Epilepsia Esteio, Rio Grande do Sul

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Gilberto Luiz Loef
(51) 3473-4508
Presidente Vargas 1774
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luciano Annerl
(51) 473-0736
Ferroviariosdos 119 - 804
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Comparsi Apes
(51) 3473-3834
Dom Pedro 55
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Conceicao Macedo
(53) 3222-3160
Rua 15 - de Novembro 607 Salas 15 e 16
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Leopoldo Amorim
3452-4903
Nossa senhora da conceição 216 (sala 401)
Sapucaia Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Mario Tadeu Lobato Sperb
(51) 473-2415
Rua Dom Pedro 362
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marizane Silva Barneche Santos
(51) 3473-0736
Rua dos Ferroviarios 119 - Cj 804
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Rui Soares Silveira
(51) 473-1528
Ferroviariosdos 119 - 603/604
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fernanda Etcheverry Almeida Silva
(53) 3225-3862
Quinze Deovembro 771 - 101
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Janete Rup Litwiniak
(51) 3472-4054
Rua Muck 344 - Sl. 707
Canoas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Epilepsia

Epilepsia

Definição
A epilepsia é um distúrbio cerebral que envolve convulsões espontâneas e repetidas de qualquer tipo. As convulsões (“ataques”) são episódios de perturbação da função cerebral que causa alterações na atenção e no comportamento. Elas são causadas por sinais elétricos anormalmente excitados no cérebro.
Consulte também: Convulsões
Nomes alternativos
Epilepsia do lobo temporal; Distúrbio convulsivo
Causas, incidência e fatores de risco
Foto: ADAM
Estruturas cerebraisAs convulsões (“ataques”) são episódios de perturbação da função cerebral que causa alterações na atenção e no comportamento. Elas são causadas por sinais elétricos anormalmente excitados no cérebro.
Algumas vezes a convulsão está relacionada a uma condição temporária, como exposição a drogas, abstinência de algumas drogas, febre alta ou níveis anormais de sódio ou glicose no sangue.
Se as convulsões não se repetirem uma vez que tenha sido corrigido o problema subjacente, a pessoa NÃO tem epilepsia.
Em outros casos, danos cerebrais permanentes ou alterações no tecido cerebral podem tornar o cérebro anormalmente excitável. Nesses casos, as convulsões acontecem sem uma causa imediata. Isso é epilepsia. A epilepsia pode afetar pessoas de qualquer idade.
A epilepsia pode ser idiopática, o que significa que a causa não pode ser identificada. Essas convulsões geralmente começam entre os 5 e 20 anos, mas podem acontecer em qualquer idade. As pessoas com essa doença não têm outros problemas neurológicos, mas às vezes têm um histórico familiar de convulsões ou epilepsia.
Algumas das demais causas mais comuns da epilepsia são:
AVC ou ataque isquêmico transitório (AIT)
Doenças que provocam a deterioração do cérebro
Demência, como a doença de Alzheimer
Lesão cerebral traumática
Infecções (incluindo abscesso cerebral, meningite, encefalite, neurosífilis e AIDS)
Problemas presentes antes do nascimento (defeitos cerebrais congênitos)
Lesões próximas ao momento do nascimento (nesse caso, as convulsões começam na primeira infância)
Insuficiência renal ou insuficiência hepática
Doenças metabólicas que as crianças podem ter desde o nascimento (como fenilcetonúria)
Tumores ou outras lesões estruturais do cérebro (como hematomas ou vasos sanguíneos anormais)
Sintomas
A gravidade dos sintomas pode variar muito, desde simples ataques de ausência a perda de consciência e convulsões violentas. Para a maioria das pessoas com epilepsia, cada convulsão é similar às anteriores. O tipo de convulsão que uma pessoa tem depende de uma série de fatores, como a parte do cérebro afetada e a causa subjacente da convulsão.
Um sintoma que consiste em uma sensação estranha (como formigamento, sentir um cheiro que na verdade não está presente ou alterações emocionais) ocorre em algumas pessoas antes de cada convulsão.
Para obter uma descrição detalhada dos sintomas associados a um tipo específico de convulsão, consulte:
Ataque de ausência (petit mal)
Convulsão tônico-clônica generalizada (grand mal)
Convulsão parcial (focal)
Exames e testes
Foto: ADAM
Sistema límbicoO exame físico (incluindo um exame neurológico detalhado) pode ser normal ou pode mostrar uma função cerebral anormal relacionada a áreas específicas do cérebro.
As pessoas com epilepsia muitas vezes têm uma atividade elétrica anormal que pode ser vista em um eletroencefalograma (EEG). Um EEG é uma leitura da atividade elétrica do cérebro. Em alguns casos, o exame pode mostrar o local do cérebro onde as convulsões começam. Os EEGs muitas vezes podem ser normais depois de uma convulsão ou entre convulsões; portanto, pode ser necessário realizar um exame mais longo.
Os vários exames de sangue e outros exames para detectar causas temporárias e reversíveis das convulsões podem incluir:
Perfil metabólico
Glicemia
Hemograma completo
Análise do líquido cefalorraquidiano (LCR)
Exames de função renal
Exames de função hepática
Exames para detecção de doenças infecciosas
Os exames para determinar a causa e o local do problema podem incluir:
EEG
Tomografia computadorizada ou ressonância magnética da cabeça
Punção lombar
Tratamento
Se a causa subjacente de convulsões recorrentes (como uma infecção) for identificada e tratada, as convulsões poderão desaparecer. O tratamento pode incluir cirurgia para remover um tumor, um vaso sanguíneo anormal ou com hemorragia, ou outros problemas cerebrais.
Os medicamentos para prevenir as convulsões, chamados de anticonvulsivos, podem reduzir a quantidade de convulsões futuras. Esses medicamentos são orais.
O tipo de medicamento depende do tipo de convulsão. A dosagem pode precisar ser ajustada de tempos em tempos.
Alguns tipos de convulsões respondem bem a um medicamento e podem responder pouco a outros medicamentos (ou talvez até piorar). Alguns medicamentos necessitam ser monitorados para verificar os efeitos colaterais e os níveis no sangue.
É muito importante que você tome sua medicação no horário e na dose correta. A maioria das pessoas que toma essas drogas precisa de checkups e exames de sangue regulares para garantir que esteja recebendo a dosagem correta.
Você não deve parar de tomar a medicação nem trocá-la por outra sem consultar seu médico primeiro.
Alguns fatores aumentam o risco de uma convulsão em uma pessoa com epilepsia. Converse com seu médico sobre:
Determinados medicamentos com receita
Estresse emocional
Doenças, principalmente infecções
Falta de sono
Gravidez
Saltar doses dos medicamentos para a epilepsia
Uso de álcool ou outras drogas recreativas
A epilepsia que não melhora depois de que duas ou três drogas anticonvulsivas sejam experimentadas é chamada de “epilepsia refratária a medicamentos”.
Alguns pacientes com esse tipo de epilepsia podem se beneficiar de uma cirurgia cerebral para remover as células anormais do cérebro que provocam as convulsões.
Outras podem ser ajudadas por um estimulador do nervo vagal. Trata-se de um dispositivo implantado no peito (similar ao marca-passo do coração). Esse estimulador pode reduzir o número de convulsões, mas raramente as interrompe completamente.
Às vezes, as crianças fazem uma dieta especial para ajudar a prevenir as convulsões. A mais popular delas é a dieta cetogênica. Uma dieta de poucos carboidratos, como a dieta de Atkins, também pode ser útil em alguns adultos.
As pessoas com epilepsia devem usar alguma identificação de alerta médico para que possam receber atendimento médico rápido se tiverem uma convulsão.
Grupos de apoio
O estresse causado pelo fato de ter convulsões (ou ser o cuidador de alguém com convulsões) muitas vezes pode ser minimizado com a participação em um grupo de apoio. Nesses grupos, os membros compartilham experiências e problemas em comum. Além dos grupos que se encontram cara a cara, existem muitos grupos de discussão e fóruns na Internet onde as pessoas com epilepsia podem encontrar apoio.
Evolução(prognóstico)
Algumas pessoas com certos tipos de convulsões podem conseguir reduzir ou interromper completamente os medicamentos anticonvulsivos depois de não ter episódios durante anos. Certos tipos de epilepsia infantil desaparecem ou melhoram com a idade – geralmente no final da adolescência ou depois dos 20 anos.
Foto: ADAM
O sistema nervoso central é formado pelo cérebro e pela medula espinhal Para algumas pessoas, a epilepsia pode ser uma doença para a vida toda. Nesses casos, as drogas anticonvulsivas necessitam ser continuadas.
A morte ou danos cerebrais permanentes por convulsões são raros. Entretanto, as convulsões que duram por um longo período, ou duas ou mais convulsões que ocorrem com um pequeno intervalo (estado epilético) podem causar danos permanentes. A morte ou os danos cerebrais são quase sempre causados por falta de respiração, o que faz com que o tecido cerebral morra por falta de oxigênio. Existem alguns casos de morte súbita e inexplicável em pacientes com epilepsia.
Poderão ocorrer lesões graves se a pessoa tiver uma convulsão ao dirigir ou operar equipamentos perigosos. Por isso, as pessoas com epilepsia cujas convulsões não estão bem controladas não devem fazer essas atividades.
As pessoas que têm convulsões pouco frequentes podem não ter restrições severas em seu estilo de vida.
Complicações
Dificuldade de aprendizado
Inalação de líquido, que pode levar à pneumonia por aspiração
Lesões por quedas, golpes ou mordidas causados a si mesmo durante a convulsão
Lesões por ter uma convulsão ao dirigir ou operar máquinas
Muitos medicamentos anticonvulsivos provocam defeitos de nascimento – as mulheres que queiram engravidar devem avisar o médico com antecedência para ajustar a medicação
Danos cerebrais permanentes (AVC ou outros danos)
Convulsões prolongadas ou várias convulsões sem recuperação total entre elas (estado epilético)
Efeitos colaterais dos medicamentos
Ligando para o médico
Ligue para o número local de emergência (como 192) se for a primeira vez que a pessoa tem uma convulsão ou se a convulsão estiver ocorrendo em alguém com um bracelete de identificação médica (com instruções explicando o que fazer).
No caso de alguém que tenha tido convulsões antes, ligue para a emergência em qualquer uma dessas situações:
Se for uma convulsão mais longa do que as que a pessoa tem normalmente ou se for um número incomum de convulsões para essa pessoa
Se houver repetidas convulsões em poucos minutos
Se houver repetidas convulsões e a pessoa não recuperar a consciência ou o comportamento normal depois delas (estado epilético)
Ligue para seu médico se aparecer qualquer sintoma novo, incluindo possíveis efeitos colaterais dos medicamentos (sonolência, inquietação, confusão, sedação ou outros), náuseas/vômitos, erupções, queda de cabelo, tremores ou movimentos anormais ou problemas de coordenação.
Prevenção
De modo geral, não há forma de prevenir a epilepsia. Porém, ter uma dieta e sono adequados e permanecer longe do álcool e das drogas ilícitas pode diminuir a probabilidade de disparar convulsões em pessoas com epilepsia.
Reduza o risco de lesões na cabeça usando capacetes durante atividades arriscadas; isso pode ajudar a diminuir a probabilidade de desenvolver epilepsia.
As pessoas com epilepsia não controlada não devem dirigir. Cada país tem uma lei diferente que determina se as pessoas com um histórico de convulsões têm autorização para dirigir. Se você tiver convulsões não controladas, também deverá evitar atividades nas quais a perda de consciência pode ser muito perigosa, como subir em lugares altos, andar de bicicleta e nadar sozinho.
Referências
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Krumholz A, Wiebe S, Gronseth G, et al. Practice parameter: evaluating an apparent unprovoked first seizure in adults (an evidence-based review): report of the Quality Standards Subcommittee of the American Academy of Neurology and the American Epilepsy Society. Neurology. 2007;69:1991-2007.
Schachter SC. Seizure disorders. Med Clin North Am. March 2009;93(2).
Trescher WH, Lesser RP. The Epilepsies. In: Bradley WG, Daroff RB, Fenichel GM, Jakovic J, eds. Neurology in Clinical Practice. 5th ed. Philadelphia, Pa; Butterworth-Heinemann; 2008: chap 71.
Walker SP, Permezel M, Berkovic SF. The management of epilepsy in pregnancy. BJOG. 2009;116(6):758-67.
C. L. Harden, J. Hopp, T. Y. Ting, et al. Practice Parameter update: Management issues for women with epilepsy –Focus on pregnancy (an evidence-based review). Neurology 2009;73;126
Atualizado em 28/3/2011, por: Joseph V. Campellone, M.D., Division of Neurology, Cooper University Hospital, Camden, NJ. Review provided by VeriMed Healthcare Network. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc.
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