Resfriado Comum Curitiba, Paraná

Procurando por mais informações sobre Resfriado Comum em Curitiba? Encontre aqui endereços e telefones de hospitais e médicos em Curitiba que podem esclarecer suas dúvidas sobre Resfriado Comum. Aproveite para conseguir dicas e mais informações com nossos artigos informativos e conhecer os hospitais e médicos de sua região.

Hospital Curitibano de Otorrinolaringologia
(41) 3078-6313
Rua Cândido Xavier 510
Curitiba, Paraná
 
Clínica de Otorrinolaringologia Doutor R
(41) 3335-2825
Rua Capitão Souza Franco 881 cj 85
Curitiba, Paraná
 
Ceclin
(41) 3252-7040
Rua Recife 143
Curitiba, Paraná
 
Cláudio Calluf
(41) 3339-7310
Al Júlia da Costa 1993 ap 41
Curitiba, Paraná
 
Acesso Saúde
(41) 3025-3500
Rua Barão do Serro Azul 198 - 3
Curitiba, Paraná
 
Policlínica Madre Tereza
(41) 3277-4828
Rua Bom Jesus de Iguape 3634
Curitiba, Paraná
 
Policlínica Água Verde
(41) 3343-5029
Avenida dos Estados 434
Curitiba, Paraná
 
Flávio Rene Pavan Júnior
(41) 3225-1160
Tv Oliveira Bello 80 s 902
Curitiba, Paraná
 
Policlínica Brasília
(41) 3347-7950
Avenida Brasília 6008
Curitiba, Paraná
 
Clínica Médica Cic
(41) 3347-2362
Rua Pedro Gusso 3308
Curitiba, Paraná
 

Resfriado comum

Resfriado comum

Definição
O resfriado comum normalmente envolve coriza, congestão nasal e espirro. Você também pode ter dor de garganta, tosse, dor de cabeça ou outros sintomas. Mais de 200 vírus podem provocar um resfriado.
Nomes alternativos
Infecção do trato respiratório superior; Resfriado
Causas, incidência e fatores de risco
Foto: ADAM
Sintomas de resfriadoDizemos “resfriado comum” por uma boa razão. Ocorrem mais de um bilhão de resfriados por ano nos Estados Unidos. Você e seus filhos provavelmente terão mais resfriados que qualquer outro tipo de doença. As crianças têm, em média, de três a oito resfriados por ano.
Elas continuam tendo resfriados durante toda a infância. Muitas vezes, os pais são contagiados pelos filhos. Os resfriados são o motivo mais comum pelo qual as crianças faltam à escola e os pais ao trabalho.
As crianças geralmente se contagiam por outras crianças. Quando uma nova cepa é introduzida em uma escola ou creche, ela se espalha rapidamente por toda a classe.
Os resfriados podem ocorrer o ano todo, mas acontecem principalmente no inverno (mesmo em regiões com invernos mais amenos). Nas regiões onde não há inverno, os resfriados são mais comuns durante a estação de chuvas.
Quando alguém tem um resfriado, suas secreções estão carregadas de vírus do resfriado. Espirrar, assoar e limpar o nariz espalham o vírus. Você pode pegar um resfriado inalando o vírus se estiver sentado perto de uma pessoa que espirra ou tocando o nariz, os olhos ou a boca depois de tocar algo contaminado com o vírus.
As pessoas ficam mais propensas a transmitir a doença durante os 2 ou 3 primeiros dias de um resfriado e, geralmente, não ficam mais depois do sétimo ao décimo dia.
Sintomas
Os três sintomas mais frequentes de um resfriado são:
Congestão nasal
Secreções nasais
Espirros
Os adultos e as crianças mais velhas geralmente têm menos febre ou não têm febre. Entretanto, as crianças pequenas muitas vezes têm febre de 37,8 a 38,8C.
Uma vez que você “pega” um resfriado, os sintomas, em geral, começam depois de 2 ou 3 dias, embora possa demorar até uma semana. Normalmente, a irritação do nariz e da garganta são os primeiros sinais e, depois de algumas horas, aparecem os espirros e a secreção nasal aquosa.
Depois de 1 a 3 dias, as secreções nasais geralmente se tornam mais espessas e, às vezes, amarelas ou verdes. É um estágio normal do resfriado comum e não é motivo para tomar antibióticos.
Foto: ADAM
Anatomia da garganta
Dependendo do vírus que causa os sintomas, ele também pode provocar:
Tosse
Diminuição do apetite
Dor de cabeça
Dor muscular
Gotejamento pós-nasal
Dor de garganta
Ainda assim, se for realmente um resfriado, os principais sintomas serão no nariz.
Para as crianças com asma, os resfriados são os desencadeadores mais comuns dessa doença.
Os resfriados surgem normalmente antes das infecções no ouvido. Porém, os tímpanos da criança, em geral, se congestionam durante um resfriado, e é possível que se acumule líquido sem uma infecção bacteriana (denominada otite média serosa).
O resfriado completo normalmente se cura sozinho em aproximadamente 7 dias, com talvez alguns sintomas remanescentes (como a tosse) durante outra semana. Se durar mais, consulte seu médico para excluir outro problema como sinusite ou alergias.
Tratamento
Faça bastante repouso e beba muito líquido. Os medicamentos de venda livre para o resfriado podem ajudar a aliviar os sintomas. Na verdade, eles não diminuem a duração do resfriado, mas podem ajudar você a se sentir melhor.
Observação: especialistas médicos não recomendam o uso de medicamentos contra a tosse e o resfriado em crianças com menos de 6 anos. Consulte seu médico antes de dar a seu filho qualquer tipo de medicamento de venda livre para a tosse, mesmo que o rótulo informe que pode ser administrado em crianças. Esses medicamentos provavelmente não sejam eficazes para crianças e podem causar muitos efeitos colaterais graves.
Não devem ser usados antibióticos para tratar o resfriado comum. Eles não ajudam e podem piorar a situação. Secreções nasais espessas amarelas ou verdes não são motivo para tomar antibióticos, a menos que não melhorem em 10 a 14 dias. Nesse caso, pode ser uma infecção dos seios nasais denominada sinusite.
As novas drogas antivirais podem acabar completamente com as secreções nasais um dia antes do normal (e começam a aliviar os sintomas em um dia). Ainda é incerto se os benefícios dessas drogas compensam os riscos.
A canja de galinha é usada para tratar o resfriado comum pelo menos desde o século XII. Ela realmente pode ajudar. O calor, o líquido e o sal podem ajudar você a combater a infecção.
Os tratamentos alternativos que também são usados incluem:
Equinácea
Vitamina C
Zinco
Evolução (prognóstico)
Os sintomas geralmente desaparecem em 7 a 10 dias.
Complicações
Bronquite
Infecção de ouvido
Pneumonia
Sinusite
Agravamento da asma
Ligando para o médico
Experimente primeiro as medidas domésticas. Ligue para seu médico se:
Surgir dificuldade para respirar
Os sintomas piorarem ou não melhorarem depois de 7 a 10 dias
Prevenção
Pode parecer muito difícil tentar evitar resfriados, mas é possível. As crianças têm, em média, de três a oito resfriados por ano.
A seguir, cinco maneiras comprovadas de reduzir a exposição aos germes:
Lave sempre suas mãos: as crianças e os adultos devem sempre lavar as mãos em momentos importantes – depois de limpar o nariz, depois de trocar fraldas ou ir ao banheiro, antes de comer e antes de preparar comida
Desinfete: limpe as superfícies tocadas frequentemente (torneiras, cobertores) com um desinfetante aprovado pela Agência de Proteção Ambiental (EPA)
Troque de creche: frequentar uma creche onde há até 6 crianças por sala reduz drasticamente o contato com germes
Use desinfetantes instantâneos para as mãos: uma pequena quantidade mata 99,99% dos germes sem precisar de água ou toalha. Os produtos usam o álcool para matar os germes. Eles são antissépticos e não antibióticos, assim os germes não podem tornar-se resistentes
Use toalhas de papel em vez de compartilhar toalhas de pano
A seguir, seis maneiras de ajudar o sistema imunológico:
Evite fumo passivo: fique o mais longe possível de fumaça de cigarro. Ela é responsável por muitos problemas de saúde, inclusive milhões de resfriados
Evite antibióticos desnecessários: quanto mais as pessoas usam antibióticos, maior a probabilidade de que fiquem doentes no futuro com infecções mais longas e persistentes causadas por organismos mais resistentes
Amamente: sabe-se que o leite materno protege contra infecções do trato respiratório, mesmo anos após o término do período de amamentação. As crianças que não são amamentadas têm, em média, cinco vezes mais infecções no ouvido
Beba água: seu corpo necessita de líquido para que o sistema imunológico funcione adequadamente
Coma iogurte: a bactéria benéfica presente em alguns cultivos de iogurte ajuda a prevenir resfriados
Durma o suficiente: dormir tarde e mal deixa as pessoas vulneráveis
Referências
Turner RB. The common cold. In: Mandell GL, Bennett JE, Dolin R, eds. Principles and Practice of Infectious Diseases. 7th ed. Philadelphia, Pa: Elsevier Churchill Livingstone; 2009:chap 53.
Simasek M, Blandino DA. Treatment of the common cold. American Family Physician. Feb 2007:75(4).
Shah SA, Sander S, White CM, Rinaldi M, Coleman CI. Evaluation of Echinacea for the prevention and treatment of the common cold: a meta-analysis. The Lancet Infectious Diseases. July 2007:7(7).
This article uses information by permission from Alan Greene, M.D., © Greene Ink, Inc.
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