Prótese Via Axilar Curitiba, Paraná

Procurando por mais informações sobre Prótese Via Axilar em Curitiba? Encontre aqui endereços e telefones de hospitais e médicos em Curitiba que podem esclarecer suas dúvidas sobre Prótese Via Axilar. Aproveite para conseguir dicas e mais informações com nossos artigos informativos e conhecer os hospitais e médicos de sua região.

Clínica Doutor Adel
(41) 3078-5235
Rua Prefeito Ângelo Ferrário Lopes 1183
Curitiba, Paraná
 
Clínica de Cirurgia Plástica
(41) 3339-4680
Rua Padre Anchieta 1846 s 1001
Curitiba, Paraná
 
Ripo Clínica de Cirurgia Plástica
(41) 3076-7431
Rua Inácio Lustosa 109
Curitiba, Paraná
 
Centro Médico Athena
(41) 3323-8480
Rua Desembargador Vieira Cavalcanti 590
Curitiba, Paraná
 
Clínica Marigliano
(41) 3257-8000
Rua Panamá 209
Curitiba, Paraná
 
Clínica Dr Romão Zeki Youssef Cirurgia Plástica
(41) 3092-3308
Rua Desembargador Costa Carvalho 430
Curitiba, Paraná
 
Clínica Cavalcanti
(41) 3342-7611
Avenida 7 de Setembro 5256
Curitiba, Paraná
 
Cirurgia Plástica Avançada
(41) 3342-6970
Rua Bruno Filgueira 369 cj 1202
Curitiba, Paraná
 
Plasticorp Cirurgia Plástica
(41) 3076-6927
Rua Inácio Lustosa 1009
Curitiba, Paraná
 
Vivacita Cirurgia Plástica e Medicina Estética
(41) 3262-2313
Rua Schiller 1940
Curitiba, Paraná
 

Prótese Via Axilar

Este tipo de incisão é a mellhor escolha para as pacientes que têm uma aréola muito pequena (diâmetro menor do que 4 cm) e que não querem utilizar a via de acesso pelo sulco inframamário. Ao optar pela  via axilar  a paciente evita qualquer cicatriz na mama. A incisão é feita na axila, na parte mais anterior desta, para permitir a confecção do espaço para a futura prótese. A exemplo da via periareolar e da inframamária, a prótese poderá ser colocada nos seguintes planos:

abaixo da glândula mamária ( subglandular ) abaixo da fáscia do músculo peitoral ( subfascial ) abaixo do músculo em si ( submuscular  ou  retropeitoral )

As vantagens e desvantagens de cada plano são descritos a seguir, independente da via de aceso.

O plano subglandular é o mais utilizado por ser o mais fácil de descolar e por permitir uma boa hemostasia durante a cirurgia (controle do sangramento). A dor e  desconforto no pós-operatório são mínimos e duram poucos dias. É importante ressaltar que a colocação dos implantes de mama NÃO altera a  detecção do câncer de mama , pois durante a mamografia faz-se uma manobra para afastar ou rechaçar a prótese para fora da incidência do Raio-X. Ou seja, este passa pela glândula mamária sem passar pela prótese, detectando assim eventuais alterações benignas ou malignas. A desvantagem deste plano é que em paciente muito magras e sem nenhuma tecido mamário a prótese poderia ficar muito visível. Além do resultado poder ficar artificial, existe sempre a possibilidade de se formarem pequenas dobras ( rippling ). Quando há tecido mamário suficiente, estas ondulações não aparecem, mas quando a paciente não tem nenhum volume mamário ou bem pouco, indica-se a colocação no plano  submuscular .

O plano subfascial utiliza uma membrana que reveste o músculo peitoral, chamada de fáscia peitoral, para “hospedar” a futura prótese.  O sangramento é igual ao do plano subglandular porém a dissecção desta fáscia é mais difícil, tornando a cirurgia um pouco mais demorada. Uma eventual vantagem deste plano seria um resultado mais duradouro, pois a ptose mamária (caimento) demoraria mais para acontecer, devido a hipotética sustentação que a fáscia oferece. Em relação às pacientes muito magras e sem glândula, a fáscia também ofereceria uma barreira a mais para evitar o aparecimento do  rippling  (ondulação). Na prática esta técnica é pouco utilizada pelos médicos no Brasil.

O plano submuscular é o mais utilizado depois do plano subglandular.  As indicações para se colocar a prótese neste plano são:

paciente muito magras que precisam de uma barreira a mais entre a pele e o implante para que este não se torne visível paciente que desenvolveram contratura capsular no plano subglandular e que precisam trocar de plano pacientes com forte história de  câncer de mama  na família (e também câncer de próstata em parentes homens, pois são relacionados)  e que precisam de uma barreira entre a glândula mamária e a prótese em si, pois eventuais puncões para biópsias podem ser indicadas

Além destes fatores também podemos citar a preferência do cirurgião. Na prática alguns médicos têm a preferência por este plano e acabam indicando por estarem mais familiarizados com este tipo de dissecção. A desvantagem do  plano submuscular  é a dor ou desconforto no pós-operatório. Há uma necessidade maior de analgésicos e as restrições como dirigir ou fazer exercícios duram mais tempo.

É importante citar que a via axilar pode ser utilizada com ou sem auxílio de aparelho de vídeo, ou seja, há médicos que fazem sob visão direta e outros que utilizam uma câmera de vídeo e pinças longas para preparar o plano de colocação da prótese. Não há diferenças no resultado e há que se tomar cuidado com eventuais propagandas que citem “prótese por vídeo” como sendo um diferencial para se chegar a melhores resultados.

A preferência do autor deste site ocorre na seguinte ordem:

prótese via areolar no plano subglandular, indicada para a maioria das pacientes, pois muitas têm aréola > 4cm e têm algum volume de glândula mamária. A cicatriz é quase imperceptível. prótese via axilar no plano subglandular, evitando assim a cicatriz no seios (apesar desta ficar muito apagada) e evitando a dor no pós-operatório e permitindo um retorno mais rápido às atividades do dia-a-dia prótese via axilar no plano submuscular, especialmente em pacientes muito magras e com confirmação de câncer de mama com gene familar  presente

Outros dois detalhes importante são que próteses de mama NÃO interferem na amamentação, qualquer que seja o plano escolhido e que a via axilar NÃO interfere no linfonodo sentinela. Este linfonodo NÃO é utilizado para detectar o câncer de mama e sim para avaliar a extensão  da doença em pacientes que já estão com câncer de mama. Além disso já está mais do que comprovado de  que a prótese via axilar não interfere nesta avaliação.

Em relação ao formato e volumes das próteses pela via axilar, praticamente não há diferenças com a via areolar. Eventualmente volumes muito grandes (>400ml) poderiam ser difíceis de passar pela incisão (tanto areolar quanto axilar) e poderia ser indicada a incisão inframamária. De novo, cada caso é diferente, uma aréola grande até poderia permitir a passagem de tais volumes. Um exame físico detalhado e uma consulta bastante explicativa são fundamentais para esclarecer todos os detalhes e se chegar a um consenso com a paciente sobre volume, via e plano a serem utilizados.