Mononucleose Curitiba, Paraná

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Lucas Darci Segatti
(41) 9228-9178
Av. Iguacu 820
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
José Marcos
(41) 3345-4477
Rua Guararapes 2208 - Casa
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ivan Jose Paredes Bartolomei
(41) 3077-4792
Rua da Paz 195 - Sala 1B
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Grau Clinicenter Pinheirinho
413-0168
R Amintas de Barros 990
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Irilea Cristina S. Settim
382-2153
R. Joao Angelo Cordeiro 770 - Sala 02
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aracy de Cassia Pucu Costa Pinheiro
(41) 3013-4976
Av Republica Argentina 452 - Sala 1002/1003
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dalton Fujiwara Chuman
(41) 3262-4488
Rua Madre Leonie 463
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Aramis Renato Budal Guimaraes
(95) 3132-2245
R Martin Afonso 705
Curitiba, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Cristina Singer Wallbach
(41) 3283-1154
Rua Dr. Marcelinoogueira 215 - 5ºAndar Sala 23
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Benjamin Nogueira Campos Neto
(41) 3283-3044
Rua Alcidio Viana 837 - Edificio Galeno
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Mononucleose

Mononucleose

Foto: ADAM
Mononucleose, fotomicrografia das célulasDefinição
A mononucleose é uma infecção viral que causa febre, dor de garganta e glândulas linfáticas inchadas, principalmente no pescoço.
Causas, incidência e fatores de risco
A mononucleose é frequentemente transmitida pela saliva e pelo contato íntimo. É conhecida como “doença do beijo” e ocorre mais com frequência entre 15 e 17 anos. Entretanto, a infecção pode se desenvolver em qualquer idade.
A mononucleose em geral está ligada ao vírus Epstein-Barr (EBV), mas também pode ser causada por outros organismos como o citomegalovírus (CMV).
Sintomas
A mononucleose pode começar lentamente com fadiga, mal-estar geral, dor de cabeça e dor de garganta. A dor de garganta piora lentamente. As amígdalas incham e desenvolvem uma placa branca amarelada. Os linfonodos do pescoço ficam frequentemente inchados e dolorosos.
Uma erupção rosa, semelhante ao sarampo, pode aparecer, principalmente se você tomar os medicamentos ampicilina ou amoxicilina para a infecção de garganta. (NÃO devem ser administrados antibióticos sem um exame positivo para estreptococo)
Os sintomas da mononucleose incluem:
Sonolência
Febre
Desconforto geral, ansiedade ou mal-estar
Perda de apetite
Dores musculares ou rigidez
Erupções
Dor de garganta
Linfonodos inchados, especialmente no pescoço ou axilas
Baço aumentado
Os sintomas menos frequentes incluem:
Dor no peito
Tosse
Fadiga
Dor de cabeça
Urticária
Icterícia (coloração amarelada da pele)
Rigidez do pescoço
Hemorragia nasal
Taquicardia
Sensibilidade à luz
Falta de ar
Exames e testes
Durante o exame físico, o médico pode encontrar linfonodos inchados na região frontal ou posterior do pescoço, bem como amígdalas inchadas com uma placa branca amarelada.
O médico também pode sentir que o fígado ou o baço estão inchados ao apalpar sua barriga. Pode haver uma erupção cutânea.
Foto: ADAM
Mononucleose infecciosaOs exames de sangue muitas vezes revelam uma contagem de leucócitos mais alta do que o normal e glóbulos brancos de aparência estranha, chamados de linfócitos atípicos, são vistos quando o sangue é examinado em um microscópio.
Linfócitos atípicos e exames alterados da função hepática são característicos da doença.
O monoteste será positivo para mononucleose infecciosa
Um exame especial chamado de título de anticorpos pode ajudar seu médico a distinguir entre uma infecção por EBV aguda atual de uma que tenha ocorrido anteriormente
Tratamento
O objetivo do tratamento é aliviar os sintomas. Medicamentos como esteroides (prednisona) e antivirais (como o aciclovir) têm pouco ou nenhum benefício.
Para aliviar os sintomas comuns:
Beba muito líquido
Faça gargarejos com água morna e sal para aliviar a dor de garganta
Descanse bastante
Tome paracetamol ou ibuprofeno para a dor e a febre
Você também deve evitar esportes de contato enquanto o baço estiver aumentado (para evitar uma ruptura).
Evolução (prognóstico)
A febre normalmente diminui em 10 dias, e as glândulas linfáticas e o baço se recuperam em quatro semanas. A fadiga geralmente desaparece em algumas semanas, mas pode durar dois ou três meses.
Complicações
Morte em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido
Anemia hemolítica
Hepatite com icterícia (mais comum em pacientes com mais de 35 anos)
Inflamação dos testículos (orquite)
Complicações neurológicas (raro), inclusive:
Síndrome de Guillain-Barré
Meningite
Convulsões
Paralisia facial temporária (paralisia de Bell)
Movimentos descoordenados (ataxia)
Infecção de garganta bacteriana secundária
Ruptura do baço (raro; evite pressão no baço)
Ligando para o médico
Os sintomas iniciais da mononucleose são muito parecidos aos de uma virose típica.
Não é necessário consultar um médico a menos que os sintomas durem mais de 10 dias ou se você desenvolver o seguinte:
Dor abdominal
Dificuldade para respirar
Febre alta persistente (mais de 38,5°C)
Dor de cabeça forte
Dor de garganta grave ou amígdalas inflamadas
Fraqueza de braços e pernas
Descoloração amarela dos olhos e da pele
Ligue para 192 ou vá para o pronto-socorro se desenvolver:
Dor abdominal grave, aguda e súbita
Dificuldade significativa para engolir ou respirar
Pescoço rígido ou muita fraqueza
Prevenção
As pessoas com mononucleose podem ser contagiosas enquanto apresentarem os sintomas e por mais alguns meses depois. O tempo durante o qual uma pessoa com a doença é contagiosa varia. O vírus pode viver por várias horas fora do corpo. Evite beijar ou compartilhar utensílios se você ou alguém próximo tiver mononucleose.
Referências
Johannsen EC, Kaye KM. Epstein-Barr virus (infectious mononucleosis, Epstein-Barr virus–associated malignant diseases, and other diseases). In: Mandell GL, Bennett JE, Dolin R, eds. Principles and Practice of Infectious Diseases. 7th ed. Philadelphia, Pa: Elsevier Churchill Livingstone; 2009:chap 139.
Caserta MT, Flores AR. Pharyngitis. In: Mandell GL, Bennett JE, Dolin R, eds. Principles and Practice of Infectious Diseases. 7th ed. Philadelphia, Pa: Elsevier Churchill Livingstone; 2009:chap 54.
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