Infarto Curitiba, Paraná

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Ivan Jose Paredes Bartolomei
(41) 3077-4792
Rua da Paz 195 - Sala 1B
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aramis Renato Budal Guimaraes
(95) 3132-2245
R Martin Afonso 705
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dalton Fujiwara Chuman
(41) 3262-4488
Rua Madre Leonie 463
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Grau Clinicenter Pinheirinho
413-0168
R Amintas de Barros 990
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Irilea Cristina S. Settim
382-2153
R. Joao Angelo Cordeiro 770 - Sala 02
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Lucas Darci Segatti
(41) 9228-9178
Av. Iguacu 820
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aracy de Cassia Pucu Costa Pinheiro
(41) 3013-4976
Av Republica Argentina 452 - Sala 1002/1003
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
José Marcos
(41) 3345-4477
Rua Guararapes 2208 - Casa
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Cristina Hsin Wei Hsu Cleto
(41) 3035-5321
Rua Mendes Leitao 282
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Cristina Singer Wallbach
(41) 3283-1154
Rua Dr. Marcelinoogueira 215 - 5ºAndar Sala 23
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Infarto

Infarto

Foto: ADAM
Infarto agudo do miocárdioDefinição
Também chamado de ataque cardíaco, o infarto acontece quando os vasos sanguíneos que fornecem sangue ao coração ficam bloqueados, impedindo que chegue oxigênio suficiente ao órgão. O músculo cardíaco morre ou fica danificado permanentemente. Os médicos chamam isso de infarto do miocárdio.
Nomes alternativos
Infarto do miocárdio; IM; infarto agudo do miocárdio; infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST; infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST
Causas, incidência e fatores de risco
A maioria dos ataques cardíacos é causada por um coágulo sanguíneo que bloqueia uma das artérias coronárias. As artérias coronárias levam sangue e oxigênio para o coração. Se o fluxo sanguíneo estiver bloqueado, o coração ficará sem oxigênio e as células cardíacas morrerão.
Na aterosclerose, a placa se acumula nas paredes das artérias coronárias. Essa placa é constituída de colesterol e outras células.
Foto: ADAM
Uma placa pode acumular-se em uma artéria coronária no local de uma laceração no revestimento do vaso
O ataque cardíaco pode ocorrer devido aos seguintes fatores:
A formação lenta da placa pode praticamente bloquear uma das artérias coronárias. Poderá ocorrer um ataque cardíaco se o sangue que fluir através do bloqueio não contiver oxigênio suficiente. Isso é mais provável de ocorrer durante exercícios físicos
A própria placa apresenta fendas (fissuras) ou lacerações. As plaquetas sanguíneas grudam nessas lacerações e formam um coágulo sanguíneo (trombo). Um ataque cardíaco poderá ocorrer se este coágulo sanguíneo bloquear completamente a passagem de sangue rico em oxigênio para o coração. Esta é a causa mais comum.
Ocasionalmente, o estresse emocional ou físico repentino significativo, inclusive uma doença, pode desencadear um ataque cardíaco.
Faça o teste: Você está estressado?
Os fatores de risco para ataque cardíaco e para doença arterial coronária incluem:
Idade avançada (acima de 65)
Sexo masculino
Diabetes
Histórico familiar de doença arterial coronária (fatores genéticos ou hereditários)
Pressão arterial alta
Fumo
Dieta com gordura em excesso
Níveis de colesterol prejudiciais à saúde, especialmente colesterol LDL (“ruim”) alto e colesterol HDL (“bom”) baixo
Doença renal crônica
Sintomas
A dor no peito é o principal sintoma de ataque cardíaco. Você pode sentir dor em apenas uma parte do seu corpo ou ela pode se mover do tórax para os braços, ombros, pescoço, dentes, mandíbula, área do abdome ou costas.
Foto: ADAM
Sintomas de ataque cardíacoA dor pode ser forte ou branda. Ela é descrita como:
Uma cinta apertada ao redor do peito
Má digestão
Algo pesado colocado sobre o peito
Aperto ou pressão pesada
A dor geralmente dura mais que 20 minutos. Repouso e um medicamento chamado nitroglicerina podem não aliviar completamente a dor de um ataque cardíaco. Os sintomas também podem passar e voltar.
Outros sintomas de um ataque cardíaco incluem:
Ansiedade
Tosse
Desmaio
Tontura, vertigem
Náusea ou vômito
Palpitações (sensação de que o coração está batendo rápido demais ou irregularmente)
Falta de ar
Sudorese, que pode ser excessiva
Algumas pessoas (idosos, diabéticos e mulheres) podem sentir pouca ou nenhuma dor no peito. Ou podem ainda ter sintomas pouco comuns (falta de ar, cansaço, fraqueza). Uma “doença cardíaca silenciosa” é uma doença cardíaca sem sintomas.
Exames e testes
Várias fases podem ser vistas por meio de traçados de ondas de ECG após um ataque cardíaco:
- A fase hiperaguda se inicia imediatamente após um ataque cardíaco
- A fase totalmente evoluída começa de algumas horas a alguns dias após um ataque cardíaco
- A fase de resolução aparece algumas semanas após o ataque
- A fase crônica estabilizada é a última fase e normalmente tem alterações patológicas permanentes em comparação a um rastreamento por ECG normal.
Foto: ADAM
Traçado de ondas de ECG pós-infarto do miocárdioO ataque cardíaco é uma emergência médica. Se você tiver sintomas de um ataque cardíaco, procure ajuda médica imediatamente.
Ligue para 192 ou seu número de emergência local de imediato. NÃO tente ir para o hospital dirigindo. NÃO DEMORE, pois você tem risco maior de morte cardíaca súbita nas primeiras horas após um ataque cardíaco.
Saiba quais são os primeiros socorros.
O médico realizará um exame físico e auscultará seu tórax com um estetoscópio. O médico poderá auscultar sons anormais em seus pulmões (chamados de estalidos), um sopro cardíaco ou outros sons anormais.
Você poderá ter uma pulsação rápida. Sua pressão arterial poderá ser normal, alta ou baixa.
Os testes para observar seu coração incluem:
Angiografia coronária
Tomografia computadorizada
Ecocardiografia
Eletrocardiograma (ECG)
Ressonância magnética
Ventriculografia nuclear
Os exames de sangue podem ajudar a mostrar se você tem lesões no tecido cardíaco ou um alto risco de ataque cardíaco. Esses testes incluem:
Troponina I e troponina T
CPK e CPK-MB
Mioglobina sérica
Tratamento
Se você teve um ataque cardíaco, precisará permanecer no hospital, provavelmente na unidade de tratamento intensivo (UTI). Você será ligado a uma máquina de ECG, para que a equipe de assistência médica possa verificar se seu coração está batendo.
Os batimentos cardíacos irregulares (arritmias) são a principal causa de morte nas primeiras horas após um ataque cardíaco. Essas arritmias podem ser tratadas com medicamentos ou desfibrilação/cardioversão elétrica.
A equipe de assistência médica lhe dará oxigênio, mesmo que os níveis de oxigênio no sangue estejam normais. Isso é feito para que os tecidos do corpo tenham acesso fácil ao oxigênio e seu coração não tenha que trabalhar com tanta dificuldade.
Uma linha intravenosa (IV) será colocada em uma de suas veias. Medicamentos e líquidos passam por esta IV. Talvez seja necessário inserir um tubo na bexiga (cateter urinário) para que os médicos possam ver quanto líquido seu corpo expele.
ANGIOPLASTIA E COLOCAÇÃO DE STENT
Foto: ADAM
Artérias cardíacas posterioresA angioplastia, também chamada de intervenção coronária percutânea (ICP) é o melhor procedimento de emergência para abrir as artérias em alguns tipos de ataques cardíacos.
De preferência, ela deve ser realizada dentro de 90 minutos após a chegada ao hospital e nunca depois de 12 horas após um ataque cardíaco.
A angioplastia é um procedimento para abrir vasos sanguíneos estreitados ou bloqueados que fornecem sangue ao coração.
O stent de artéria coronária é um pequeno tubo metálico que se abre (expande) dentro de uma artéria coronária. Ele é frequentemente colocado após uma angioplastia. O stent ajuda a impedir que a artéria se feche novamente. O stent farmacológico contém um medicamento que ajuda a impedir que a artéria se feche.
TERAPIA TROMBOLÍTICA (MEDICAMENTOS QUE DISSOLVEM COÁGULOS)
Dependendo dos resultados do ECG, determinados pacientes podem receber medicamentos para dissolver o coágulo. O ideal seria que esses medicamentos fossem ministrados até 3 horas após o paciente ter começado a sentir a dor no peito. Isso é chamado de terapia trombolítica. O medicamento é ministrado pela primeira vez por uma IV. Anticoagulantes administrados por via oral podem ser prescritos mais tarde para prevenir a formação de coágulos.
A terapia trombolítica não é apropriada para pessoas que tenham
:
Hemorragia na cabeça (hemorragia intracraniana)
Anormalidades cerebrais como tumores ou malformações de vasos sanguíneos
Acidente Vascular Cerebral (AVC) nos últimos 3 meses (ou possivelmente mais tempo)
Lesão na cabeça nos últimos 3 meses
A terapia trombolítica é extremamente perigosa em mulheres grávidas ou em pessoas que:
Tenham um histórico de uso de anticoagulantes como coumadin
Foram submetidas a uma cirurgia de grande porte ou sofreram uma lesão grave nas últimas 3 semanas
Tiveram hemorragia interna nas últimas 2 a 4 semanas
Têm doença ulcerosa péptica
Têm hipertensão grave
OUTROS MEDICAMENTOS PARA ATAQUES CARDÍACOS
São usados vários medicamentos diferentes para tratar ou prevenir ataques cardíacos. A nitroglicerina ajuda a reduzir a dor no peito. Também é possível receber medicamentos fortes para aliviar a dor.
Os medicamentos antiplaquetários ajudam a impedir a formação de coágulos. A aspirina é um medicamento antiplaquetário. Outro exemplo é o clopidogrel (Plavix). Pergunte a seu médico qual desses medicamentos você deve tomar. Sempre fale com seu médico antes de interromper o uso de qualquer um desses medicamentos.
Durante o primeiro ano após um ataque cardíaco, você provavelmente tomará ácido acetilsalicílico e clopidogrel todos os dias. Depois disso, seu médico poderá receitar apenas ácido acetilsalicílico
Se você já fez uma angioplastia e tem um stent coronário colocado após o ataque cardíaco, é possível que precise tomar clopidogrel com a aspirina por mais de um ano
Outros medicamentos que você poderá receber durante ou após um ataque cardíaco incluem:
Betabloqueadores (como metoprolol, atenolol e propranolol) que ajudam a reduzir a tensão no coração e a pressão arterial
Inibidores da ECA (como ramipril, lisinopril, enalapril ou captopril) que são usados para prevenir insuficiência cardíaca e reduzir a pressão arterial
Medicamentos redutores de lipídios, especialmente estatinas (como lovastatina, pravastatina, sinvastatina, atorvastatina e rosuvastatina) que reduzem os níveis de colesterol no sangue para impedir que a placa aumente. Eles podem reduzir o risco de outro ataque cardíaco ou morte
Sempre fale com seu médico antes de interromper o uso de qualquer medicamento, principalmente os mencionados acima. Interromper o uso ou alterar a quantidade desses medicamentos pode colocar a vida em risco.
CIRURGIA DE BYPASS DA ARTÉRIA CORONÁRIA

A angiografia coronária pode revelar doença arterial coronária grave em vários vasos ou um estreitamento da artéria coronária principal esquerda (o vaso que fornece a maior quantidade de sangue ao coração).
Nessas circunstâncias, o cardiologista pode recomendar uma cirurgia de bypass da artéria coronária de emergência. Este procedimento também é chamado “cirurgia de coração aberto”. O cirurgião retira uma veia ou uma artéria de outro local do corpo e a usa para fazer um bypass (ponte) na artéria coronária bloqueada.
Grupos de apoio
Consulte: doença cardíaca — recursos
Evolução (prognóstico)
O seu estado após um ataque cardíaco depende da quantidade e do local do tecido lesado. O resultado será pior se o ataque cardíaco tiver causado lesões no sistema de sinalização que comanda o coração para se contrair.
Aproximadamente um terço dos ataques cardíacos são fatais. Se você viver 2 horas após um ataque, terá probabilidade de sobreviver, mas poderá ter complicações. Aqueles que não tiverem complicações, poderão recuperar-se totalmente.
Geralmente uma pessoa que teve um ataque cardíaco pode voltar lentamente às atividades normais, inclusive à atividade sexual.
Complicações
Choque cardiogênico
Insuficiência cardíaca congestiva
Lesão que se estende além do tecido cardíaco (extensão do infarto), possivelmente levando à ruptura do coração
Lesão em válvulas cardíacas ou na parede entre os dois lados do coração
Inflamação ao redor do revestimento do coração (pericardite)
Batimentos cardíacos irregulares, inclusive taquicardia ventricular e fibrilação ventricular
Coágulo sanguíneo nos pulmões (embolia pulmonar)
Coágulo sanguíneo no cérebro (AVC)
Efeitos colaterais resultantes do tratamento com medicamentos
Ligando para o médico
Ligue imediatamente para o número de emergência local (como 192) se tiver sintomas de um ataque cardíaco.
Prevenção
Para prevenir um ataque cardíaco
:
Mantenha sua pressão arterial, açúcar e colesterol no sangue sob controle
Não fume
Considere beber no máximo 1 a 2 copos de álcool ou vinho por dia. Quantidades moderadas de álcool podem reduzir o risco de problemas cardiovasculares. No entanto, beber quantidades maiores causa mais danos do que benefícios
Faça uma dieta com baixo teor de gordura, rica em frutas e verduras e com pouca gordura animal
Coma peixe duas vezes por semana. Peixe assado ou grelhado é melhor do que peixe frito. A fritura pode destruir alguns dos benefícios para a saúde
Exercite-se diariamente ou várias vezes por semana. Caminhar é uma boa forma de exercício. Converse com seu médico antes de iniciar uma rotina de exercícios
Reduza seu peso se estiver acima do peso
Se você tiver um ou mais fatores de risco de doença cardíaca, converse com seu médico sobre a possibilidade de tomar ácido acetilsalicílico a fim de ajudar a prevenir um ataque cardíaco. A terapia da ácido acetilsalicílico (75 mg a 325 mg por dia) ou outro medicamento como prasugrel ou clopidogrel pode ser prescrita.
As novas diretrizes não recomendam mais a terapia de reposição hormonal, vitaminas E ou C, antioxidantes ou ácido fólico para prevenir a doença cardíaca.
Após um ataque cardíaco, você precisará de acompanhamentos regulares para reduzir o risco de ter um segundo ataque cardíaco. Normalmente, um programa de reabilitação cardíaca é recomendado para ajudar você a retornar gradualmente a um estilo de vida normal. Sempre siga o plano de exercícios, dieta e medicamentos prescrito pelo médico.
Referências
Anderson JL, Adams CD, Antman EM, Bridges CR, Califf RM, Casey DE Jr., et al. ACC/AHA 2007 guidelines for the management of patients with unstable angina/non-ST-elevation myocardial infarction: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines (Writing Committee to Revise the 2002 Guidelines for the Management of Patients With Unstable Angina/Non-ST-Elevation Myocardial Infarction) developed in collaboration with the American College of Emergency Physicians, the Society for Cardiovascular Angiography and Interventions, and the Society of Thoracic Surgeons endorsed by the American Association of Cardiovascular and Pulmonary Rehabilitation and the Society for Academic Emergency Medicine. J Am coll Cardiol. 2007;50:e1-e157. Kushner FG, Hand M, Smith SC Jr, King SB 3rd, Anderson JL, Antman EM, et al. 2009 Focused Updates:
ACC/AHA Guidelines for the Management of Patients WithST-Elevation Myocardial Infarction (updating the 2004 Guideline and 2007 Focused Update) and ACC/AHA/SCAI Guidelines on Percutaneous Coronary Intervention(updating the 2005 Guideline and 2007 Focused Update): a report of the American College of Cardiology Foundation/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines. Circulation. 2009 Dec 1;120(22):2271-306. Epub 2009 Nov 18.
Antman Em. ST-Elevation myocardial infarction: management. In: Libby P, Bonow RO, Mann DL, Zipes DP, eds. Braunwald's Heart Disease: A Textbook of Cardiovascular Medicine. 8th ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsever; 2007:chap 51.
Goodman SG, Menon V, Cannon CP, Steg G, Ohman EM, Harrington RA, et al. Acute ST-segment elevation myocardial infarction: American College of Chest Physicians Evidence-Based Clinical Practice Guidelines (8th edition). Chest. 2008;133:708S-775S.
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