO
Determinados tipos de alimentos podem piorar os sintomas de diarreia e gases, especialmente durante períodos de doença ativa.
Sugestões de dietas:
Ingerir pequenas quantidades de alimento ao longo do dia
Beber muita água (consumo frequente de pequenas quantidades ao longo do dia)
Evitar alimentos com muita fibra (farelo de trigo, feijões, nozes, sementes e pipoca)
Evitar alimentos gordurosos ou fritos e molhos (manteiga, margarina e nata)
Limite o consumo de produtos lácteos se você for intolerante a lactose. Produtos lácteos são uma boa fonte de proteína e cálcio
Evite ou limite o consumo de álcool e cafeína
MEDICAMENTOS
Medicamentos que podem ser usados para reduzir o número de ataques incluem:
5-aminossalicilatos, como mesalamine ou sulfazine
Imunomoduladores, como azatioprina, e 6-mercaptopurina
Corticosteroides (prednisona e metilprednisolona) tomados por via oral durante uma crise súbita ou utilizados como supositório, espuma ou enema retal
Infliximab para tratar de pacientes que não respondem a outros medicamentos
CIRURGIA
A cirurgia para remover o cólon cura a colite ulcerativa e remove a ameaça de câncer de cólon.
A cirurgia é geralmente indicada para pacientes que têm:
Colite que não responde à terapia médica completa
Alterações no revestimento de seus cólons que são diagnosticadas como pré-cancerosas
Complicações graves como ruptura (perfuração) do cólon, hemorragia ou megacólon tóxico
Na maioria das vezes, todo o cólon, inclusive o reto, é removido. Posteriormente, os pacientes podem precisar de uma ileostomia (uma abertura cirúrgica na parede abdominal) ou de um procedimento que conecta o intestino delgado ao ânus para ajudar o paciente a obter um funcionamento mais normal do intestino.
Consulte também:
Proctocolectomia total com ileostomia
Proctocolectomia total e bolsa íleo-anal
Grupos de apoio
O apoio social frequentemente pode ajudar com o estresse de lidar com a doença, e membros do grupo de apoio também podem ter dicas úteis para encontrar o melhor tratamento e superar a doença.
Para obter mais informações, visite o site da Crohn's and Colitis Foundation of America (CCFA) (em inglês).
Evolução (prognóstico)
Em torno de metade dos pacientes com colite ulcerativa tem sintomas brandos. Os pacientes com colite ulcerativa mais grave tendem a não responder tão bem aos medicamentos.
O controle permanente e completo de sintomas com medicamentos não é comum. A cura só é possível através da remoção completa do intestino grosso.
O risco de câncer de cólon aumenta a cada década depois de a colite ulcerativa ter sido diagnosticada.
Complicações
Espondilite anquilosante
Coágulos de sangue
Câncer colorretal
Estreitamento do cólon
Complicações da terapia com corticosteroide
Crescimento e desenvolvimento sexual debilitados em crianças
Inflamação nas articulações (artrite)
Lesões nos olhos
Doença hepática
Hemorragia maciça no cólon
Úlceras na boca
Pioderma gangrenoso (úlcera de pele)
Rasgos ou furos (perfuração) no cólon
Ligando para seu médico
Procure um médico se você desenvolver dor abdominal persistente, hemorragia nova ou aumentada, febre persistente ou outros sintomas de colite ulcerativa.
Procure um médico se você tiver colite ulcerativa e seus sintomas piorarem ou não melhorarem com tratamento ou se aparecerem novos sintomas.
Prevenção
Como a causa é desconhecida, a prevenção também é desconhecida.
Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) podem piorar os sintomas.
Devido ao risco de câncer de cólon associado à colite ulcerativa, é recomendável a triagem com colonoscopia.
A American Cancer Society recomenda que você faça sua primeira triagem:
Oito anos após você ter sido diagnosticado com doença grave ou quando a maior parte ou todo o intestino grosso estiver envolvido
12 a 15 anos após o diagnóstico, quando somente o lado esquerdo do intestino grosso estiver envolvido
Faça exames de acompanhamento a cada 1 a 2 anos.
Referências
Graham L. AGA reviews the use of corticosteroids, immunomodulators, and infliximab in IBD. Am Fam Physician. 2007;75:410-412.
Moyer MS. Chronic ulcerative colitis in childhood. J Pediatr. 2006;148:325.
Fry RD, Mahmoud N, Maron DJ, Ross HM, Rombeau J. Colon and rectum. In: Townsend CM, Beauchamp RD, Evers BM, Mattox KL, eds. Sabiston Textbook of Surgery. 18th ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier; 2007:chap 50.
Rutgeerts P, Vermeire S, Van Assche G. Biological therapies for inflammatory bowel diseases. Gastroenterology. 2009;136(4):1182-1197.
Atualizado em 13/12/2010, por: George F Longstreth, MD, Department of Gastroenterology, Kaiser Permanente Medical Care Program San Diego, California. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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