Suzuki GSX 1300R Araguari, Minas Gerais

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Cardoso Moto
(34) 3233-4400
Avenida João Pessoa 321
Uberlândia, Minas Gerais
 
Duas Rodas
(34) 3230-3500
Rua Floriano Peixoto 3399
Uberlândia, Minas Gerais
 
Maguila Ciclo Motor
(34) 3242-3601
Rua Maranhão 93
Araguari, Minas Gerais
 
Alves & Miranda Comércio de Veículos Ltda
(34) 3232-8871
av Brasil, 2497, Aparecida
Uberlândia, Minas Gerais

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Atlantictur Veiculos Ltda Me
(34) 3212-2950
av João Pinheiro, 3323, Aparecida
Uberlândia, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Trivel
(34) 3256-7000
Avenida Afonso Pena 2699
Uberlândia, Minas Gerais
 
Dakar Moto Pecas
(34) 3241-1983
Avenida Minas Gerais 330
Araguari, Minas Gerais
 
Moto Nova
(34) 3241-3148
Rua Padre Anchieta 218
Araguari, Minas Gerais
 
Central Auto Shopping Ltda
(34) 3212-0217
av João Pinheiro, 2466, Aparecida
Uberlândia, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Chuca Automoveis Ltda
(34) 3232-8679
av João Pinheiro, 2448, Aparecida
Uberlândia, Minas Gerais

Dados Divulgados por
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Suzuki GSX1300R: Prazer em pilotar

Antes de começar a falar da GSX1300R, vou recomendar a edição de setembro da revista FULL POWER, do nosso amigo Eduardo Bernasconi. Nela, o Edu apresenta mais modificações na sua GSX-R 1000 2007, como, por exemplo, novo coletor de escape, turbo maior, troca de marchas no botão e um booster para controlar a pressão durante a arrancada. Tudo isso em uma motocicleta que já detém o recorde nos 402 m para motos, com 8,8s a 275km/h no Festival de 2009.
Bom, a Hayabusa testada por nós não tem os 480 cavalos da SRAD acima, mas carrega muita potência debaixo da sua carenagem. A versão 2011 da GSX1300R continua com um motor de quatro cilindros, 16 válvulas, DOHC, refrigeração líquida e injeção eletrônica. Aliás, as últimas alterações que foram feitas neste modelo aconteceram no fim de 2007 e essa ‘nova’ Suzuki desembarcou no Brasil em meados de 2008. Ela ganhou novo motor, com a capacidade aumentada de 1.299 para 1.340 cm³, seu design foi atualizado, mas sem perder a sua identidade visual. O resultado foi uma diminuição do arrasto aerodinâmico e ainda houve o aperfeiçoamento da proteção ao piloto — a bolha ficou 15 mm mais alta e a carenagem mais envolvente.
Por ser uma Sport Turing, a Hayabusa suporta pilotos mais altos, como é o meu caso. Seu entre eixos é de quase 1.5m, o que permite que seu condutor viaje muitos quilômetros sem se cansar ou ter dores nas articulações, o que é muito comum nas esportivas de 1000 cilindradas.
Efeito vídeo game
Sabe quando você liga o turbo do vídeo game, ou aperta aquele botão que injeta o nitro em sua máquina virtual? Então, na Hayabusa a sensação é parecida com essa. O torque é tanto — 15,81 kgf.m de torque máximo já nas 7.200 rpm —que tudo ao seu redor passa rápido, chegando a dar frio na barriga até nos pilotos mais experientes. Os seus 197 cv aparecem já nos 9.500 rpm, fazendo a barreira dos 200km/h serfacilmente quebrada. Aliás, em menos de 1 km, ela já está quase a 300km/h, e, polêmicas àparte, essa velocidade só será atingida em pistas fechadas, certo?
Depois das alterações que foram feitas na GSX1300R no final de 2007, a tendência que o trem dianteiro da antiga Hayabusa tinha de “espalhar” nas curvas diminuiu bastante. E digo mais, ela é boa de curva! Conversei com muitas pessoas e todas disseram a mesma coisa: moto de reta, né? Lógico que não se compara ás GSX-R, CBR, ZX-10 ou R1, nas curvas mais fechadas, mas também não é uma moto ‘cega’ de curva e ainda carrega uma vantagem: mesmo ‘carenado’, o piloto consegue realizar dribles entre os carros e até curvas de menor intensidade, o que é impossível quando o entre eixos é menor.
Moto “burra”?
A ‘Busa’, como é carinhosamente chamada, é muito forte e isso todo mundo sabe. Entretanto são poucos os que atingem o seu limite e, quando isso acontece… Na dianteira, são dois discos de 310 mm de diâmetro, mordidos por pinças de fixação radial com quatro pistões opostos. Na traseira, um disco simples de 260 mm. Em minha opinião, estas especificações de freio não são suficientes para frear com segurança a GSX1300R. Sei que estou contrariando muita gente, especialmente colegas jornalistas que disseram, em sua maioria, que depois das alterações de 2007, os freios desta moto trabalham com maestria. Mas realmente não compartilho desta visão. Achei o freio traseiro muito fraco, incompatível com tanta velocidade. Já o dianteiro trabalha bem, mas não consegue fazer tudo sozinho.
Este imenso motor não traz só velocidade, ele serve tanto para aqueles que querem “enrolar” o cabo e testar seus limites, como para quem procura uma moto rápida para viajar. Exige poucas trocas de marchas e mostra disposição para retomadas. Isso sem falar no conforto, já citado, que a ‘nova’ bolha oferece ao piloto. Em conjunto com o banco, mais aconchegante que as demais superesportivas voltadas para as pistas, faz com que a Busa seja uma ótima opção para pegar a estrada. A suspensão dianteira da GSX1300R é telescópica invertida de amortecimento hidráulico, mola helicoidal com ajuste da pré-carga da mola, ajustes de forças de retorno e compressão. A balança traseira conta com balança articulada tipo link de monoamortecimento hidráulico e mola helicoidal com ajuste de pré-carga. Estas características de suspensão transmitem segurança ao piloto nas mais variadas velocidades.
Para maior praticidade, o painel de instrumentos é completo: tacômetro, velocímetro, marcador de combustível e de temperatura do líquido de arrefecimento. Há também luzes indicadoras de nível de combustível, superaquecimento do líquido de arrefecimento, setas, luz alta, pressão do óleo e funcionamento da injeção eletrônica. No centro do painel, uma tela em LCD mostra relógio, marcha engatada, modo de pilotagem selecionado, hodômetro total e dois hodômetros parciais. Mas o que vai mais lhe chamar a atenção no painel é o marcador de combustível. Ela fez 12km/l na cidade e 15km/l na estrada. Com 21 litros, a Busa não roda mais que 315 km com seu tanque.
Assim como em outros modelos GSX da Suzuki, a GSX1300R possui o S-DMS (Suzuki Drive Mode Selector), um seletor que permite ao motociclista escolher como a potência e torque são entregues pelo motor. São três variações: A, B e C. Sendo A, potência total, B um pouco menos e C uma Hayabusa bem ‘mansa’. Em 2011, ela estará disponível nas cores dourada, cinza, branca e preta. Com aerodinâmica inspirada no falcão japonês chamado Hayabusa, a Suzuki a classifica em uma nova categoria esportiva: a Ultimate Sports. Ela atende ao Promot 3 e pode ser encontrada nas Concessionárias Autorizadas Suzuki a um preço sugerido de R$ 61.200,00.
Ficha Técnica:
Motor: Quatro cilindros em linha, refrigeração liquida, DOHC, 16 válvulas
Capacidade: 1.340 cm³
Câmbio: 6 velocidades
Potência máxima: 197 cv / 9.500 rpm
Torque máximo: 15,81 kgf.m a 7.200 rpm
Quadro: Dupla trave superior em alumínio
Suspensão dianteira: Garfo telescópico invertido (upside-down) com ajuste na pré-carga da mola, compressão e retorno
Suspensão traseira: Balança oscilante com monoamortecedor com ajuste na pré-carga da mola, compressão e retorno
Freio dianteiro: Disco duplo flutuante de 310 mm de diâmetro com pinça radial de quatro pistões opostos
Freio traseiro: Disco simples de 260 mm de diâmetro com pinça de um pistão
Pneu dianteiro: 120/70 ZR17
Pneu traseiro: 190/50 ZR17
Comprimento total: 2190 mm
Largura: 735 mm
Altura: 1.165 mm
Entre-eixos: 1.480 mm
Altura do assento: 805 mm
Peso (a seco): 220 kg
Tanque de combustível: 21litros
Cores: Dourada, Branca, Cinza e Preta
Preço: R$ 61.200,00
Mais informações: www.suzukimotos.com.br