Fábrica De Lingerie Nova Iguaçu, Rio de Janeiro

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A Cinta Moderna
(21) 2545-0210
Rua Dias da Rocha 9 lj C
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Duloren
(21) 2472-9200
Rua Fernandes da Cunha 326
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Local Íntimo Lingerie
(21) 2224-6949
Rua da Alfândega 208
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Fantasy One Moda Íntima
(21) 3762-8085
Rua Professor Alfredo G Figueira 100 lj 171
Nilópolis, Rio de Janeiro
 
Gata Borralheira
(21) 3388-6350
Avenida Alfredo Baltazar da Silveira 580 lj 113C
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Rei Das Calcinhas
(21) 2221-6003
Rua Gonçalves Ledo 65
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Curvatex Indústria e Comércio de Roupas
(21) 3361-9838
Rua Gregório de Matos 261
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Ace Comércio de Roupas e Lingerie Limitada
(21) 3760-1787
Rua Professor Alfredo G Figueira 112 lj 01
Nilópolis, Rio de Janeiro
 
São Judas Tadeu Comércio de Roupas
(21) 2569-4733
Rua Soares da Costa 10 lj 103
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Sender Motyl
(21) 3205-7496
Rua Aníbal de Mendonça 111 lj B
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 

Fábrica de Lingerie

Várias peças e acessórios usados pelas mulheres compõem o que chamamos de lingerie, as conhecidas roupas de baixo. Formada por calcinhas, sutiãs, cintas-ligas, espartilhos e algumas outras peças, a lingerie desperta todo tipo de fantasias. Segundo Freud, a relação do erotismo com as roupas íntimas nada mais é do que o fetiche, ou feitiço. Isso acontece quando a satisfação pessoal se dá através de objetos ou ornamentos.

O cinema e as revistas também ajudaram a criar um clima de sedução e fantasia, despindo as musas de suas roupas e deixando-as apenas com suas roupas de baixo, cada vez mais bonitas e elaboradas. A lingerie passou por uma série de transformações ao longo do tempo, acompanhando as mudanças culturais e as exigências de uma nova mulher que foi surgindo, principalmente durante o século 20. A evolução tecnológica possibilitou o surgimento de novos materiais, que tornou a lingerie mais confortável e durável, duas exigências da vida moderna.

Desde o tempo das vestes longas, usadas até pouco depois da Idade Média, passando pela ostentação dos séculos 17 e 18, quando era usado um verdadeiro arsenal de acessórios por baixo das grandes saias femininas, até o início do século 20, a mulher sofreu horrores em nome da beleza e da satisfação masculina.

Os espartilhos, usados por mais de quatro séculos, causava sérios problemas à saúde, além do desconforto e da obrigação de ostentar uma “cinturinha de vespa”. Os seios, foco da atenção por muito tempo, eram forçados para cima através dos cordões apertadíssimos dos espartilhos. Também as calcinhas, como são atualmente, passaram por drásticas mudanças. No século 19, eram usadas ceroulas, que iam até abaixo dos joelhos. O surgimento da lycra e do nylon permitiu uma série de inovações em sua confecção, que possibilitou até a criação de um modelo curioso nos anos 90: uma calcinha com bumbum falso, que contém um enchimento de espuma de nylon de vários tamanhos e modelagens.

Um acessório sensual muito usado na década de 20 foi a cinta-liga, criada para segurar as meias 7/8. Dançarinas do Charleston exibiam suas cintas-ligas por baixo das saias de franjas, enquanto se sacudiam ao som frenético das jazz-bands. Ainda nos anos 30, a cinta-liga era o único acessório disponível para prender as meias das mulheres, que só tiveram as meias-calças à sua disposição a partir da década de 40, com a invenção do náilon em 1935.

Espartilhos, meias de seda 7/8, ligas avulsas presas às cintas, continuaram sendo usados por muitas mulheres, mas não mais por uma imposição ou falta de opções, mas por uma questão de estilo ou fetiche, já que esses acessórios se tornaram símbolos de erotismo e sensualidade na sociedade ocidental.

A lingerie atravessou o século 20 sempre acompanhando a moda e as mudanças de comportamento. Quando a moda eram roupas justas e cinturas marcadas, lá estava o sutiã com armações de metal, cintas e corpetes para moldar o corpo feminino. Na década de 60, com a revolução sexual, o sutiã chegou até a ser queimado em praça pública, num ato pela liberdade feminina. Uma geração de mulheres afirmava, em 1980, não usar nada por baixo das camisetas ou de seus jeans, mas os tempos mudaram e a moda trouxe tantas novidades em cores, materiais e estilos, indo do esportivo todo em algodão, ao mais sofisticado modelo em rendas e fitas, que as mulheres chegaram a gastar mais em roupas de baixo do que em qualquer outro item de guarda-roupa ainda durante os anos 80.

A indústria de lingerie, que continua crescendo, aposta agora em alta tecnologia. É possível encontrar no mercado desde o espartilho no mais clássico modelo renascentista até o sutiã mais moderno, recheado de silicone, a última novidade.