Melanoma Curitiba, Paraná

Procurando por mais informações sobre Melanoma em Curitiba? Encontre aqui endereços e telefones de hospitais e médicos em Curitiba que podem esclarecer suas dúvidas sobre Melanoma. Aproveite para conseguir dicas e mais informações com nossos artigos informativos e conhecer os hospitais e médicos de sua região.

Aracy de Cassia Pucu Costa Pinheiro
(41) 3013-4976
Av Republica Argentina 452 - Sala 1002/1003
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ivan Jose Paredes Bartolomei
(41) 3077-4792
Rua da Paz 195 - Sala 1B
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
José Marcos
(41) 3345-4477
Rua Guararapes 2208 - Casa
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Cristina Singer Wallbach
(41) 3283-1154
Rua Dr. Marcelinoogueira 215 - 5ºAndar Sala 23
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Benjamin Nogueira Campos Neto
(41) 3283-3044
Rua Alcidio Viana 837 - Edificio Galeno
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Grau Clinicenter Pinheirinho
413-0168
R Amintas de Barros 990
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Lucas Darci Segatti
(41) 9228-9178
Av. Iguacu 820
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aramis Renato Budal Guimaraes
(95) 3132-2245
R Martin Afonso 705
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Cristina Hsin Wei Hsu Cleto
(41) 3035-5321
Rua Mendes Leitao 282
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Irilea Cristina S. Settim
382-2153
R. Joao Angelo Cordeiro 770 - Sala 02
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Melanoma

Melanoma

Definição
O melanoma é o tipo mais perigoso de câncer de pele. Ele é a principal causa de morte entre as doenças de pele.
Foto: ADAM
MelanomaEle se refere a células chamadas de melanócitos que produzem o pigmento da pele, chamado de melanina. A melanina é responsável pela cor da pele e dos cabelos.
O melanoma também pode estar relacionado à parte colorida (íris) do olho. Para obter mais informações sobre essa forma de melanoma, consulte melanoma ocular.
Consulte também:
Câncer de pele de células basais
Câncer de pele
Nomes alternativos
Câncer de pele – melanoma
Causas, incidência e fatores de risco
O melanoma pode aparecer em pele normal ou pode começar como uma pinta ou uma mudança de aparência em determinada área. Algumas pintas de nascença podem se transformar em melanomas.
Existem quatro tipos principais de melanoma:
O melanoma extensivo superficial é o tipo mais comum. Ele geralmente é plano e irregular, quanto ao formato e à cor, e ocorre em tons diferentes de preto e marrom. Ele pode se manifestar em qualquer idade ou região do corpo e é mais comum em pessoas de pele branca
O melanoma nodular geralmente começa como uma área elevada de cor preta azulada ou vermelha azulada. Entretanto, alguns melanomas não apresentam cor alguma
O melanoma lentigo maligno geralmente ocorre em idosos. Ele é mais comum em peles danificadas pelo sol na região do rosto, do pescoço e dos braços. As áreas de pele anormal geralmente são grandes, planas e têm aspecto bronzeado com áreas marrons
O melanoma lentiginoso acral é a forma menos comum de melanoma. Ele geralmente ocorre nas palmas, solas ou embaixo das unhas e é mais comum em afro-americanos
Embora raramente, os melanomas podem aparecer na boca, na íris dos olhos ou na retina na parte posterior do olho. Eles podem ser detectados durante exames odontológicos ou oftalmológicos. Embora seja muito raro, o melanoma também pode se desenvolver na vagina, no esôfago, no ânus, no trato urinário e no intestino delgado.
O melanoma pode se espalhar com muita rapidez. Apesar de ser menos comum que outros tipos de câncer de pele, a incidência do melanoma está crescendo continuamente. Ele é a principal causa de morte entre as doenças de pele.
O risco de desenvolver um melanoma aumenta com a idade. Entretanto, a doença também afeta com frequência jovens e pessoas perfeitamente saudáveis.
O desenvolvimento do melanoma está relacionado à exposição ao sol ou à radiação ultravioleta, principalmente em pessoas de pele clara, olhos verdes ou azuis e cabelos loiros ou ruivos.
Os riscos associados ao melanoma:
Viver em locais de clima quente ou altas altitudes
Exposição prolongada a altos índices de luz solar ocasionada pelo trabalho ou outras atividades
Uma ou mais queimaduras de sol com bolha durante a infância
Uso de máquinas de bronzeamento
Outros fatores de risco:
Parentes próximos com histórico de melanoma
Exposição a produtos químicos que podem causar câncer, como arsênico, alcatrão de carvão e creosoto
Presença de determinados tipos de pintas (displásicas atípicas) ou diversas marcas de nascença
Sistema imunológico enfraquecido por AIDS, algumas leucemias, transplante de órgãos, medicamentos usados para tratar doenças como a artrite reumatoide
Sintomas
O principal sintoma de qualquer câncer de pele é geralmente uma pinta, ferida, nódulo ou nova formação na pele. Qualquer alteração na aparência de uma lesão pigmentada ao longo do tempo é um sinal de alerta. Observe também a ocorrência de qualquer sangramento em uma formação cutânea.
O sistema ABCD pode ajudar a lembrar as características que podem ser sintomas de melanoma:
Assimetria: metade da área anormal é diferente da outra metade
Bordas: a lesão ou formação apresenta bordas irregulares
Cor: a cor muda de uma área para outra, com tons de aspecto bronzeado, cor marrom ou preta (às vezes branco, vermelho ou azul). Pode ocorrer uma mistura de cores em uma mesma ferida
Diâmetro: A mancha tem geralmente (mas nem sempre) mais de 6 mm de diâmetro, mais ou menos o tamanho de uma borracha de lápis
Para tratar um melanoma é importante reconhecer os sintomas cedo. Você talvez não note uma pequena mancha preocupante se não olhar atentamente, por isso faça autoexames cuidadosos mensalmente e agende um exame profissional de pele com um dermatologista anualmente.
Exames e exames
Se você notar alguma marca suspeita na pele, consulte seu médico assim que possível.
Foto: ADAM
Melanoma no fígado – Ressonância magnéticaEle observará a aparência da formação, ferida ou nódulo. Uma biópsia pode ser feita para confirmar o diagnóstico. Para isso, retira-se uma pequena área da formação, ou toda a formação.
Um procedimento chamado biópsia do linfonodo sentinela (BLNS) pode ser realizado em algumas pessoas com melanoma para verificar se o câncer atingiu os linfonodos próximos.
Depois que o melanoma é diagnosticado, tomografias computadorizadas ou outros tipos de exames de raio-X podem ser feitos para verificar se o câncer se espalhou.

Tratamento
As células de pele com câncer e parte do tecido normal que os cercam o câncer precisarão ser retirados cirurgicamente. A quantidade de tecido normal retirada depende principalmente da profundidade que o melanoma atingiu.
Se o câncer tiver atingido os linfonodos próximos, esses linfonodos poderão também precisar ser removidos. O tratamento com interferon após a cirurgia pode ser eficaz para esses pacientes.
O tratamento é mais difícil para pacientes com um melanoma que já atingiu a pele e os linfonodos próximos e se espalhou para outros órgãos. Até o momento, o melanoma, em geral, não é curável.
O tratamento tem como objetivo diminuir o tumor e amenizar os sintomas:
A quimioterapia é frequentemente usada para tratar os melanomas que retornaram ou se espalharam
Medicamentos como o interferon ou interleucina, que estimulam o sistema imunológico a combater o câncer, podem ser eficazes em conjunto com a quimioterapia e a cirurgia. Esse tipo de tratamento é chamado de imunoterapia. Entretanto, o interferon apresenta muitos efeitos colaterais e pode ser difícil de tolerar
Os tratamentos com radiação podem ser usados para aliviar a dor ou o desconforto causado pelo câncer que se espalhou
O câncer que se espalhou para outras partes do corpo é, às vezes, removido cirurgicamente para diminuir a dor ou o desconforto
Os pacientes com melanomas de alto risco podem optar por participar de testes clínicos. Esses testes são estudos de pesquisa de novos medicamentos ou outros tratamentos.
Evolução (prognóstico)
O sucesso do tratamento depende de muitos fatores, como o estado de saúde geral do paciente e se o câncer se espalhou para os linfonodos ou outros órgãos.
Se forem detectados cedo, alguns melanomas podem ser curados. Os tumores mais profundos têm mais chance de reaparecerem. Se o câncer de pele for mais profundo que quatro mm ou os linfonodos estiverem com câncer, existe um grande risco de que o câncer se espalhe para outros tecidos e órgãos. Se o câncer tiver se espalhado para os linfonodos, a chance de que o melanoma volte é maior.
Complicações
Possíveis complicações do melanoma:
Danos ao tecido profundo
Efeitos colaterais do tratamento
Fadiga
Perda de cabelo
Náusea
Dor
Espalhamento para outros órgãos
Ligando para seu médico
Ligue para o seu médico se você notar sintomas de melanoma, em especial:
Se qualquer formação existente na pele mudar de cor, tamanho ou textura
Se uma lesão existente apresentar dor, inchaço, sangramento ou coceira
Prevenção
Qualquer pessoa que tenha se recuperado de um melanoma deve seguir os cuidados preventivos e observar atentamente qualquer marca suspeita. O risco de desenvolver um novo melanoma é grande, mesmo que o primeiro tenha sido curado. A doença pode voltar anos após o diagnóstico original.
A Sociedade Americana de Câncer recomenda que sejam feitos exames de pele profissionais anualmente nas pessoas com mais de 40 anos e a cada três anos nas pessoas entre 20 e 40 anos.
O autoexame também é recomendável. Você deve examinar sua pele mensalmente usando um espelho para verificar os locais difíceis de enxergar. Ligue para seu médico se perceber qualquer alteração suspeita na sua pele.
Proteja-se dos raios ultravioletas nocivos do sol:
Aplique um protetor solar com FPS 30, ou mais, diariamente (durante o inverno também)
Evite ficar deitado ao sol ou usar máquinas de bronzeamento
Diminua a exposição ao sol
Especialmente durante o verão
Principalmente entre 10 e 16 horas
Use roupas que protejam, inclusive chapéus e óculos de sol
Referências
Clinical practice guidline for melanoma: NCCN Medical Practice Guidelines and Oncology:V.2.2009. Accessed July 15, 2009.
Goodson AG, Grossman D. Strategies for early melanoma detection: Approaches to the patient with nevi. J Am Acad Dermatol. 2009;60:719-735.
Markovick SN, Erickson LA, Rao RD, Weenig RH, Prockaj BA, Bardia A, et al. Malignant melanoma in the 21st century, part 1: epidemiology, risk factors, screening, prevention, and diagnosis. Mayo Clin Proc. 2007;82:364-380.
Markovick SN, Erickson LA, Rao RD, Weenig RH, Prockaj BA, Bardia A, et al. Malignant melanoma in the 21st century, part 2: staging, prognosis, and treatment. Mayo Clin Proc. 2007;82:490-513
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