Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) Curitiba, Paraná

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Wagner Homma
(41) 3320-7930
Rua General Carneiro 80
Curitiba, Paraná
Especialidade
Psiquiatria

Dados Divulgados por
Atila Jose Borges Junior
(41) 3223-8630
R Quinze Deovembro 266 - Cj 54
Curitiba, Paraná
Especialidade
Psiquiatria

Dados Divulgados por
Wanderlei Saraiva Madruga
(41) 3232-9625
Martin Afonso 643
Curitiba, Paraná
Especialidade
Psiquiatria

Dados Divulgados por
Luiz Fernando Petry Filho
(41) 3222-2575
Angelo Sampaio 2006
Curitiba, Paraná
Especialidade
Psiquiatria

Dados Divulgados por
Clínica Heidelberg
(41) 3223-8467
Rua Padre Anchieta 201
Curitiba, Paraná
 
Spencer Salles
(41) 3024-4991
R Padre Germano Mayer 1741
Curitiba, Paraná
Especialidade
Psiquiatria

Dados Divulgados por
Ana Karina Virmond
32542138
Rua São Vicente 55
Curitiba, Paraná
Especialidade
Psiquiatria

Dados Divulgados por
Eduardo Shiokawa
(41) 3013-5577
Rua Oyapock 347 esquina com Rua dos Palotinos
Curitiba, Paraná
Especialidade
Psiquiatria

Dados Divulgados por
Carolina Froehner
(41) 3343-7132
Rua Maurício Caillet 62
Curitiba, Paraná
Especialidade
Psiquiatria

Dados Divulgados por
Khaddour Esber
(41) 3076-5500
Rua Carmelo Rangel 849
Curitiba, Paraná
 
Dados Divulgados por

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

Definição
O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno de ansiedade em que as pessoas apresentam pensamentos, sentimentos, ideias, sensações (obsessões) ou comportamentos repetidos e indesejados que fazem elas se sentirem forçadas a fazer alguma coisa (compulsões). Geralmente a pessoa concretiza a ação para se livrar dos pensamentos obsessivos, mas isso só traz alívio temporário. Não executar os rituais obsessivos pode causar muita ansiedade.
Nomes alternativos
Neurose obsessiva-compulsiva; TOC
Causas, incidência e fatores de risco
O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é mais comum do que se acreditava antigamente. A maioria das pessoas que desenvolve essa doença mostra sintomas por volta dos 30 anos.
Existem diversas teorias sobre a causa do TOC, mas nenhuma delas foi confirmada até o momento. Algumas pesquisas relacionaram o TOC a infecções e traumatismos cranianos. Diversos estudos demonstraram que existem anomalias no cérebro dos pacientes com TOC, mas, no momento, mais pesquisas são necessárias para se chegar a uma conclusão.
Foto: ADAM
Transtorno obsessivo-compulsivoCerca de 20% das pessoas com TOC apresentam tiques, o que sugere que a doença pode estar relacionada à Síndrome de Tourette. Entretanto, essa relação ainda não está clara.
Sintomas
Obsessões ou compulsões que não são causadas por uma doença ou pelo uso de drogas
Obsessões ou compulsões que causam angústia intensa ou interferem na vida diária
Existem muitos tipos de obsessões e compulsões. Um exemplo é o medo excessivo de germes e a compulsão de lavar as mãos repetidamente para evitar infecções.
A pessoa geralmente reconhece que o seu comportamento é excessivo ou irracional.
Exames e testes
A sua própria descrição do comportamento pode ajudar a diagnosticar o transtorno. Um exame físico pode descartar causas físicas, e uma avaliação psiquiátrica pode descartar outros transtornos mentais.
Questionários, como a Escala de sintomas obsessivo-compulsivos de Yale-Brown (Y-BOCS), podem ajudar a diagnosticar o TOC e acompanhar o progresso do tratamento.
Tratamento
O TOC é tratado com medicamentos e terapia.
O primeiro medicamento normalmente considerado é um tipo de antidepressivo chamado de inibidor seletivo da recaptação da serotonina (SSRI).
Essas drogas incluem:
Citalopram
Fluoxetina
Fluvoxamina
Paroxetina
Sertralina
Se um SSRI não funcionar, o médico pode indicar um tipo de antidepressivo mais antigo chamado de antidepressivo tricíclico. A clomipramina é um exemplo e foi o primeiro medicamento a ser usado para o TOC.
Ele geralmente funciona melhor do que os antidepressivos SSRI no tratamento da doença, mas pode causar efeitos colaterais desagradáveis como:
Dificuldade para começar a urinar
Queda de pressão quando se muda de posição (estar sentado e levantar)
Boca seca
Sonolência
Em alguns casos, o SSRI e a clomipramina podem ser combinados. Outros medicamentos, como os antipsicóticos atípicos em doses baixas (incluindo risperidona, quetiapina, olanzapina ou ziprasidona), já demonstraram ser de grande ajuda. As benzodiazepinas podem trazer algum alívio para a ansiedade, mas elas geralmente são usadas somente com os tratamentos mais confiáveis.
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A terapia cognitivo-comportamental (TCC) demonstrou ser o tipo mais eficaz de psicoterapia para esse transtorno. O paciente é exposto diversas vezes a uma situação que desencadeia os pensamentos obsessivos e aprende aos poucos a suportar a ansiedade e a resistir à necessidade de ceder à compulsão. A combinação de medicação e TCC é considerada melhor do que seu uso isolado para reduzir os sintomas.
A psicoterapia também pode ser usada para:
Oferecer formas eficazes de reduzir o estresse
Reduzir a ansiedade
Resolver conflitos internos
Evolução (prognóstico)
O TOC é uma doença de longa duração (crônica) com fases de sintomas graves seguidos por períodos de melhora. Entretanto, um período completamente sem sintomas é muito incomum. A maioria das pessoas melhora com o tratamento.
Complicações
As complicações de longo prazo do TOC estão relacionadas com o tipo de obsessões e compulsões. O hábito constante de lavar as mãos, por exemplo, pode causar rachaduras na pele. Ainda assim, o TOC geralmente não se transforma em outra doença.
Ligando para o médico
Marque uma consulta com seu médico se seus sintomas atrapalharem sua vida diária, seu trabalho ou seus relacionamentos.
Prevenção
Não há prevenção conhecida para esse transtorno.
Referências
Blais MA, Smallwood P, Groves JE, Rivas-Vazquez RA. Personality and personality disorders. In: Stern TA, Rosenbaum JF, Fava M, Biederman J, Rauch SL, eds. Massachusetts General Hospital Comprehensive Clinical Psychiatry. 1st ed. Philadelphia, Pa: Mosby Elsevier; 2008:chap 39.
Feinstein RE, Connelly JV. Personality disorders. In: Rakel RE, ed. Textbook of Family Medicine. 7th ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier;2007:chap 60.
Koran LM, Hanna GL, Hollander E, Nestadt G, Simpson HB, et al. Practice guideline for the treatment of patients with obsessive-compulsive disorder. Am J Psychiatry. 2007;164:5-53.
Stein DJ, Denys D, Gloster AT, et al. Obsessive-compulsive disorder: diagnostic and treatment issues. Psychiatr Clin North Am. 2009;32:665-685.
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