Leishmaniose Esteio, Rio Grande do Sul

Procurando por mais informações sobre Leishmaniose em Esteio? Encontre aqui endereços e telefones de hospitais e médicos em Esteio que podem esclarecer suas dúvidas sobre Leishmaniose. Aproveite para conseguir dicas e mais informações com nossos artigos informativos e conhecer os hospitais e médicos de sua região.

Mario Tadeu Lobato Sperb
(51) 473-2415
Rua Dom Pedro 362
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marizane Silva Barneche Santos
(51) 3473-0736
Rua dos Ferroviarios 119 - Cj 804
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Luiz Loef
(51) 3473-4508
Presidente Vargas 1774
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Conceicao Macedo
(53) 3222-3160
Rua 15 - de Novembro 607 Salas 15 e 16
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fernanda Etcheverry Almeida Silva
(53) 3225-3862
Quinze Deovembro 771 - 101
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luciano Annerl
(51) 473-0736
Ferroviariosdos 119 - 804
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Comparsi Apes
(51) 3473-3834
Dom Pedro 55
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Rui Soares Silveira
(51) 473-1528
Ferroviariosdos 119 - 603/604
Esteio, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Leopoldo Amorim
3452-4903
Nossa senhora da conceição 216 (sala 401)
Sapucaia Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Elaine Maria Goergen Brust
(51) 3476-3330
Muck 344 - 601
Canoas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Leishmaniose

Leishmaniose

Foto: ADAM
LeishmanioseDefinição
A leishmaniose é uma doença parasitária transmitida pela picada do mosquito pólvora.
Causas, incidência e fatores de risco
Existem diferentes formas de leishmaniose:
A leishmaniose cutânea afeta a pele e as membrana da mucosa. As úlceras cutâneas geralmente começam no local da picada do mosquito pólvora. Elas podem durar meses ou anos antes de cicatrizarem por conta própria. Em algumas pessoas, as úlceras podem se desenvolver em membranas da mucosa
A leishmaniose visceral ou sistêmica atinge o corpo todo. Essa forma ocorre de dois a oito meses após a picada do mosquito pólvora. A maioria das pessoas não se lembra da ulceração. Esse tipo de leishmaniose pode resultar em complicações fatais. Os parasitas prejudicam o sistema imunológico reduzindo o número das células de defesa
Há relatos de casos de leishmaniose em todos os continentes, exceto na Oceania e na Antártida. Nas Américas, a leishmaniose pode ser encontrada no México e na América do Sul. Há relatos de leishmaniose em militares que retornaram do Golfo Pérsico.
Sintomas
A leishmaniose cutânea atinge a pele e, por vezes, as membrana da mucosa. Os sintomas podem incluir:
Feridas cutâneas, que podem se transformar em úlceras com cicatrização lenta
Úlceras e desgastes (erosão) na boca, na língua, nas gengivas, nos lábios, no nariz e nas narinas.
Congestão, corrimento e sangramento nasal
Dificuldade para respirar
Dificuldade de engolir
A infecção visceral sistêmica em crianças começa geralmente com vômitos, diarreia, febre e tosse.
Os adultos costumam ter febre de duas semanas a dois meses, junto com sintomas como fadiga, fraqueza e perda de apetite. A fraqueza aumenta conforme a doença se agrava.
Outros sintomas de leishmaniose visceral sistêmica podem incluir:
Desconforto na região abdominal
Tosse (em crianças)
Diarreia (em crianças)
Febre cíclica que dura por semanas
Sudorese noturna
Pele acinzentada, escamosa, escura e pálida
Queda de cabelo
Vômito (em crianças)
Perda de peso
Exames e testes
Um exame físico pode mostrar sinais de aumento no baço, no fígado e nos linfonodos. O paciente pode ter sido picado por mosquitos pólvora ou ter passado por uma região onde há leishmaniose.
Os testes que podem ser realizados para diagnosticar esta doença incluem:
Biópsia do baço e cultura
Biópsia da medula óssea e cultura
Ensaio de aglutinação direta
Teste indireto de imunofluorescência para anticorpo
Biópsia de linfonodos e cultura
Teste de Montenegro
Biópsia cutânea
Outros testes que podem ser realizados incluem:
Hemograma completo
Níveis séricos de imunoglobulina
Proteína sérica
Albumina sérica
Teste serológico
Tratamento
Medicamentos chamados de compostos de antimônio são as principais drogas usadas para tratar a leishmaniose. São elas:
Antimoniato de meglumina
Estibogluconato de sódio
Outros medicamentos que podem ser usados:
Anfotericina B
Fluconazol
Pentamidina
Pode ser necessária cirurgia plástica para corrigir a desfiguração resultante das lesões na face (leishmaniose cutânea). Em pacientes com leishmaniose viral resistente aos medicamentos pode ser necessário remover o baço (esplenectomia).
Evolução (prognóstico)
Com os medicamentos adequados, o índice de cura é alto. Os pacientes devem ser tratados antes que o sistema imunológico seja danificado. A leishmaniose cutânea pode causar desfiguração.
Normalmente, a morte é causada por complicações (outras infecções, por exemplo) e não pela doença em si. O óbito em geral ocorre dentro de dois anos.
Complicações
Infecções fatais decorrentes de danos ao sistema imunológico
Desfiguração da face
Sangramento (hemorragia)
Ligando para o médico
Procure um médico se você apresentar sintomas de leishmaniose depois de visitar uma região onde há a incidência dessa doença.
Prevenção
A forma de proteção mais imediata é a prevenção contra as picadas do mosquito pólvora.
É possível se proteger de picadas com:
Uso de repelente
Uso de roupa protetora
Janelas com rede
Mosquiteiros para a cama, em regiões onde a doença acontece
As medidas de saúde pública para reduzir a população do mosquito pólvora e os reservatórios animais são importantes. Não há vacinas ou medicamentos preventivos para a leishmaniose.
Referências
Jeronimo SMB, DeQueiroz-Sousa A, Pearson RD. Leishmaniasis. In: Goldman L, Ausiello D, eds. Cecil Medicine. 23rd ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier;2007:chap 369.
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