Depressão Curitiba, Paraná

Procurando por mais informações sobre Depressão em Curitiba? Encontre aqui endereços e telefones de hospitais e médicos em Curitiba que podem esclarecer suas dúvidas sobre Depressão. Aproveite para conseguir dicas e mais informações com nossos artigos informativos e conhecer os hospitais e médicos de sua região.

Ivan Jose Paredes Bartolomei
(41) 3077-4792
Rua da Paz 195 - Sala 1B
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Lucas Darci Segatti
(41) 9228-9178
Av. Iguacu 820
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Grau Clinicenter Pinheirinho
413-0168
R Amintas de Barros 990
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Cristina Hsin Wei Hsu Cleto
(41) 3035-5321
Rua Mendes Leitao 282
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Benjamin Nogueira Campos Neto
(41) 3283-3044
Rua Alcidio Viana 837 - Edificio Galeno
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
José Marcos
(41) 3345-4477
Rua Guararapes 2208 - Casa
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aracy de Cassia Pucu Costa Pinheiro
(41) 3013-4976
Av Republica Argentina 452 - Sala 1002/1003
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aramis Renato Budal Guimaraes
(95) 3132-2245
R Martin Afonso 705
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Irilea Cristina S. Settim
382-2153
R. Joao Angelo Cordeiro 770 - Sala 02
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Cristina Singer Wallbach
(41) 3283-1154
Rua Dr. Marcelinoogueira 215 - 5ºAndar Sala 23
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Depressão

Depressão

Definição
A depressão pode ser descrita como uma sensação de tristeza, infelicidade, abatimento ou pesar. A maioria de nós já se sentiu assim em algum momento, por um período breve.
A depressão clínica é um transtorno de humor no qual a sensação de tristeza, pesar, raiva e frustração interfere na vida diária por um longo período.
A depressão também pode ser:
Depressão adolescente
Depressão na terceira idade
Depressão maior
Nomes alternativos
Tristeza; Vazio; Desânimo; Melancolia
Considerações
Foto: ADAM
Depressão e insônia
Os sintomas de depressão incluem:
Desânimo ou irritação constante
Perda no prazer em atividades usuais
Problemas para dormir ou excesso de sono
Uma alteração dramática no apetite, muitas vezes com perda ou aumento de peso
Fadiga e falta de energia
Sensação de inutilidade, autodepreciação e culpa inapropriada
Dificuldade extrema para se concentrar
Movimentos físicos lentos ou agitados
Inatividade e isolamento das atividades usuais
Sensação de desesperança e impotência
Pensamentos recorrentes sobre morte e suicídio
Baixa autoestima é comum com a depressão. Explosões repentinas de raiva e falta de prazer em atividades que você pratica normalmente, incluindo sexo, também são comuns.
Crianças deprimidas talvez não apresentem os sintomas clássicos que se manifestam na depressão em adultos. Preste atenção especialmente em mudanças no desempenho escolar, nos hábitos de sono e no comportamento. Se você acha que seu filho pode estar deprimido, vale a pena procurar um médico.
Os principais tipos de depressão incluem:
Depressão maior — cinco ou mais sintomas listados acima devem estar presentes por, no mínimo, 2 semanas, em um diagnóstico de depressão maior. A depressão maior costuma durar, no mínimo, 6 meses, se não for tratada. (A depressão é classificada como leve se você apresenta menos de cinco sintomas de depressão por, no mínimo, 2 semanas. Em outras palavras, a depressão leve é semelhante à maior, mas apresenta apenas 2 a 4 sintomas)
Depressão atípica — ocorre em um terço dos pacientes com depressão. Os sintomas incluem comer e dormir em excesso. Esses pacientes costumam se sentir oprimidos e reagem fortemente à rejeição
Distimia — uma forma geralmente mais moderada de depressão que dura anos, se não for tratada
Foto: ADAM
Depressão e ciclo menstrual
Outras formas comuns de depressão incluem:
Depressão pós-parto — muitas mulheres se sentem melancólicas após terem um bebê, mas a verdadeira depressão pós-parto é mais grave e inclui os sintomas da depressão maior
Transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) — os sintomas de depressão ocorrem 1 semana antes da menstruação e desaparecem quando chega a menstruação
Transtorno afetivo sazonal — ocorre geralmente durante o inverno/outono e desaparece durante a temporada de primavera/verão. Costuma estar relacionado à falta de luz do sol
Uma forma de depressão exclusiva das mulheres, o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) é uma síndrome de sintomas depressivos desencadeados pela flutuação hormonal mensal. A depressão também pode se alternar com uma fase maníaca (também chamada de psicose maníaco-depressiva ou transtorno bipolar).
A depressão pode ser mais comum em mulheres do que em homens, mas talvez isso se deva ao fato de que as mulheres procuram ajuda com mais frequência do que os homens. A depressão também é especialmente comum durante a adolescência.
Causas comuns
A depressão muitas vezes é genética. A causa pode estar nos seus genes (herança genética), em comportamento adquirido ou ambos. Mesmo que devido aos seus genes você tenha mais tendência a ter depressão, um evento estressante ou trágico costuma provocar o princípio de um episódio depressivo.
Vários fatores podem causar depressão, incluindo:
Abuso de álcool ou drogas
Eventos ou situações difíceis, como:
Divórcio, incluindo a separação dos pais
Morte de um membro da família ou amigo
Doença na família
Abuso ou abandono
Perda do emprego
Isolamento social (causa comum da depressão em idosos)
Término de um namoro
Reprovação em escola/cursos
Doenças e tratamentos, como:
Tireoide inativa (hipotireodismo)
Alguns tipos de câncer
Dor prolongada
Problemas para dormir
Medicamentos com esteroides
Cuidados em casa
Se você está deprimido há 2 semanas ou mais, procure um médico, que poderá oferecer opções de tratamento.
Seja qual for o tipo e a gravidade de sua depressão, as seguintes medidas de cuidados em casa podem ajudar:
Durma o suficiente
Siga uma dieta saudável e equilibrada
Pratique exercícios regularmente
Evite o álcool, a maconha e outras drogas recreativas
Dedique-se a atividades que tragam satisfação a você, mesmo que não esteja com disposição
Passe tempo com a família e os amigos
Se você é uma pessoa religiosa ou espiritualizada, converse com um sacerdote ou guia espiritual, que podem ajudá-lo a dar significado a experiências difíceis
Pratique meditação, tai chi ou atividades relacionadas ao relaxamento
Adote ácidos graxos com ômega 3 na sua dieta, eles podem ser encontrados em suplementos que podem ser vendidos sem prescrição médica ou em peixes, como atum, salmão etc.
Se sua depressão ocorre nos meses de outono ou inverno, experimente a fototerapia, com o uso de uma lâmpada especial que imita a luz do sol.
Se você apresentar depressão moderada ou grave, o plano de tratamento mais eficaz provavelmente envolverá uma combinação de psicoterapia, mudanças no estilo de vida e medicação.
Ligue para seu médico se
Ligue para 192 ou para um telefone de ajuda para quem cogita o suicídio, ou procure o atendimento de emergência mais próximo se você tem pensado em causar danos a si próprio ou a outras pessoas.
Ligue para o médico se:
Ouvir vozes que não são reais
Tiver crises de choro com pouca ou nenhuma justificativa
Tiver apresentado sintomas de depressão que atrapalham o trabalho, os estudos e a vida familiar há mais de 2 semanas
Apresentar três ou mais sintomas de depressão
Achar que um dos seus medicamentos atuais pode estar fazendo com que você se sinta deprimido — NÃO altere nenhuma medicação sem falar com seu médico
Achar que deve parar de beber, ou se um membro da sua família ou um amigo sugeriu que você parasse, se você se sentir culpado pela quantidade de álcool que bebe ou se você bebe assim que acorda
O que esperar da consulta médica
Um histórico completo, uma entrevista psiquiátrica e um exame físico serão realizados para tentar classificar sua depressão como leve, moderada ou grave e para verificar se há uma causa subjacente e tratável (como o abuso de álcool ou uma tireoide inativa). A hospitalização costuma ser recomendada diante da possibilidade de comportamentos suicidas.
Provavelmente serão explorados os problemas e eventos associados aos seus sintomas de depressão.
O médico fará perguntas sobre:
Seu estado de ânimo depressivo e outros sintomas (sono, apetite, concentração, energia)
Possíveis fatores estressantes na sua vida e os sistemas de apoio existentes
Se você já pensou em dar fim à sua vida
Consumo de drogas e álcool, e os medicamentos que você toma atualmente, se estiver tomando algum
O tratamento poderá variar de acordo com a causa e a gravidade dos seus sintomas depressivos, assim como suas preferências pessoais. Para a depressão leve, orientação psicológica e práticas de cuidados caseiros sem medicação podem ser o suficiente. A terapia mais eficaz para depressão moderada ou grave é uma combinação de medicamentos antidepressivos e psicoterapia (terapia por meio da conversa).
Seu médico poderá conduzi-lo a um psiquiatra se sua depressão for moderada ou grave, ou se o quadro não apresentar melhoras com o tratamento inicial.
Prevenção
Hábitos de estilo de vida saudáveis podem ajudar a prevenir a depressão e a diminuir as chances de uma recaída. Psicoterapia e antidepressivos também podem diminuir a probabilidade de você ter depressão novamente.
A psicoterapia pode ajudá-lo em períodos de dor, estresse ou tristeza. A terapia familiar pode ser especialmente importante para adolescentes que se sentem infelizes.
Manter o contato com outras pessoas é muito importante para evitar a depressão.
Referências
Fava M, Cassano P. Mood disorders: Major depressive disorder and dysthymic disorder. In: Stern TA, Rosenbaum JF, Fava M, Biederman J, Rauch SL, eds. Massachusetts General Hospital Comprehensive Clinical Psychiatry. 1st ed. Philadelphia, Pa: Mosby Elsevier; 2008:chap 29.
American Psychiatric Association. Practice guidelines for the treatment of patients with major depressive disorder. 2nd ed. September 2007.
Atualizado em 29/3/2011, por: Fred K. Berger, MD, Addiction and Forensic Psychiatrist, Scripps Memorial Hospital, La Jolla, California. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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