Fábrica De Lingerie Campina Grande, Paraíba

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Sedução Moda Íntima
(83) 3321-5940
Praça Clementino Procópio 72 lj 2
Campina Grande, Paraíba
 
Lojas Americanas S/A-Shopping Iguatemi
(83) 3337-6059
av Pref Severino Bezerra Cabral, 1190 lj 143 Catolé
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Souza e Amorim Magazine Ltda
(83) 3337-5753
av Pref Severino Bezerra Cabral, 1190 lj 84 Catolé
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Lojas Riachuelo
(83) 2101-3700
av Pref Severino Cabral, 1190 lj 54a José Pinheiro
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Braga & Pereira Ltda
(83) 3322-1045
r Cassiano Pereira, 1176, Liberdade
Campina Grande, Paraíba
 
Tok Special
(83) 3321-1754
r Afonso Campos, 48 lj 8 Centro
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Maria do Socorro Melo de Lima
(83) 3337-1120
r Vig Calixto, 1395 lj 59 Catolé
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Magazine Estrela do Norte
(83) 3341-3441
r Cristóvão Colombo, 28
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Antônio B Ferreira
(83) 3335-7285
Pc Bandeira, 51 Centro
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Sedução Moda Íntima
(83) 3321-5940
Praça Clementino Procópio 72 lj 2
Campina Grande, Paraíba
 
Dados Divulgados por

Fábrica de Lingerie

Várias peças e acessórios usados pelas mulheres compõem o que chamamos de lingerie, as conhecidas roupas de baixo. Formada por calcinhas, sutiãs, cintas-ligas, espartilhos e algumas outras peças, a lingerie desperta todo tipo de fantasias. Segundo Freud, a relação do erotismo com as roupas íntimas nada mais é do que o fetiche, ou feitiço. Isso acontece quando a satisfação pessoal se dá através de objetos ou ornamentos.

O cinema e as revistas também ajudaram a criar um clima de sedução e fantasia, despindo as musas de suas roupas e deixando-as apenas com suas roupas de baixo, cada vez mais bonitas e elaboradas. A lingerie passou por uma série de transformações ao longo do tempo, acompanhando as mudanças culturais e as exigências de uma nova mulher que foi surgindo, principalmente durante o século 20. A evolução tecnológica possibilitou o surgimento de novos materiais, que tornou a lingerie mais confortável e durável, duas exigências da vida moderna.

Desde o tempo das vestes longas, usadas até pouco depois da Idade Média, passando pela ostentação dos séculos 17 e 18, quando era usado um verdadeiro arsenal de acessórios por baixo das grandes saias femininas, até o início do século 20, a mulher sofreu horrores em nome da beleza e da satisfação masculina.

Os espartilhos, usados por mais de quatro séculos, causava sérios problemas à saúde, além do desconforto e da obrigação de ostentar uma “cinturinha de vespa”. Os seios, foco da atenção por muito tempo, eram forçados para cima através dos cordões apertadíssimos dos espartilhos. Também as calcinhas, como são atualmente, passaram por drásticas mudanças. No século 19, eram usadas ceroulas, que iam até abaixo dos joelhos. O surgimento da lycra e do nylon permitiu uma série de inovações em sua confecção, que possibilitou até a criação de um modelo curioso nos anos 90: uma calcinha com bumbum falso, que contém um enchimento de espuma de nylon de vários tamanhos e modelagens.

Um acessório sensual muito usado na década de 20 foi a cinta-liga, criada para segurar as meias 7/8. Dançarinas do Charleston exibiam suas cintas-ligas por baixo das saias de franjas, enquanto se sacudiam ao som frenético das jazz-bands. Ainda nos anos 30, a cinta-liga era o único acessório disponível para prender as meias das mulheres, que só tiveram as meias-calças à sua disposição a partir da década de 40, com a invenção do náilon em 1935.

Espartilhos, meias de seda 7/8, ligas avulsas presas às cintas, continuaram sendo usados por muitas mulheres, mas não mais por uma imposição ou falta de opções, mas por uma questão de estilo ou fetiche, já que esses acessórios se tornaram símbolos de erotismo e sensualidade na sociedade ocidental.

A lingerie atravessou o século 20 sempre acompanhando a moda e as mudanças de comportamento. Quando a moda eram roupas justas e cinturas marcadas, lá estava o sutiã com armações de metal, cintas e corpetes para moldar o corpo feminino. Na década de 60, com a revolução sexual, o sutiã chegou até a ser queimado em praça pública, num ato pela liberdade feminina. Uma geração de mulheres afirmava, em 1980, não usar nada por baixo das camisetas ou de seus jeans, mas os tempos mudaram e a moda trouxe tantas novidades em cores, materiais e estilos, indo do esportivo todo em algodão, ao mais sofisticado modelo em rendas e fitas, que as mulheres chegaram a gastar mais em roupas de baixo do que em qualquer outro item de guarda-roupa ainda durante os anos 80.

A indústria de lingerie, que continua crescendo, aposta agora em alta tecnologia. É possível encontrar no mercado desde o espartilho no mais clássico modelo renascentista até o sutiã mais moderno, recheado de silicone, a última novidade.