Fábrica De Lingerie Esteio, Rio Grande do Sul

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Korpus Lingerie
(51) 3483-7274
Rua Vereador Nelson Moraes Costa 48 par 43
Alvorada, Rio Grande do Sul
 
Pano de Luxo Moda Intima
(51) 3595-1214
Rua Marcílio Dias 1405 s 2
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
 
Ana Tereza Rossell Nicoloso
(51) 3333-1965
Rua Silva Jardim 468 lj 5
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
 
Fabrica de Calcinhas
(51) 3026-7142
Rua Voluntários da Pátria 57 s 504
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
 
Planeta Lingerie
(51) 3036-1808
Rua Bento Gonçalves 2504 lj 5
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
 
Mj Intimus Lingerie
(51) 3286-8155
Rua Vigário José Inácio 547 cj 210
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
 
Industria e Comercio Confeccoes Nilotrab
(51) 3227-3299
Avenida Senador Salgado Filho 351
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
 
Moda Intima
(51) 3221-3328
Rua Doutor Flores 105 s 1411
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
 
Marca de Mulher
(51) 3036-4549
Pedro Adams Filho, 4210 - Industrial
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
 
Tania Maria Leite Colari
(51) 3473-7788
Rua Ezequiel Nunes Filho 106 c 9A
Esteio, Rio Grande do Sul
 

Fábrica de Lingerie

Várias peças e acessórios usados pelas mulheres compõem o que chamamos de lingerie, as conhecidas roupas de baixo. Formada por calcinhas, sutiãs, cintas-ligas, espartilhos e algumas outras peças, a lingerie desperta todo tipo de fantasias. Segundo Freud, a relação do erotismo com as roupas íntimas nada mais é do que o fetiche, ou feitiço. Isso acontece quando a satisfação pessoal se dá através de objetos ou ornamentos.

O cinema e as revistas também ajudaram a criar um clima de sedução e fantasia, despindo as musas de suas roupas e deixando-as apenas com suas roupas de baixo, cada vez mais bonitas e elaboradas. A lingerie passou por uma série de transformações ao longo do tempo, acompanhando as mudanças culturais e as exigências de uma nova mulher que foi surgindo, principalmente durante o século 20. A evolução tecnológica possibilitou o surgimento de novos materiais, que tornou a lingerie mais confortável e durável, duas exigências da vida moderna.

Desde o tempo das vestes longas, usadas até pouco depois da Idade Média, passando pela ostentação dos séculos 17 e 18, quando era usado um verdadeiro arsenal de acessórios por baixo das grandes saias femininas, até o início do século 20, a mulher sofreu horrores em nome da beleza e da satisfação masculina.

Os espartilhos, usados por mais de quatro séculos, causava sérios problemas à saúde, além do desconforto e da obrigação de ostentar uma “cinturinha de vespa”. Os seios, foco da atenção por muito tempo, eram forçados para cima através dos cordões apertadíssimos dos espartilhos. Também as calcinhas, como são atualmente, passaram por drásticas mudanças. No século 19, eram usadas ceroulas, que iam até abaixo dos joelhos. O surgimento da lycra e do nylon permitiu uma série de inovações em sua confecção, que possibilitou até a criação de um modelo curioso nos anos 90: uma calcinha com bumbum falso, que contém um enchimento de espuma de nylon de vários tamanhos e modelagens.

Um acessório sensual muito usado na década de 20 foi a cinta-liga, criada para segurar as meias 7/8. Dançarinas do Charleston exibiam suas cintas-ligas por baixo das saias de franjas, enquanto se sacudiam ao som frenético das jazz-bands. Ainda nos anos 30, a cinta-liga era o único acessório disponível para prender as meias das mulheres, que só tiveram as meias-calças à sua disposição a partir da década de 40, com a invenção do náilon em 1935.

Espartilhos, meias de seda 7/8, ligas avulsas presas às cintas, continuaram sendo usados por muitas mulheres, mas não mais por uma imposição ou falta de opções, mas por uma questão de estilo ou fetiche, já que esses acessórios se tornaram símbolos de erotismo e sensualidade na sociedade ocidental.

A lingerie atravessou o século 20 sempre acompanhando a moda e as mudanças de comportamento. Quando a moda eram roupas justas e cinturas marcadas, lá estava o sutiã com armações de metal, cintas e corpetes para moldar o corpo feminino. Na década de 60, com a revolução sexual, o sutiã chegou até a ser queimado em praça pública, num ato pela liberdade feminina. Uma geração de mulheres afirmava, em 1980, não usar nada por baixo das camisetas ou de seus jeans, mas os tempos mudaram e a moda trouxe tantas novidades em cores, materiais e estilos, indo do esportivo todo em algodão, ao mais sofisticado modelo em rendas e fitas, que as mulheres chegaram a gastar mais em roupas de baixo do que em qualquer outro item de guarda-roupa ainda durante os anos 80.

A indústria de lingerie, que continua crescendo, aposta agora em alta tecnologia. É possível encontrar no mercado desde o espartilho no mais clássico modelo renascentista até o sutiã mais moderno, recheado de silicone, a última novidade.