Doença Celíaca Esteio, Rio Grande do Sul

Procurando por mais informações sobre Doença Celíaca em Esteio? Encontre aqui endereços e telefones de hospitais e médicos em Esteio que podem esclarecer suas dúvidas sobre Doença Celíaca. Aproveite para conseguir dicas e mais informações com nossos artigos informativos e conhecer os hospitais e médicos de sua região.

Rui Soares Silveira
(51) 473-1528
Ferroviariosdos 119 - 603/604
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Luiz Loef
(51) 3473-4508
Presidente Vargas 1774
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Mario Tadeu Lobato Sperb
(51) 473-2415
Rua Dom Pedro 362
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Conceicao Macedo
(53) 3222-3160
Rua 15 - de Novembro 607 Salas 15 e 16
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fernanda Etcheverry Almeida Silva
(53) 3225-3862
Quinze Deovembro 771 - 101
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luciano Annerl
(51) 473-0736
Ferroviariosdos 119 - 804
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Comparsi Apes
(51) 3473-3834
Dom Pedro 55
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marizane Silva Barneche Santos
(51) 3473-0736
Rua dos Ferroviarios 119 - Cj 804
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Leopoldo Amorim
3452-4903
Nossa senhora da conceição 216 (sala 401)
Sapucaia Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Loi Roque Biacchi
(55) 312-1723
R Antonio Manoel 753
Santo Angelo, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Doença celíaca

Doença celíaca

Definição
A doença celíaca é uma condição que causa danos ao revestimento do intestino delgado e impede que ele absorva partes de alimento que são importantes para manter a saúde.
Foto: ADAM
Dermatite, herpetiforme no braço e pernasOs danos ocorrem devido a uma reação à ingestão de glúten, que é encontrado em trigo, cevada, centeio e possivelmente aveia.
A imagem ao lado mostra uma doença inflamatória crônica (dermatite herpetiforme) que produz bolhas (vesículas) pequenas ou grandes em relevo (papulares) vermelhas (eritematosas) que ardem e coçam intensamente.
A dermatite herpetiforme desenvolve-se repentinamente, dura por semanas ou meses, e pode estar associada a doenças digestivas (como a doença celíaca).

Nomes alternativos
Espru, espru não tropical, intolerância a glúten, enteropatia por glúten
Causas, incidência e fatores de risco
A causa exata da doença celíaca é desconhecida. O revestimento dos intestinos contém áreas chamadas vilosidades que ajudam a absorver nutrientes. Quando as pessoas com doença celíaca ingerem alimentos ou usam produtos que contêm glúten, seus sintomas imunológicos reagem danificando essas vilosidades.
Foto: ADAM
Espru celíaco – alimentos a serem evitadosA incapacidade de digerir e processar essas substâncias pode levar à inflamação dos intestinos, deficiências vitamínicas, devido à falta de absorção de nutrientes, e anormalidades do intestino.
Essa lesão afeta a capacidade de absorver nutrientes apropriadamente. A pessoa fica subnutrida, independente de quanta comida ele(a) coma.
A doença pode ser desenvolvida em qualquer momento da vida, da infância à idade adulta avançada.
Pessoas que têm um membro da família com doença celíaca têm maior risco de desenvolverem a doença. O distúrbio é mais comum em caucasianos e pessoas de origem europeia. As mulheres são mais frequentemente afetadas que os homens.
Pessoas com doença celíaca têm mais probabilidade de ter:
Distúrbios autoimunes como artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome de Sjögren
doença de Addison
síndrome de Down
Câncer gástrico
Linfoma intestinal
Intolerância a lactose
Doença da tireoide
Diabetes tipo 1
Sintomas
Os sintomas da doença celíaca podem ser diferentes de pessoa para pessoa. Isso é parte do motivo pelo qual o diagnóstico não é sempre feito imediatamente. Por exemplo, uma pessoa pode ter constipação, a segunda pode ter diarreia e uma terceira pode não ter nenhum problema com as fezes.
Os sintomas gastrointestinais incluem:
Dor abdominal, inchaço, gases ou indigestão
Constipação
Menos apetite (também pode ser maior ou inalterado)
Diarreia, constante ou ocasionalmente
Intolerância à lactose (é comum quando a pessoa é diagnosticada; geralmente passa após o tratamento)
Náusea e vômitos
Fezes flutuantes, com odor fétido, com sangue ou “gordurosas”
Perda de peso inexplicada (embora as pessoas possam estar com excesso de peso ou peso normal)
Como os intestinos não absorvem muitas vitaminas, minerais e outras partes de alimento importantes, os seguintes sintomas podem começar ao longo do tempo:
Equimose fácil
Depressão ou ansiedade
Cansaço
Atraso no crescimento em crianças
Perda de cabelo
Pele pruriente (dermatite herpetiforme)
Períodos menstruais ausentes
Úlceras na boca
Cãibras nos músculos e dor nas articulações
Hemorragias nasais
Convulsões
Formigamento ou dormência nas mãos ou pés
Altura baixa inexplicada
Foto: ADAM
Dermatite, herpetiforme nos joelhosEsta imagem mostra o joelho de uma pessoa com uma doença inflamatória crônica conhecida como dermatite herpetiforme.
Ela produz bolhas (vesículas) grandes ou pequenas em relevo (papulares) vermelhas que ardem e coçam intensamente.
A dermatite herpetiforme desenvolve-se repentinamente, dura por semanas ou meses, e pode estar associada a doenças digestivas (como a doença celíaca).

Crianças com doença celíaca podem ter:
Defeitos no esmalte dos dentes e alterações na cor dos dentes
Puberdade atrasada
Diarreia, constipação, fezes gordurosas ou com odor fétido, náusea ou vômitos
Comportamento irritável e inquieto
Ganho de peso insuficiente
Crescimento lento e altura menor do que a normal para a idade
Exames e testes
Albumina (pode ser baixa)
Fosfatase alcalina (nível alto pode ser um sinal de perda óssea)
Anormalidades dos fatores de coagulação
Colesterol (pode ser baixo)
Hemograma completo (teste para anemia)
Enzimas hepáticas (transaminases)
Tempo de protrombina
Os testes de sangue podem detectar vários anticorpos especiais, chamados anticorpos antitransglutaminase tecidual (anti-tTG) ou anticorpos antiendomísio (anti-EmA). O médico solicitará esses testes de anticorpos se houver suspeita de doença celíaca.
Se os testes são positivos, a endoscopia superior geralmente é realizada para amostrar um pedaço de tecido (biópsia) da primeira parte do intestino delgado (duodeno). A biópsia pode mostrar um achatamento das vilosidades nas partes do intestino abaixo do duodeno.
O teste genético do sangue também está disponível para ajudar a determinar quem pode ter risco de doença celíaca.
Uma biópsia ou teste de sangue de acompanhamento pode ser solicitado vários meses após o diagnóstico e tratamento. Esses testes avaliam sua resposta ao tratamento. Resultados normais significam que você respondeu ao tratamento, o que confirma o diagnóstico. No entanto, isso não significa que a doença foi curada.
Tratamento
A doença celíaca não pode ser curada. No entanto, seus sintomas passarão e as vilosidades no revestimento dos intestinos serão curadas se você seguir uma dieta sem glúten por toda a vida. Não ingira alimentos, bebidas e medicamentos que contenham trigo, cevada, centeio e possivelmente aveia.
Você deve ler rótulos de alimentos e medicamentos com atenção para procurar por fontes ocultas desses grãos e ingredientes relacionados a eles. Como grãos de trigo e cevada são comuns na dieta americana, seguir esta dieta é um desafio. Com educação e planejamento, você se curará.
Você NÃO deve começar a dieta sem glúten antes de ser diagnosticado. Começar a dieta afetará o teste para a doença.
O médico pode prescrever suplementos de vitaminas e minerais para corrigir deficiências nutritivas. Ocasionalmente, corticosteroides (como prednisona) também podem ser prescritos para uso por curto tempo ou se você tiver espru que não responde ao tratamento. Seguir uma dieta bem balanceada sem glúten geralmente é o único tratamento que você precisa para ficar bem.
Quando for diagnosticado, obtenha ajuda de um nutricionista registrado especializado em doença celíaca e dieta sem glúten. Um grupo de apoio também pode ajudar você a conviver com a doença e dieta.
Grupos de apoio
Para obter informações e suporte adicionais, consulte as organizações listadas em recursos da doença celíaca.
Evolução (prognóstico)
Seguir uma dieta sem glúten cura a lesão nos intestinos e previne outras lesões. Essa cura ocorre com mais frequência em 3 a 6 meses em crianças, mas pode levar de 2 a 3 anos em adultos.
Raramente serão causadas lesões de longa duração ao revestimento dos intestinos antes do diagnóstico ser feito.
Alguns problemas causados por doença celíaca podem não melhorar, como altura mais baixa do que esperado e danos aos dentes.
Complicações
Você deve continuar seguindo cuidadosamente uma dieta sem glúten. Quando não tratada, a doença pode causar complicações que colocam a vida em risco.
Retardar o diagnóstico ou não seguir a dieta coloca você em risco para condições relacionadas como:
Distúrbios autoimunes
Doença óssea (osteoporose, cifoescoliose, fraturas)
Determinados tipos de câncer intestinal
Contagem baixa de glóbulos sanguíneos (anemia)
Açúcar baixo no sangue (hipoglicemia)
Infertilidade ou aborto de repetição
Doença hepática
Ligando para o seu médico
Ligue para o seu médico se tiver sintomas de doença celíaca.
Prevenção
Como a causa exata é desconhecida, não há maneira conhecida para prevenir o desenvolvimento da doença celíaca. No entanto, estar consciente dos fatores de risco (como ter um membro da família com o distúrbio) pode aumentar suas chances de diagnóstico e tratamento precoces, e de uma vida longa e saudável.
Referências
Green PH, Cellier C. Celiac disease. N Engl J Med. 2007;357:1731-1743.
Semrad CE, Powell DW. Approach to the patient with diarrhea and malabsorption. In: Goldman L, Ausiello D, eds. Cecil Medicine. 23rd ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier; 2007:chap 143.
Atualizado em 20/1/2010, por: David C. Dugdale, III, MD, Professor of Medicine, Division of General Medicine, Department of Medicine, University of Washington School of Medicine; and George F. Longstreth, MD, Department of Gastroenterology, Kaiser Permanente Medical Care Program, San Diego, California. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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